Responda rápido: O que é que faz chamadas telefônicas, é portátil, toca música e até tira foto? Não responda ainda. Este aparelho ainda tem joguinhos, agenda eletrônica, faz vídeo e podemos instalar aplicativos, funcionando até como GPS às vezes? Resposta? Um microscópio portátil!
Bem, quer dizer, eu imagino que a sua resposta tenha sido um telefone celular (ou telemóvel, como chamam d’além mar). Você não está errado se respondeu assim, da mesma forma que eu não estou maluco. Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Berkeley, está desenvolvendo um sistema a ser acoplado em telefones celulares, de modo que possam funcionar como microscópios portáteis, ajudando na detecção de doenças de modo rápido e ágil em lugares de difícil acesso, sem nenhum laboratório decente por perto. Onde quer que esteja, DeForest Kelley deve estar sorrindo agora. Continuar lendo “Cientistas desenvolvem celular que funciona como microscópio”

Um dos maiores sonhos dos escritores de Ficção Científica pode estar mais perto de se tornar realidade do que pensavam! Um cérebro humano artificial pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, segundo Henry Markram, um proeminente cientista sul-africano.
Uma nova técnica para retirada de tumores da cabeça do pâncreas e do confluente bílio-pancreático duodenal já está disponível no Brasil. Da união da laparoscopia – método que introduz cânulas no abdômen, sem a necessidade de grades cortes – com a robótica surgiu o procedimento que promete dar esperança a pacientes que sofrem com tumores na região do pâncreas, o sexto tipo de câncer de maior incidência entre homens, no Brasil.
Até meados de 2010 a Cooperativa de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), que tem cerca de 11 mil associados, principalmente nos estados de São Paulo e Minas Gerais, testará novas ferramentas computacionais que estão sendo desenvolvidas por uma pesquisa conjunta entre as áreas de computação e ciências agrárias no âmbito do Instituto Virtual de Pesquisas FAPESP-Microsoft Research.
Mesmo depois de 40 anos, ainda existem malucos, burros, desinformados, tolos, ignorantes e, em boa parte, fanáticos religiosos, que se recusam a acreditar que o homem realmente pisou na Lua. Como em qualquer caso onde prefere-se a ficção à realidade, malucos diversos pensam que ainda vivem num mundo pós 2ª Guerra e início da Guerra fria, onde os governos faziam tramóias, criavam ilusões, escodiam a verdade do público entre outras sandices, como o caso Roswell (em que acham que tem uma espaçonave lá escondida). Da mesma fora que querem acreditar em qualquer besteira, se recusam a acreditar na Ciência e as evidências que são mostradas. As pessoas são muito estranhas… Mas, será que o homem foi à Lua mesmo? Copmo podemos ter certeza? Quais as principais alegações dos teóricos em conspiração?
A Agência Espacial Brasileira (AEB) deve apresentar nesta semana ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um estudo de uma nova área, fora de Alcântara (MA), para a instalação de uma nova base de veículos lançadores de satélites.
Um estudo das características faciais sugere a imagem da relíquia da Vinci é, na realidade, o próprio rosto que poderia ter sido projetado sobre o pano. O Sudário,
Há exatos 60 anos a Fundação de Pesquisa Gravitacional, nos Estados Unidos, premia autores de artigos científicos considerados importantes sobre temas relacionados à gravidade e à gravitação. Mas em nenhuma edição do prêmio os brasileiros estiveram tão presentes quanto na deste ano, tendo levado um segundo lugar e sete menções honrosas.
A corrida por memórias mais rápidas, de maior capacidade e cada vez mais miniaturizadas parece não ter fim. E provavelmente não terá. Mas agora começou uma nova corrida, à medida que cresce a preocupação com a manutenção dos dados digitais para a posteridade.
Em 2030, a biotecnologia poderá contribuir com até 2,7% do PIB dos países industrializados e ainda mais nos países em desenvolvimento, de acordo com um novo relatório elaborado pela OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development). Para comparação, hoje a biotecnologia responde por menos de 1% do PIB dos países europeus.