Mais mitos da Ciência

Eu já tinha falado antes sobre alguns mitos que as pessoas acreditam, sem nenhuma comprovação científica, apesar de acharem ser científico por um motivo ou outro. Isso é legal, pois nos tira da zona de conforto do senso comum, além parar com muitas bobagens sem sentido que são divulgadas por aí e as pessoas insistem em continuar repassando.

Mitos que as pessoas propagam como se tivesse o mínimo de comprovação científica existem aos milhares. Dessa forma, resolvi postar um vídeo com mais alguns desses mitos da ciência. Divirtam-se

Continuar lendo “Mais mitos da Ciência”

Os melhores artigos de 2017 parte 2

E aqui estamos de novo. Ontem foi a parte 1 dos melhores artigos do ano de 2017. Aqui vai a minha segunda relação.  Tem horas que eu penso se não exagero. Outras vezes eu queria colocar mais artigos.  Muitos desses links relembrando os artigos não são clicados, eu bem sei disso. Mas e uma forma de eu me lembrar. Muitos deles eu sequer lembrava que escrevi e passar por cada um deles me faz querer reler tudo… e eu releio (mas não todos).

Bem, tai a minha relação. Vocês podem colocar seus artigos favoritos nos comentários, também. e se vocês clicarem em pelo menos um link se lembrando junto comigo do artigo que eu escrevi, será algo muito importante.

Continuar lendo “Os melhores artigos de 2017 parte 2”

Os melhores artigos de 2017 parte 1

Todo ano eu coloco uma seleção daqueles que eu considero os melhores artigos. Claro, muitos eu tenho que deixar de fora. Gosto de todos eles. A seleção é na base de “hummm, esse, esse não, aquele sim, esse outro…”. É praticamente a minha opinião de como eu me lembro do artigo e como eu o escrevi.

Esta é a parte um desta seleção (serão duas partes, no total). Que tal vocês colocarem a seleção de vocês nos comentários?

Continuar lendo “Os melhores artigos de 2017 parte 1”

O Experimento de Harlow e a Teoria do Apego

Qual a origem do amor? Por muito tempo ficou-se com medo de pesquisar sobre isso. Ninguém queria que um sentimento tão sublime fosse escrutinado pela Ciência. E se a resposta minimizasse o sentimento a alguma coisa tão… simples? Como explicar o amor que temos por nossas mães?

Bem, um pesquisador chamado Harlow resolveu testar de onde vem o nosso amor por nossas mães e como podemos fazer para usar esse fator para melhorar como nós mesmos interagimos com nossos filhos. O experimento que ele idealizou foi o ponta-pé para a chamada Teoria do Apego.

Continuar lendo “O Experimento de Harlow e a Teoria do Apego”

Voz dos Alienados 98

Estamos começando 2018. Ano Novo, vida nova, mas com certeza teremos os idiotas de sempre. Até que eles têm estado em menor número, mas vai saber! Sempre poderemos nos surpreender com as novas sandices, incríveis loucuras desvairadas e xingamentos em profusão. Esperar que essa ralé tenha um mínimo de noção? Isso é um sonho tão tolo que só rindo, mesmo.

Então, taí. Curtam o novo ano, festejem, mas com responsabilidade. Euestarei aqui, como um guardião silencioso, um protetor zeloso; e sempre que alguém vier tocar o terror nos comentários, eles virarão isso: A VOZ DOS ALIENADOS!

Continuar lendo “Voz dos Alienados 98”

Um luar mágico para um ano mágico

Hoje é o primeiro dia do ano de 2018. Começa mais um ciclo ao redor do Sol. Chamamos isso de ano, e este que vem é mais um dos muitos que vivi, mas não será como os anteriores. Nunca são a mesma coisa. Alguns sempre dizem “Graças a Deus que o Ano Acabou”. Falam isso TODO ano. Eu não sei, acho que sou um afortunado por esperar o melhor a vir, sem amaldiçoar o que se foi. Um ano pode ser ruim, mas eu fico impressionado que para certas pessoas nunca está bom. Eu nunca penso assim. Eu vejo a chegada do ano Novo como um luar.

Continuar lendo “Um luar mágico para um ano mágico”

Seja um explorador com um livro para colorir

Teve uma súbita modinha de livros para colir, como o Jardim Secreto e similares (acho que o título era esse e dei tanta importância que nem pesquisar eu vou). De qualquer forma, cada um faz o que quiser com seu dinheiro, desde que em conformidade com as leis vigentes.

Tempo passou e esqueceram da modinha, mas uma editora pensou: e que tal usar livros para colorir para divulgar Ciência?

Continuar lendo “Seja um explorador com um livro para colorir”

O Experimento com o Pequeno Albert

Até onde vai a pesquisa científica, e quando é suficiente, a ponto de parar tudo, pois cruzou-se os últimos limites da Ética? Numa época que comitês de ética em pesquisa científica era algo que sequer era aventada, John B. Watson, criador do termo “behaviorism” estava transitando naquela área nebulosa entre o certo e errado. Para saber mais é preciso tudo? Bem, ele não se preocupou com isso, nem ninguém se preocupava. Mas isso até o momento que resolveu torturar um bebê para saber de onde vinha o nosso medo.

Neste vídeo, eu conto a história do Pequeno Albert e de como devemos ter em mente que para tudo tem limite.

Continuar lendo “O Experimento com o Pequeno Albert”

Como nossos olfatos viram memórias de longo prazo?

Feche os olhos. Pense naquele almoço de domingo, com aquele assado especial e a deliciosa sobremesa que sua avó preparou. Pense quando você foi ara o litoral e sentiu o cheiro do mar pela primeira vez ou quando você foi ao seu primeiro encontro e sentiu o cheiro da pessoa amada, toda perfumada. Nossa memória afetiva é excelente para guardar sons, imagens e até mesmo aromas. Todas essas memórias são armazenadas na memória de longo prazo (porque, DÃÃÃÃ, você se lembra por muito tempo). Mas como esses aromas são armazenados no cérebro por muito tempo? É o que uma pesquisa alemã procura responder.

Continuar lendo “Como nossos olfatos viram memórias de longo prazo?”

Cientistas desenvolvem técnica para tratamento de doença neurodegenerativa (não é Alzheimer)

Ninguém gosta de ficar doente, mas algumas doenças são piores que outras, e isso é um fato. Um desses exemplos é a ataxia de Friedreich. Esta tristeza é uma doença neurológica caracterizada pela queda de coordenação nos movimentos musculares, acabando com que a pessoa não consiga nem mesmo ficar em pé. Esta doença neurodegenerativa é hereditária e autossômica recessiva, afetando cerca de uma criança entre 22 mil. Este número pode variar até dois nascimentos em 100 mil, e isso já é muita coisa. Normalmente, se manifesta entre 5 e 15 anos de idade, começando por problemas de locomoção ao andar, evoluindo até o quadro de haver deformidade dos pés e escoliose. Ruim o bastante? Calma que esta tristeza ainda acarreta em diabete e afeta seriamente o ritmo cardíaco, além de causar cegueira entre outros problemas que irão variar de pessoa para pessoa e se se pode ter certeza de uma coisa, é que vai ficar muito pior.

Num comentário de um dos meus vídeos, um imbecil falou que ciência só serve para enganar pessoas burras. Seria ótimo se a ciência pudesse apenas ignorar a doença e erradica-la de vez, mas como fazer isso, se até agora não se conseguia simular os sintomas em sua totalidade em ratos?

Bem, frise-se o “até agora”.

Continuar lendo “Cientistas desenvolvem técnica para tratamento de doença neurodegenerativa (não é Alzheimer)”