À medida que a caçada por planetas semelhantes à Terra se intensifica ao redor de outras estrelas, alguns pesquisadores já investigam como verificar a habitabilidade desses planetas quando forem encontrados, ou seja, não basta encontrar um planeta, é precisa de meios para se determinar se eles são habitados ou não. Daí em diante, é necessário saber se são habitados por seres inteligentes.
Um grupo de cientistas americanos e australianos relatou uma forma bem-sucedida para confirmar a presença de água nos chamados planetas extrassolares, também chamados de exoplanetas (exo = fora; isto é, planetas fora de nossos sistema solar). Pesquisadores testaram suas técnicas no único planeta conhecido, semelhante ao nosso: a própria Terra. Continuar lendo “Luz cinérea dá pistas sobre habitabilidade de exoplanetas”

Não é de hoje que seres humanos queimam florestas para poderem usar a terra, seja como pasto ou como área de cultivo, isso já acontecia há milhares de anos, e isso pode ter influenciado no clima do planeta, por ter aumentado a concentração de dióxido de carbono (CO2). Pesquisadores da Universidade da Virgínia e da Universidade de Maryland, EUA, afirmam que as 6 bilhões de pessoas de hoje usam cerca de 90% a menos de terra por pessoa para produção de alimento do que era usado por populações menores no início do desenvolvimento das civilizações. Essas primeiras sociedades provavelmente se basearam num processo de corte-queima para limpar grandes extensões de terras, afim de produzirem alimentos em níveis relativamente pequenos. O estudo foi publicado na
Às vezes, a vida e a realidade parecem ser sem graça. O Sol se ergue, se põe, vem a noite etc. (sim, eu SEI que não é o Sol que se ergue ou se põe). As pessoas têm necessidade de ver “algo mais”, possuem a ardente vontade de ver maravilhas. Não que isso seja errado, pelo contrário! Levarmos uma vida desinteressante, onde nada nos satisfaz, nada nos surpreende, nada nos é belo, acaba matando parte de nossa essência. O problema é quando inventam coisas para servir de algo lindo e magnânimo, de modo a nos maravilhar com as coisas ao nosso redor. Daí começam aqueles malditos spams, divulgando besteiras, erros e bizarrices em geral. Daí eu, um dos Sábios Senhores do Ceticismo, tenho que refutar as sandices, sendo taxado de feio, bobo e chato; como foi o caso de mais um spam que recebi hoje: a historinha do céu com DUAS Luas.
Julio Mercader é arqueólogo da Universidade de Calgary. Por sinal, ele é um dos poucos pesquisadores no mundo a estudar a cultura material dos parentes vivos mais próximos dos seres humanos: os grandes símios. O Dr. Mercader está reunindo os seus colegas para criar uma nova disciplina dedicada à história da utilização de ferramentas por todas as espécies de primatas espécies, a fim de compreender melhor a evolução humana.
Uma grande pergunta, e até agora não respondida, no decorrer da evolução humana é quando os humanos modernos começaram a se expandir pelo mundo. O crescimento demográfico estava associado com a invenção de determinadas tecnologias em particular? Ou as inovações comportamentais por caçadores-coletores no último Pleistoceno, com o início da agricultura durante o Neolítico?
Uma equipe de cientistas descobriu um fóssil de um roedor, cuja espécie está extinta. Os restos fósseis de um dente encontrados em Alborache, Valência, pertencem ao Eomyops noeliae, pertencente à família Eomyidae, e representa o mais antigo registro deste gênero no mundo. Obviamente, toscos ignorarão análises de DNA, bem como sua estrutura morfológica, dizendo que trata-se apenas de um dente. Ou que, de repente, pertencia à alguém da família de Noé.
Mesmo depois de 40 anos, ainda existem malucos, burros, desinformados, tolos, ignorantes e, em boa parte, fanáticos religiosos, que se recusam a acreditar que o homem realmente pisou na Lua. Como em qualquer caso onde prefere-se a ficção à realidade, malucos diversos pensam que ainda vivem num mundo pós 2ª Guerra e início da Guerra fria, onde os governos faziam tramóias, criavam ilusões, escodiam a verdade do público entre outras sandices, como o caso Roswell (em que acham que tem uma espaçonave lá escondida). Da mesma fora que querem acreditar em qualquer besteira, se recusam a acreditar na Ciência e as evidências que são mostradas. As pessoas são muito estranhas… Mas, será que o homem foi à Lua mesmo? Copmo podemos ter certeza? Quais as principais alegações dos teóricos em conspiração?
Imaginem a seguinte cena: num dia ensolarado e de temperatura elevada, dois dinossauros famintos e com um calor tremendo ouvem um urro longínquo. Há dias sem comer, os répteis, à beira da fadiga, caminham apressadamente para o local. Lá chegando, se enchem de esperança: um terceiro dinossauro agoniza na lama. O infortunado estava com sede e não resistiu a avançar para a pequena poça de água no centro de um grande lamaçal, mesmo quando suas patas afundavam perigosamente. Acabou preso, sem poder sair. Mais que depressa, os dois novos visitantes avançam sobre o animal, que julgam ferido, na ânsia de saciar a sua fome. Outros que se enganaram e também não conseguiram mais sair do lamaçal! Mesmo fracos, se debatiam bastante, mas acabaram por perecer no local.
Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
Crocodilo-tatu. Esse nome, que parece saído de um conto de fadas, é a denominação do novo réptil pré-histórico brasileiro, o Armadillosuchus arrudai. O animal pertence ao grupo dos crocodilomorfos, parentes dos crocodilos atuais, mas apresenta características nunca antes encontradas nesses espécimes, como uma couraça similar à do tatu e a capacidade de mastigar alimentos, o que sugere uma versão diferente para o clima no fim do Cretáceo, há 90 milhões de anos, quando ele viveu.