Estimativas da quantidade de petróleo que temos extraído do planeta variam largamente. Agora, pesquisadores britânicos publicaram uma nova estimativa no International Journal of Oil, Gas and Coal Technology, que sugere que pode ter utilizado mais do que pensamos.
A ideia de que estamos esgotando o petróleo não é novo, mas nós sabemos o quanto ainda temos de petróleo extraído do petróleo desde os primeiros poços comerciais foram fundados em meados do século XIX? Em 2008, os químicos Istvan Lakatos e Julianna Lakatos-Szabo o da Academia Húngara de Ciências teorizam que menos de 100 bilhões de toneladas de petróleo bruto foi produzido desde 1850 e que a taxa média de produção anual é inferior a 700 milhões de barris por ano. Continuar lendo “Quanto petróleo ainda temos?”

Atenção, Sr. Sulu. Preparar phasers. Armar torpedos fotônicos. Direção do alvo zero-cinco-oito marco 7; distância: alguns milhares de quilômetros. FIRE!!
Isso é um fato. Eu diria uma verdade inquestionável. Uma lei, apesar de não ter nada a ver com a Termodinâmica, já que estamos falando de mentes idiotas e desordenadas e sabemos (quer dizer, os criaBURRIcionistas não sabem) que Entropia não tem nada a ver com desordem.
Atenção, Sr. Sulu. Preparar phasers. Armar torpedos fotônicos. Direção do alvo zero-cinco-oito marco 7; distância: alguns milhares de quilômetros. FIRE!!
Em 1859, Charles Darwin, um dos idealizadores da teoria da evolução por seleção natural, publicou seu livro mais famoso, A origem das espécies. Para esse naturalista inglês, explicar a multiplicação das espécies – segundo ele, “o mistério dos mistérios” – era um desafio.
Focas e leões-marinhos têm de fato um ancestral terrestre, conforme sugeriu Charles Darwin há 150 anos. A confirmação veio com a descoberta no Canadá de grande parte do esqueleto de um animal que viveu há cerca de 24 milhões de anos. A espécie, batizada de Puijila darwini, representa provavelmente uma transição dos mamíferos terrestres para o mar.
A partir de um estudo realizado na Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), um pesquisador desenvolveu e testou um reator para tratamento biológico de efluentes industriais contendo sulfato.
Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).
Um dos grandes problemas envolvendo ligas metálicas – e o terror dos engenheiros – é a corrosão. Além de muitos fatores químicos, físicos e ambientais, ainda existe o fator biológico, já que algumas espécies de bactérias também podem ser responsáveis pelo aparecimento de pontos corrosivos. As bactérias redutoras de sulfato compreendem vários grupos de bactérias que utilizam o sulfato como agente oxidante, reduzindo-o a sulfeto e podem gerar ácido sulfídrico (H2S). Elas são responsáveis por atacar muitas ligas metálicas, principalmente as baseadas em alumínio.
Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).