Qual a semelhança entre jacarés, aves e dinossauros? Novas descobertas mostram que quando os dinos começaram a dominar a Terra, havia menos oxigênio atmosférico do que existe hoje em dia. Tomando por base indícios de ancestrais comuns às aves e aos répteis, a descoberta traz novas reflexões sobre nossa compreensão do processo evolutivo de jacarés e aves.
No caso de nós, humanos – bem como outros mamíferos -, o ar flui para dentro e para fora dos pulmões; o tipo de coisa que você já está careca de saber. Quando o ar é inalado, move-se através de camadas progressivamente menores e ramificadas chamadas de “brônquios”, até chegarem aos alvéolos pulmonares (preciso dizer onde eles ficam?). Lá, acontece a troca gasosa do oxigênio pelo dióxido de carbono, onde a hemoglobina é o veículo dos gases. Nada demais até aí, e até minha avozinha sabe disso. Entretanto, nas aves o ar que é inalado e flui somente em uma direção em um loop contínuo. Em vez de despejar oxigênio em alvéolos, o oxigênio passa por tubos de transferência dentro dos pulmões, chamados “parabrônquios”, através do qual o ar flui em uma única direção antes de sair do pulmão. Continuar lendo “Jacarés respiram como as aves, dizem cientistas”

Se você curte cinema, deve ter se lembrado do filme
Eu pensei que ia dar o assunto “Haiti” por encerrado, já que isso tá enchendo o saco, já. Daí, eis que eu recebo por e-mail a maravilhosa notícia sobre o que uma tosca entidade cristã americana (desculpem o pleonasmo) resolveu contribuir para com o sofrido povo de um país devastado, sem expectativa de ver uma nação erguida de novo. A contribuição foi sob a forma de… BÍBLIAS! U-huuuuuuuu!
É famosa a história da maçã que caiu na cabeça de Isaac Newton e, assim, ele teve a inspiração para investigar a natureza da atração gravitacional, culminando na lei da gravitação universal, onde dois corpos agem entre si, atraindo-se mutuamente, cuja força é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distâncias que os separam. A verdade, porém, não é bem assim. Newton n]ão recebeu uma maçã no quengo e – voilà! – toda a sua pesquisa apareceu por encanto. Quem relatou o ocorrido foi William Stukeley, um de seus biógrafos.
“Sangue é vida!”
Os recifes de coral em todo o mundo têm tomado uma surra ao longo das últimas décadas. As temperaturas de aquecimento de água e o aumento da acidez nos oceanos têm trazido problemas aos corais, pois além de atacar o carbonato de cálcio, impede-se que os corais (que são os animais e não as estruturas) possam produzir mais. E é o carbonato de cálcio (ou calcário, CaCO3) que forma a estrutura que vemos (e nos arranhamos), e recebem o nome de “recifes”. O “bichinho” em si não é aquela estrutura. Os corais são cnidários e vivem naquela estrutura calcária, que podem ter dimensões imensas, como a Grande Barreira de Coral localizada na costa da Austrália.
Eu estava pensando em colocar uma atualização no artigo sobre as
Você pode dizer, sem precisar sequer olhar, se você foi furado por um alfinete ou queimado por um fósforo. Mas como? Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e da Universidade da Califórnia, San Francisco (UCSF), demonstraram que possuímos esta diferenciação sensorial que se inicia na pele, mediante diferentes populações de neurônios sensoriais – chamados nociceptores – que respondem a diferentes tipos de estímulos dolorosos.
Para larga maioria das pessoas, computadores se resumem em acessar a Internet e postar besteiras nos Orkuts da vida, servindo de modelo para a imbecilidade humana, virando vedete dos sites que mostram as tosqueiras que andam naquele ninho de aborrecentes acéfalos.
Atacama, no Chile, é um lugar desolado. É considerado o deserto mais alto e mais árido do mundo, onde em algumas partes não chove há centenas de anos e a baixíssima umidade torna-o não só um lugar completamente inóspito, como o paraíso dos astrônomos. Um dos maiores pesadelos para alguém que vasculha o firmamento, em busca de corpos celestes é a umidade, que causa distorções ópticas nas imagens trazidas pelos caríssimos telescópios. Dessa forma, cientistas preferem um lugar onde haja pouca umidade atmosférica e o Atacama é um verdadeiro Nirvana para isso.