O pequeno satélite de longa longevidade

O satélite é pequeno, do tamanho de uma geladeirinha. Projetado para durar só um ano, mas já está há 17 anos em órbita.

O satélite Earth Observing-1 (EO-1) superou as expectativas em seus objetivos de tecnologia de seu tempo. 17 anos é muito tempo, mas ele aguentou firme. Hoje, vários satélites podem se considerar filhos dele, que estará ainda por aqui por bastante tempo.

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A eletrizante superfície de Titã

Titã é algo absurdo. Já começa que ele é a maior lua satélite natural do Sistema Solar. Ele tem um raio de 2.576 km. Para você ter uma ideia, Marte tem raio de 3.390 km. Nada mal para um simples satélite, não é mesmo? Já postamos várias notícias e informações sobre Titã, mas ciência não para. Agora, pesquisadores estimam que Titã tem a Força… no caso: força elétrica, já que sua superfície seria carregada eletricamente.

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Os 15 anos da Missão GRACE

O Gravity Recovery and Climate Experiment – GRACE é um projeto conjunto entre a NASA dos Estados Unidos e o DLR da Alemanha. Tem como objetivo a obtenção de medidas precisas do campo gravitacional e também da sua variabilidade.
O GRACE estuda a Terra e tudo o que acontece com ela, mediante ações naturais e humanas, desde agricultura até elevação dos oceanos.

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Curiosity flagra redemoinhos no solo marciano

A câmera de navegação do Curiosity observou vários turbilhões de areia sendo levantados por causa da convecção do ar, aquecido pelos raios do Sol atingindo o solo marciano.

O vídeo foi acelerado e o contraste foi modificado para fazer as alterações quadro-a-quadro mais fácil de serem vistas.

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Como o cheirinho de chuva pode lhe trazer doenças

Você conhece uma substância chamada Octaidro-4,8a-dimetil-4a(2H)-naftalenol? Não? E “Geosmina”,  conhece? Deveria. É o cheiro desse composto que você sente quando chove, o chamado “cheirinho de terra” ou erroneamente pensado ser “cheiro de bactérias”. Deve ser porque esta substância é produzida pela Streptomyces coelicolor, uma bactéria encontrada no solo.

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Pho, um Fóton Mucho Loco!

Sim, você leu isso com a voz do locutor da Sessão da Tarde. A NASA usa emissões de fótons de laser para medir as espessuras de camada de gelo da Terra. Para tanto, uma rajada com 10 mil pulsos é emitida, em que os fótons batem na camada de gelo e voltam até o sensor. Os dados são registrados e tabulados, e assim pode-se ter um vislumbre da espessura do gelo.

Esta animação foi criada e produzida por estudantes de arte do Colégio Arte em Design Savannah, na Geórgia, EUA. O funcionamento do laser inspirou os alunos para criar o personagem de Pho e sua aventura.

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Um novo modelo de previsão para o gelo do mar Ártico

A extensão do gelo do mar ártico muda e flui com as estações. Durante os meses de verão, o gelo derrete e a borda retrocede para o norte, geralmente atingindo seu mínimo anual em algum momento em setembro. A extensão do gelo é moldada por muitos fatores, incluindo temperaturas mais quentes, tempestades e mudanças no oceano.

O gelo marinho desempenha um papel importante na manutenção da temperatura terrestre, de modo a prever como a extensão do gelo pode mudar ajuda-nos a compreender o aquecimento do planeta.

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Balões da NASA lançados da Antártida estudam o Sol

A NASA utiliza balões com telescópios para estudar o Sol. Um dos lugares excelentes para fazer isso é na Antártida, já que os ventos são circulares em torno do pólo. Isso garante uma pesquisa bem precisa, pois os balões não saem voando por aí, e não. Ele não vai incendiar florestas por motivos óbvios: ele não usa bucha pegando fogo. Duhhh

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Novas pistas sobre migrações humanas nas Américas

A história de nossos avós é fascinante. Eles saíram da África e perambularam o mundo. Sim, todos somos afrodescendentes, inclusive os africanos modernos, que fizeram apropriação cultural dos árabes e passaram a usar turbantes. Muitos desse pessoal rodou o mundo e acabou vindo parar no Brasil. Hoje, pesquisadores analisam os crânios dos antigos moradores encontrados no sudeste do Brasil e estão revendo a complexa migração humana desde a África subsaariana até as Américas.

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O Criovulcão de Ceres

Ceres é um planeta-anão que fica localizado no cinturão de asteroides, junto com outros pedregulhos, entre Marte e Júpiter. A bem da verdade, é o maior daqueles asteroides. Ele foi enquadrado como planeta-anão junto com Plutão, ou seja, Plutão não tem do que reclamar, já que ele não é o único, e Ceres ainda tem a vantagem de ser mais arredondado que ele.

A missão Dawn, da NASA, busca estudar Ceres e suas peculiaridade, e qual não foi a surpresa ao descobrir que Ceres tem o que parece ser um vulcão. Só que ele não é um vulcão que faz KABOOOOOOM. É um vulcão congelado, um criovulcão. Mas o que isso significa?

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