Para os idosos como eu, 1985 é apenas uma época que nós vivemos. É o passado (distante?) hoje, mas na época era o presente e acenava o futuro. Um dos mais famosos filmes da época era, com certeza, De Volta para o Futuro, com o pouco conhecido Michael J. Fox. Em 3 de julho de 1985, De Volta para o Futuro foi lançado nos cinemas americanos e se tornou um dos ícones desta época, a Geração Anos ’80, juntamente com os filmes de John Hughes.
Há 25 anos, o jovem Marty McFly acidentalmente entra numa máquina do tempo (um DeLorean, já que se é pra fazer uma coisa, que seja com estilo) e acaba em 1955. Mas não é bem isso que eu gostaria de abordar e sim perto do final, já em 1985, onde o Dr. Emmet Brown, numa clara referência ao Dr. Wernher Von Braun (Céus, eu preciso mesmo colocar link para saberem quem é?), pega seu DeLorean e diz que vai para o futuro, que seria o ano de 2010. E hoje, 5 de julho de 2010, estou esperando o Dr. Brown (interpretado pelo ator Christopher Loyd) aparecer aqui na rua, mas algo me diz que não será bem assim…

Você ainda tem alguma ilusão como o mundo antigamente era tranquilo de se viver e o bicho-homem é o único a colocar medo em todo mundo, recentemente? Com certeza você não viveu no tempo de Leviatã, que longe de ser um ser mitológico, era bem real. E malvado. E ruim, e perverso e comedor de baleias! Leviatã era uma cachalote tão bad ass que faria Moby Dick sair correndo ao berros (sim, eu sei que baleia não berra. Sim, eu sei que baleia não corre). Mas, imagino que o maluco do Ahab seria doido suficiente para ir atrás dela, que arrancaria dele algo mais do que apenas uma perna sem graça.
Muito prvavelmente, você faz uso vez por outra do Google translator. Até eu uso, mas, óbvio, não é a 8ª maravilha do mundo, mas quebra um galhão às vezes. Este tipo de algoritmo é complicado, dada as nuances de cada idioma e, claro, a perfeição é uma meta ainda longe, mas as melhoras são sensíveis, principalmente para quem conheceu o Babelfish em seu início.
O que mais se vê por aí é político virando religioso de uma hora pra outra. Fernando Henrique Cardoso é um perfeito exemplo: ateu de carteirinha, mudou de prosa e até disse, quando em campanha em Mauá e Jundiaí, que era “mulatinho”. O
Arquimedes é conhecidíssimo de quem estuda História da Ciência, mesmo que por alto. Ao que se sabe, ele teria nascido em cerca de 287 A. E.C., em Siracusa, na Sicília e, antes que você pense besteira, ele não era mafioso. Muitas histórias rondam Arquimedes, mas sabe-se que ele era um notável matemático e inventor. Uma das mais conhecidas é quando Hierão, rei de Siracusa, mandou fazer uma coroa e ficou desconfiado do ourives. Daí, chamou Arquimedes para resolver o problema. Arquimedes, ao tomar banho de
Em Ciência é comum esforços diferentes acabarem num bem comum. Trabalhos de anos e mais anos acabam se intercruzando e podem, juntos, ser a chave para a resolução de muitos problemas. Os cientistas da Universidade de Harvard e de Yale são um pleno exemplo disso. Enquanto uns pesquisam um substituto eletrônico para o pulmão, outros pesquisam tecidos pulmonares inteiramente feitos em laboratório. E sim, eles funcionam!
Olhe para suas mãos e pés. Algum dia, um de seus ancestrais olhou para eles também, só que viram apenas nadadeiras. No final do período Devoniano, há cerca de 365 milhões de anos, criaturas similares a peixes resolveram se aventurar em águas rasas, até chegar à terra. Aí começa a nossa história, quando nossos ancestrais se fxaram em terra, enauqnro que alguns “primos” voltaram para a água. Antes, nossos ancestrais tinham o equivalente a 8 dedos, até que os milênios de mutação e seleção natural deixou-nos com apenas 5, e já fazemos muita coisa com eles.
Olhando-nos no espelho, não parecemos grande coisa. Ossos não muito grossos, um corpo frágil, sem garras e/ou presas. Com certeza, não somos predadores; o que nos diferencia (mas não muito) de outros animais é que usamos estratégia, mas isso outros mamíferos também usam, como é o caso dos grandes felinos.
Pompeia é o que pode se dizer de emblemático. Como uma ação natural violenta pode liquidar de uma vez só todos nós, pobres macaquinhos pelados, sem aviso nem nada. A erupção do vulcão Vesúvio, ocorrida no ano 79 E.C., matou tudo o que estava ao seu redor. A Natureza nunca teve nada de boazinha. Toneladas de pedras, cinzas e morte caíram do céu, soterrando a cidade por 1600 anos, até que as ruínas foram descobertas e o horror do que aconteceu naquele fatídico dia 24 de agosto veio à tona.