Artigos da Semana 120

Ufa! Passei o dia todo escrevendo e só agora pude colocar os posts da semana. Espero terminar amanhã, mas é tão legal e envolvente o tema, dando vários desvios e me forçando a ficar no tema central. Sentia falta disso.

Enquanto eu termino e (espero)  poder postar amanhã, vai vendo o que postei esta semana.

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Os horripilantes casos de enterros prematuros

Algo de errado no ar. A respiração está difícil, pesada, a poeira entra pelas narinas. Um mexer das mãos bate com um som surdo. Madeira. A tentativa de mexer as pernas é infrutífera; não há espaço! Olhos se abrem, mas o que se vê é a escuridão aterradora, o corpo tenta se sacudir, mas a única coisa que se pode perceber é que está preso dentro de uma caixa. O grito de horror finalmente sai da garganta e é horrível, mesmo para a única pessoa capaz de ouvir: a mesma que gritou. O destino está selado… selado dentro de um caixão! E a desafortunada pessoa jazia ali, enterrada viva, e seus próximos minutos serão de uma agonia atroz enquanto cada molécula de oxigênio é consumida e a morte virá por asfixia.

Você já se perguntou do porquê de haver velórios? Não apenas pelo inveterado sadismo do Cristianismo, os velórios vieram por causa de um medo patológico: as pessoas serem enterradas vivas. Isso tem até um nome: Tafofobia. Continuar lendo “Os horripilantes casos de enterros prematuros”

Bichinho de estimação abala corações no concurso de pets

Em novembro do ano passado, o caos tomou conta do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Como se aquele aeroporto que mais parece uma rodoviária já não tivesse problemas suficientes, um casal tentou embarcar num voo internacional da companhia aérea KLM. O casal queria embarcar com um coelho. A empresa disse que não podia, o casal alegou que era animal de suporte emocional, ainda não deixaram, o dono do coelho teve ataque de piti, quebrou tudo, rodou a baiana e foi um deus nos acuda. Sim, o casal era formado por jovens., como você adivinhou? Agora, a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) permite que coelhos vão na cabine junto com os adultos infantilizados.

Uma mãe de pet na Filadélfia, EUA, acha que se um animal fofinho (como oncinha pintada, zebrinha listrada e coelhinho peludo) pode ser um animal de suporte emocional, o aligator dela também pode. E conseguiu! Continuar lendo “Bichinho de estimação abala corações no concurso de pets”

Artigos da Semana 119

Hoje é domingo, dia de debate na TV. Aquele debate que eu não vou ver, já que eu sei bem em quem vou votar: ninguém. Vou ficar em casa, mesmo. Se você é dos meus, gaste seu tempo com coisas mais produtivas, como ver os artigos que postei esta semana.

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A Verdadeira História da Morte

Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!

Manoel Bandeira

Se há uma coisa realmente democrática, essa coisa é a Morte. Ela chega para todos nós, brancos, negros, indígenas, amarelos, inuítes etc. Todo mundo nasce, todo mundo vive um certo tempo, todo mundo morre, e isso é válido para todos os seres vivos. Não por acaso, todas as culturas tiveram e têm sua representação da Morte; entretanto, a mais usual hoje – e que permeia a nossa imaginação – é o Ceifador, usando um manto preto, capuz escondendo o rosto e uma enorme foice, daquelas que é preciso usar duas mãos para se usar. O Ceifador (em inglês, Grim Reaper) tornou-se parte da cultura pop, um ícone reconhecido através o mundo em livros quadrinhos, programas de TV, filmes e jogos como um indefectível símbolo da Morte. Como chegamos nessa figura sinistra, que possui diferentes representações, inclusive fofinhas como a Dona Morte do Maurício de Souza? De onde veio esta figura?

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Antigamente era melhor

O quadro acima é do volume de Sandman, quando ele conversa com Hob séculos depois de ele e a Morte terem-no feito imortal. O tiozão reclama das chaminés, pois antigamente erra melhor. Antigamente sempre era melhor. Falam isso usando a mais moderna tecnologia para espalhar aos 4 ventos que antigamente era melhor. Continuar lendo “Antigamente era melhor”

A falta de objetividade

Não há nada que me irrite mais que pessoas que não sabem responder perguntas. Quando eu falo em “saber responder perguntas” não estou falando de saber o conteúdo da pergunta ou saber a resposta certa. é a real incapacidade de responder perguntas simples, daquelas baseadas no SIM ou NÃO. Pessoas que SEMPRE têm que emendar alguma coisa.

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O triplo ano passado em Bolzano

Alguns lugares são fantásticos, e dentre eles é Bolzano, uma  província autônoma da Itália, também chamado Alto Ádige ou Tirol do Sul. Tendo uma área de quase 7.400 km², Bolzano faz fronteira com a Áustria e a região é extremamente bonita, valendo até fazer um timelapse.

Fizeram.

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Eles estão voltando. Aos poucos, mas estão

Eu tenho estimulado (aka, enchido o saco) para as pessoas fazerem seus blogs, contarem as suas histórias, relatarem o que lhes acontecem, escreverem ficção, ou nem tanta ficção assim. Gente como o Lawi3t’s. Parece que, sim, os blogs podem voltar.

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Moradores de cidade indiana tem chilique por causa do nome

Nomes são uma coisa… curiosa. E isso se deve à peculiaridade das palavras: elas podem mudar de significado. Isso acaba gerando certos desconfortos, como foi o caso de uma cidade de Ranchi, que está exigindo a mudança de nome da delegacia. O problema é que o nome usado é “Chutia”.

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