Eu já tive em minhas mãos a obra Efemérides Brasileiras (por sinal, a primeira edição do livro,muito bem encadernado) de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o qual você deve conhecer bem, pois ele que deu o apelido às notas de mil (coloque aqui sua unidade monetária favorita). Ele era o Barão do Rio Branco, sendo ele ministro das relações exteriores entre 1902 e 1912.
Quem viu a obra escrita do Barão e estudou sua influência diplomática fica chocado com a ópera bufa que chamam de “atual diplomacia brasileira”, onde aquele Marco Aurélio não faz jus ao imperador romano homônimo. E a trapalhada ganhou mais um capítulo com o caso da iraniana condenada à morte por adultério, onde nosso magnânimo presidente foi devidamente humilhado pelo governo do Irã. Valeu aí, Lula. Somos mais um motivo de piada.
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Muito provavelmente, você está tendo uma das duas reações: 1) Legal! Mais um pouco sobre cientistas que são pouco divulgados ; 2) MacGyver? O da série? WTF?
Fico assombrado com a maneira que os jornalistas noticiam qualquer descoberta científica. Alguns chamam isso de Divulgação Científica. Eu chamo de “Pelo amor de Deus, que merda é essa?”. Muitos exemplos eu já dei aqui e em qualquer blog de divulgação científica decente sempre aparece uma amostra de como algumas pesquisas possuem informações totalmente deturpadas, a fim de ficar mais “palatável”. Daí, eu fiquei imaginando, o que aconteceria se os jornalistas esportivos dessem notícias nos mesmos parâmetros do pessoal que se intitula jornalista científico. Acho que daria no diálogo a seguir.
A maioria de nós tem medo da solidão, do isolamento, de ficar horas, dias, semanas sozinho, num lugar absolutamente isolado, praticamente encerrado num lugar fechado, sem nenhuma companhia. Hoje, com a Internet, muitos conseguem ficar assim, mas estabelecem contatos em redes sociais, brincam nos Facebooks ou conversam via MSN ou outro comunicador instantâneo. Mas tais pessoas dificilmente teriam coragem de enfrentar um abandono por vontade própria, isolando-se completamente da civilização. Aí está o que diferencia homens de meninos, e uma das pessoas que se expôs a este teste e venceu foi um francês, em plena década de 60, onde computadores ainda estavam longe das pessoas comuns e o total autoisolamento serviu de uma das mais importantes pesquisas do século XX. Michel Siffre ficou 2 meses no interior de uma caverna profunda, sem falar com ninguém, sem nem mesmo saber a hora, dia ou mesmo mês.
O Egito é um país que guarda mistérios milenares. 40 séculos contemplam o passar do tempo, das sociedades, das mudanças do mundo e do próprio tempo. Se você é daqueles que gostaria imensamente de viajar até o Egito, mas lhe falta coisinhas sem muita importância (como dinheiro, por exemplo), seus problemas estão mais fáceis de serem resolvidos do que você poderia imaginar: O Museu de Belas Artes de Boston (sem piadas, por favor) estabeleceu uma parceria com a empresa Dassault Systèmes, a qual é especializada em desenvolvimento de conteúdo digital. O resultado é que você, meu caro viajante, poderá viajar até as misteriosas areias do Egito sem sequer sair de casa. Bastando apenas uma conexão com a Grande Rede.
Pessoalmente, eu sempre achei que a vontade de alguns ateus, neo-ateus e aborrecentes revoltadinhos de se “desbatizarem” é mostra de idiotice. Como coisa que batismo lhe obrigasse a seguir todos os preceitos do Império do Mal Vaticaniano. Se fosse assim, os padres seriam os primeiros a respeitar o mandamento “Não conspurcarás o rabo alheio”. Ok, eu sei que isso não é um mandamento, mas seria uma tradução da parte do “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Mas, claro, isso não seria extensivo aos meninos. Bem, melhor deixar estas elucubrações de lado.
Eis-nos aqui, em mais uma demonstração da imbecilidade humana. Eu ainda tenho que peneirar as tolices que mandam, pois vem tanta coisa escrota que nem pra Voz dos Alienados serve. No entanto, graças a Pan, o Deus dos Emos Crentais, sempre recebemos lindas demonstrações de amor ao próximo e amostras de uma proverbial capacidade retórica por parte de alguns de nossos representantes do círculo religioso. Here we go!
Deputados franceses aprovaram nesta terça-feira (13/07) um projeto de lei que proíbe o uso de véus islâmicos em espaços públicos. Agora a lei seguirá para avaliação do Senado, em setembro, e é bem capaz de ser aprovada, mas ainda deverá passar por uma avaliação constitucional, e é aí que mora o problema, pois há coisas mais fundamentais num sistema de governo democrático do que os políticos gostariam que fosse. Será que isso é mesmo necessário?
Muito prvavelmente, você faz uso vez por outra do Google translator. Até eu uso, mas, óbvio, não é a 8ª maravilha do mundo, mas quebra um galhão às vezes. Este tipo de algoritmo é complicado, dada as nuances de cada idioma e, claro, a perfeição é uma meta ainda longe, mas as melhoras são sensíveis, principalmente para quem conheceu o Babelfish em seu início.