Áureos tempos em que publicações “educativas” vindas da Suécia satisfizeram a curiosidade de muitos adolescentes. Agora, a sacanagem que eles fizeram foi em termos de religião, mas não da maneira que você está pensando. Nada de manual de sexo para casais católicos, ou o caso da vagabunda seguidora de Cristo (não, não estou falando de Madalena nem da Sonia Hernandes). Não, a notícia hoje é sobre a Igreja Luterana que resolveu não só aceitar, como deu (ops) o maior apoio para casamentos homossexuais, contrariando seu próprio livro religioso.
Coloquem suas perucas, vistam-se com lantejoulas e calcem patins, porque esta é sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Igreja Luterana da Suécia aprova casamentos gays”

O archaeopteryx sempre foi uma pedra no sapato dos pobres coitados que acham que o mundo veio do nada, onde as plantas apareceram antes do Sol e das estrelas. Ele foi até taxado como sendo uma fraude, mas como sempre, estavam errados. Ele é real, ele existe e foi um marco na história biológica, pois foi um dos primeiros fósseis intermediários encontrados, logo após a publicação da Origem das Espécies, de tio Darwin. Talvez, por isso, tenha havido um certo ceticismo sobre sua veracidade, mas exames e análises determinaram sua autenticidade.
Sempre relacionaram fé e economia; mas péssimos administradores estão presentes em todas as corporações. Quando não ficam de olho nos funcionários, deixando-os fazerem o que querem, violando leis e cometendo odo tipo de iniquidade, o resultado não pode ser outro: falência. E com algumas religiões, isso fica bem evidnciado, como no caso de uma diocese católica do Estado norte-americano de Delaware, a qual entrou com pedido de falência na noite de domingo (18/10) na véspera de um julgamento.
Em tempos de web 2.0, informação a um clique de mouse, em cima do olho, de
José Saramago é um dos mais importantes nomes da literatura de língua portuguesa, sendo seu único representante a ganhar o mPrêmio Nobel de Literatura. Saramago, além disso, nunca foi o que se pode dizer de “chegado às religiões”, mesmo porque, ele é ateu. (pausa pra chuva de pedras, vinda de algumas iletradas Ovelhinhas do Senhor).
Diz a verdade: Depois de correr de manhã, puxar ferro por umas duas horas, fazer step, aeroboxe e ficar rebolando em alguma academia, tentando enganar que está malhando, você acha sinceramente que é o tal, com seu muque inchado, onde você tatua algum bicho malvado, tentando impressionar acéfalas? Você é digno de risos! De longe perderia para um primo seu da Antiguidade. Até mesmo uma mulher neanderthal te surraria tranquilo, amiguinho. Você não passa de um molenga, um molóide, um panaca que só fez encher o rabo de anabolizante e agora nem precisa se preocupar se a cueca tá apertando, pois tudo lá embaixo encolheu… não que você fosse usá-lo para algo além de canal excretor.
A Seleção Natural fez maravilhas com os seres vivos, desde que não passavam de procariontes, com sua zona desgraçada dentro de suas células, onde o material genético estava largadão. Seria como se seu cérebro compartilhasse a vizinhança com seu intestino, o que não é muito diferente de muitas pessoas que eu conheço. Uma das poucas coisas que a Seleção Natural não nos capacitou foi gravar uma série de símbolos aleatórios, que usamos de forma ordenada afim de representar nossos grunhidos e sons que emitimos, pela bnoca ou outros locais, aos quais chamamos de “letras”. Usamos as palavras e as reconhecemos facilmente, pois elas possuem significado. Por exemplo, se eu disser “Júlia Paes”, você criará em seu cérebro um símbolo icônico de conteúdo reprodutivo (ou não); já algo como bru3aJamesasp4t não diz quase nada. “Quase” porque eu aposto a alma da Paula como vocês leram o “James” lá no meio. No entanto, Vasw9t2hux6na3rw parece no máximo o nome de algum polonês exposto num quadro de clínica oftalmológica. É por essas e outras que temos grandes problemas em lidar com senhas, que devem (ou deveriam) ser garantia de segurança aos seus usuários.
As pessoas acreditam em quaisquer bobagens. E hoje, há a demanda para tudo ser ecológico, sequestrar carbono (isso vale pra carvão e diamantes?), proteger bebês-foca e evitar o buraco
Hoje é dia do professor. Aquela figura que todos dizem que é importante, mas que é vilipendiado, exorcizado, desprestigiado, ridicularizado, odiado, pisado, xingado, ofendido, mas que um simples “puxa, professor, agora eu entendi” compensa tudo.
Há anos que eu ouço a mesma ladainha: “Para que eu quero aprender isso?”. De certa forma, os alunos têm uma certa razão, pois ensina-se muitas bobagens inúteis e complicadas sem um motivo do porquê. Eu, por exemplo, acho totalmente tolo ensinar regra de Hund, configuração eletrônica em subníveis (eu concordo que se ensine configuração em níveis), números quânticos etc. Mas o maldito vestibular dita as regras e o ENEM não mudará esse quadro.