Ah, o Inferno!! Aquele lugar maravilhoso de sofrimento eterno, onde o fogo que nunca se apaga e a besta voraz, que rói sem clemência, irão nos torturar e atormentar para sempre. O mundo pós-vida onde seremos impingidos de dor e sofrimento, gritando e implorando por uma misericórdia que nunca virá, por séculos e mais séculos, a mando de um deus justo, bondoso e que nos ama infinitamente.
Aquele belo recanto agradável que os amantíssimos religiosos – ciosos de seu amor cristão – fazem questão que nós, céticos, sejamos jogados para nunca mais sairmos de lá. :-D
Infelizmente, para os religiosos, aí está mais um sério problema teológico: O que é o Inferno? Onde ele fica? De onde veio esse mito? Será inteiramente bíblico? Hummm… É exatamente isso o que examinaremos agora.
Os toscos religiosos podem sapatear, espernear, arrancar os cabelos e esbravejarem o quanto quiserem; mas não há NENHUMA menção de “Inferno” – como sendo um lugar de tormento eterno – na Bíblia, conforme as religiões cristãs pregam. A bem da verdade, o que temos são traduções canhestras de quatro palavras diferentes: Sheol, Hades, Geena e Tártaro. Senhoras e senhores, peguem as suas roupas de amianto e me acompanhem, pois este será um artigo quente. :twisted:
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Quando a gente fala que de cara limpa ninguém acredita nas pataquadas da Bíblia, me chamam de herege e que eu irei arder no inferno, depois de sofrer muito aqui na Terra com um câncer, que minha mulher vai me trair, meus filhos se transformarão em lumbrigas e que Jesus me baixará a porrada, entre outras coisas lindas saídas do amoroso coração dos
É possível que haja uma moralidade sem religião? É necessário existir um deus ou deuses de modo a que isso se torne indispensável para a moralidade? O fato de que algumas pessoas não são religiosas, as impedem de ser, automaticamente, morais? E se a resposta a estas questões exigirem a crença em uma divindade, qual das religiões é o real fundamento para a moralidade? A grande constatação é que ao olhar-se o quadro mundial dos dias de hoje, é possível afirmar que existem conflitos em número equivalente ao das religiões e pontos de vista religiosos.
Por Voltaire
Quando desci do avião, uma pessoa me esperava, tendo nas mãos um papel com o meu nome. Era o motorista que os organizadores da conferência de cientistas na TV amavelmente haviam me providenciado. “Permite que lhe faça uma pergunta?” ele disse, enquanto esperávamos minha bagagem. “Não dá confusão você ter o mesmo nome do daquele cientista?” Eu não entendi. Estaria ele me gozando? “Sou eu o cientista”, respondi. Ele sorriu: “Desculpe. Pensei que você tinha o mesmo problema que eu”. Estendeu a mão e se apresentou: “Meu nome é William F. Buckley”. O nome era muito parecido com o de um polêmico entrevistador de televisão. Já no carro, me confessou que estava encantado por saber que eu era “aquele cientista” e indagou se havia algum inconveniente em que me fizesse algumas perguntas sobre ciência; mas não foi sobre ciência sobre o que falamos.
Alguns anos atrás, alguém da Microsoft percebeu que eles tinham um pequeno probleminha de recursos. Recursos humanos para ser específico. Eles tinham um monte de vagas abertas (milhares, para ser exato ;-)) e um monte de aplicações em desenvolvimento (centenas de milhares). Não era fácil designar o programador certo para a aplicação certa. Então eles decidiram reinventar a Entrevista de Emprego.
O que é que as pessoas comuns pensam quando as palavras ciência ou cientista são mencionadas? Faça você mesmo um exercício. Feche os olhos e veja que imagens vêm à sua mente.