Em Aliens, o Resgate, Sigourney Weaver entra em campo para sair na porrada com o bicho-feio-babão. Como "na mão" ela não seria idiota de fazer, ela vem com um exoesqueleto imenso. Isso é recorrente em várias obras de ficção científica e nem é mais tão ficção assim, já que engenheiros japoneses mostraram em 2009 que apetrechos assim são plenamente viáveis (vídeo AQUI).
Isso, por si só, já é algo e tanto, mas sempre queremos coisas melhores. É o natural em termos de evolução do conhecimento. Um exoesqueleto assim é muito útil, mas tem problemas por ser grande e desajeitado. Muito bom para serviço pesado, mas deficiente em termos de sensibilidade. Não seria legal se pudéssemos mover máquinas e sentir o mundo através delas, através do mais importante dos sentidos? Sim, seria e é no que o pesquisador Miguel Nicolelis está avançando, conseguindo que macacos tivessem uma real sensação tátil ao manipular objetos que em fato não existem. Mas hein?

A dislexia é um dos maiores problemas a serem enfrentados em sala de aula. Ainda mais porque ela é mais comum do que parece e os pseudocientistas do curso de Psicologia achavam que ela era decorrente de problemas comportamentais, como coisa que eles falem algo diferente disso. Bem capaz de dizer que dengue é apenas um problema comportamental e com terapia passa.
Obviamente, esta notícia é patrocinada pela indústria da morte, onde criaturinhas éticas são dilapidadas em prol da sanha onívora que quer aniquilar os pobres coelhinhos (se fosse como vós, tirava a mão do bolso…). Estudos recentes demonstram que uma dieta com baixa concentração de vitamina B12 acarreta em problemas cognitivos, devido à diminuição do volume ocupado pelo cérebro. Obviamente, os éticos vegans dirão que isso é mentira, e não passa de um ardil dos onívoros de forma que você coma defunto (ou alguma metáfora retardada criada pelos seus cérebros atrofiados).
O cerebelo é uma pequena parte de nosso cérebro. Tão pequena quanto importante. Não é à toa que ele tem este nome, que significa "pequeno cérebro". Sua função primordial é manter nosso sistema de equilíbrio em perfeita ordem, bem como controlar nossos músculos em movimentos voluntários. Assim, o ato de estar digitando estas palavras é prova que meu cerebelo está funcionando maravilhosamente bem, brigado por perguntar.
As pessoas sabem – ou pelo menos deveriam saber – que nem tudo que tem oxigênio é legal. A isso soma-se o monóxido de carbono, um gás extremamente venenoso para a maior parte dos organismos mais superiores que um fungo. Com os seres humanos não é diferente, mesmo nop caso de alguns humanos que insistem em se comportar pior que um fungo. De qualquer forma, sabia-se até agora que muito pouco podia-se fazer contra envenenamento por CO, como ele é conhecido em sua fórmula química, mas parece não ser bem o caso e, sim, há um processo natural onde as células se protegem contra este safadinho.
Eu sempre leio (o mais que posso) todo tipo de publicação científica. Isso me ajuda a me manter informado, ajuda nas minhas aulas e ajuda a trazer mais informações para vocês. O problema é que muitas dessas publicações são "mais do mesmo". Eu, ainda assim, trago estas notícias à guiza de informar e falar mais sobre algo que (ao menos para mim) é algo que não tem nada de novo, mas é desconhecido por muita gente. Portanto, este será mais um capítulo no Livro dos Porquês.
No
O dióxido de carbono, vulgarmente conhecido como gás carbônico ou, não tão de modo vulgar, CO2) é um dos principais vilões de hoje. Antes eram as bruxas, depois, os comunistas. Hoje, a culpa de tudo recai sobre o coitado do dióxido de carbono, com vistas de dizimarem-no, aniquilarem-no e jogarem pedra
Bom dia, senhor Phelps.
Eu fico contente em saber que vivo num mundo onde a Evolução não existe. Tudo maravilhosamente imutável, onde as espécies não sofrem nenhuma mudança e as pragas podem ser facilmente controladas, pois o mesmo remédio pode ser usado várias vezes, aniquilando de vez aqueles seres malévolos que causam doenças. Infelizmente, bactérias ateias não se dão conta disso e continuam sofrendo mutações, muitas vezes ajudando-as a sobreviver e causar mais problemas ainda, pois deixam de ser vulneráveis aos antibióticos mais fortes, e isso acontece desde muito antes de Noé ter visto a primeira chuvinha de verão ou mesmo do Homo sapiens ter dado as caras nos quintais de acá.