Um dos grandes problemas envolvendo ligas metálicas – e o terror dos engenheiros – é a corrosão. Além de muitos fatores químicos, físicos e ambientais, ainda existe o fator biológico, já que algumas espécies de bactérias também podem ser responsáveis pelo aparecimento de pontos corrosivos. As bactérias redutoras de sulfato compreendem vários grupos de bactérias que utilizam o sulfato como agente oxidante, reduzindo-o a sulfeto e podem gerar ácido sulfídrico (H2S). Elas são responsáveis por atacar muitas ligas metálicas, principalmente as baseadas em alumínio.
O alumínio possui alto potencial de oxidação e, com isso, ele tem uma grande tendência a se oxidar. No entanto, em presença de oxigênio, ocorre a formação de óxido de alumínio (Al2O3). Este óxido pode ser atacado tanto por bases quanto por ácidos, já que é um óxido anfótero. Assim, em presença de H2S, o óxido de alumínio se desfaz, deixando o metal à mostra e este, em presença de um ambiente ácido, começa a sofrer oxidação. Continuar lendo “Bactérias protegem metais contra corrosão”

Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).
A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.
Restauradores de arte, curadores de museus e cientistas de todo o mundo se reuniram no início de fevereiro em Caracas, Venezuela, para discutir algumas preocupações crescentes com a recuperação de obras de arte e peças de acervos em todo o mundo – especialmente em climas tropicais, onde são mais atingidas por mofo, fungos e insetos. No fórum sobre a Conservação do Patrimônio Cultural pesquisadores destacaram diversas aplicações de , que pode ser prejudicial para objetos delicados, até limpar uma peça com bactérias adequadamente selecionadas.
O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.
Céu azul? Nem tanto. Pelo menos não como costumava ser há apenas três décadas, segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira (13/3) pela revista Science. O estudo, feito por pesquisadores das universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, analisou dados de concentrações de aerossóis desde 1973 e apontou que a visibilidade sobre os continentes tem caído seguidamente.
Céu azul? Nem tanto. Pelo menos não como costumava ser há apenas três décadas, segundo pesquisa publicada nesta sexta-feira (13/3) pela revista Science. O estudo, feito por pesquisadores das universidades de Maryland e do Texas, nos Estados Unidos, analisou dados de concentrações de aerossóis desde 1973 e apontou que a visibilidade sobre os continentes tem caído seguidamente. Vocês podem ler o resumo