Estamos começando 2018. Ano Novo, vida nova, mas com certeza teremos os idiotas de sempre. Até que eles têm estado em menor número, mas vai saber! Sempre poderemos nos surpreender com as novas sandices, incríveis loucuras desvairadas e xingamentos em profusão. Esperar que essa ralé tenha um mínimo de noção? Isso é um sonho tão tolo que só rindo, mesmo.
Então, taí. Curtam o novo ano, festejem, mas com responsabilidade. Euestarei aqui, como um guardião silencioso, um protetor zeloso; e sempre que alguém vier tocar o terror nos comentários, eles virarão isso: A VOZ DOS ALIENADOS!

Você espera que o ano que chega seja melhor que o ano que passou. Isso TODOS OS ANOS. Toda vez a reclamação generalizada mimimi esse ano foi uma bvosta´, ficando eu me perguntando como assim a vida dessa gente nunca melhora? Bem, o que se faz, então? Já que a coisa não anda, não custa contar com os poderes do oculto, magias simples que as pessoas fingem que não é que seja magia, são apenas simpatias. Você conhece várias. Todo mundo conhece. Que tal falarmos sobre elas?
Até onde vai a pesquisa científica, e quando é suficiente, a ponto de parar tudo, pois cruzou-se os últimos limites da Ética? Numa época que comitês de ética em pesquisa científica era algo que sequer era aventada, John B. Watson, criador do termo “behaviorism” estava transitando naquela área nebulosa entre o certo e errado. Para saber mais é preciso tudo? Bem, ele não se preocupou com isso, nem ninguém se preocupava. Mas isso até o momento que resolveu torturar um bebê para saber de onde vinha o nosso medo.
Você conhece Papai Noel, o bom São Nicolau. Todo mundo conhece Papai Noel! Ele é a figura natalina mais lembrada, apesar de tão mítica quanto o aniversariante do dia. Com o passar do tempo, a moderna mitologia transformou o Bom Velhinho em alguém que recompensa as criancinhas boas, sendo ajudado por vários duendes. Entretanto, antigamente a história era outra. Ele era ajudado por um ser feio como o Diabo e um demônio que depois virou bonzinho. Afinal, as criancinhas ruins não iam se unir sozinhas, né?
Este é o 11º texto de natal que eu escrevo no Ceticismo.net. Eu não me canso de escrever, mesmo que muitos questionem como um site cético pode gostar de Natal, Jesus etc. Eu gosto da figura filosófica de Jesus, independente do que eu ache sobre ele enquanto figura histórica. Eu gosto do Mestre Oogway. É uma tartaruga falante que é mestre de Kung Fu, e daí? É um bom exemplo e ensina muito. Eu vejo Jesus assim. O que não me obriga a aceitar toda a Bíblia como verdade.
A religião caminha com o Homem há séculos. Vimos até agora vários fenômenos psicológicos, e eles explicam por que as pessoas estão em alguma religião, e, mais importante, por que tudo lá, para elas, faz sentido, e como elas agem enquanto religiosos.
Em junho eu tinha aceitado o desafio do arroz. Alguns idiotas acham que só colocar palavras de amor e compreensão deixam o arroz num pote intacto, mas se você colocar xingamentos e ofensas, o arroz fica nojento.
Em vídeos anteriores eu mostrei como nós somos influenciados por outras pessoas, tentando fazer parte de um grupo. Você é submetido a um teste e acaba respondendo de acordo com a manada. Mas e quando você inconscientemente influencia outros; e estes outros inconscientemente são influenciados pela sua influência inconsciente? Parece loucura, certo? Até poderia ser, mas não. É mostra como nosso cérebro é bugado.