Por essa, nem as Ovelhinhas do Vaticano esperavam! Os muçulmanos já são quase 20% da população mundial. E isso que diz é o próprio Vaticano! Durante séculos, o catolicismo desfrutou o privilégio de ser a religião com o maior número de fiéis.
O número de muçulmanos superou, pela primeira vez, o de católicos, fazendo do Islamismo seja a religião com maior número de adeptos no mundo, de acordo com o próprio Vaticano. Você esperava por isso? Nem ninguém. E isso está sendo uma séria preocupação.
De acordo com a BBC, dados recolhidos em 2006 indicam que 19,2% da população mundial é formada por muçulmanos, enquanto 17,4% são católicos. E isso fora dito pelo editor do Anuário Pontifício, monsenhor Vittorio Formenti, em entrevista publicada na edição deste domingo do jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano. Continuar lendo “Há mais muçulmanos do que católicos, diz Vaticano”

Nem só de DaVinci e Michelângelo vive a arte sacra. Alguns artistas também enveredaram para a retratação de passagens religiosas, ainda mais no Cristianismo; mesmo porque, o Islamismo proíbe que que sejam retratadas figuras de seres vivos, e se for de Maomé, danou-se: Homem-Bomba na certa!
Este artigo foi concebido como uma introdução geral ao ateísmo. Embora haja tentado ser o mais neutro possível, deve-se sempre ter em mente que este documento representa apenas um ponto de vista. Aconselho fortemente que cada um faça a leitura no intuito de tirar conclusões próprias sobre o assunto.
Sejamos sinceros, tem algo de muito, MUITO, errado com a humanidade. Não que as pessoas sempre foram boazinhas, nunca houve guerra, mortes assassinatos e nem a pedofilia.
Enxames de micro-robôs atuando cooperativamente não são um conceito novo (
Uso excessivo de computador deveria ser considerado um vício e incluído na lista de distúrbios clínicos reconhecidos oficialmente, de acordo com um psiquiatra americano.
No século XVI, o Protestantismo apareceu com uma intuição muito válida e oportuna: restaurar a estima e o culto da suposta “Palavra de Deus”, com todo o seu poder de santificação. Martinho Lutero revoltou-se com a absurda venda de indulgências e determinou que aquela não devia ser a forma que as pessoas pudessem adentrar o reino dos céus. Os reformadores bem que tentaram abrilhantar, digamos assim, o Cristianismo numa única “Igreja de Cristo”. Afinal, a Palavra de Deus na Bíblia, em tese, deveria remeter constantemente à “Palavra” viva da Tradição Oral, que passa de geração em geração.
Os católicos perderam a calma e partiram pra porrada! Ignoraram os preceitos lindinhos do Príncipe da Paz, Rei dos Reis, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Filho do Homem, blá blá blá… entre outros epítetos idiotas de um ser mitológico que não é levado a sério por nenhum historiador sensato – o famoso Mega Star da Palestina, Jóquei de Jegue, Grão Cavaleiro do Burrico, J³, Jay Cee etc. Ah, também o chamam de Jesus, mas isso não é importante agora.
Muitas culturas têm um deus. E considerando que todas essas culturas são diferentes entre si, todos esses deuses acabam sendo diferentes entre si também.
Você sabe como Jesus é, certo? Cabelos levemente cacheados, barbudo, alto e com cara de quem nasceu na Palestina, não é mesmo? Mas, aí somos obrigados a perguntar: Tem certeza? De onde você tirou esta idéia? Você sabe como era a aparência do X-Man Palestino ou sabe apenas a descrição que lhe disseram? Para ser sincero, eu acho que você deveria rever os seus conceitos.