
Eu já postei e você conhece vários dos vídeos que mostram a comparação entre corpos celestes até chegar na Canis Majoris, a maior das estrelas. Mas e se fôssemos fazer uma escala de coisas muito, muito pequenas? Bem, fizeram um vídeo assim.

Eu já postei e você conhece vários dos vídeos que mostram a comparação entre corpos celestes até chegar na Canis Majoris, a maior das estrelas. Mas e se fôssemos fazer uma escala de coisas muito, muito pequenas? Bem, fizeram um vídeo assim.

Os pés mundanos caminham pelo terreno outrora sagrado. A luz intensa açoita quilômetros e mais quilômetros quadrados em volta e nada demais aparenta. Apenas deserto, areia, cascalho e pedras, mas há muito mais que os pobres olhos humanos podem ver. Os pés cautelosos temem estragar algo importante, algo irrecuperável se destruído, enquanto outros pés despreocupados caminham pela região, pouco importância dando. Apenas pagaram, faça-se o serviço, e apenas isso. Continuar lendo “Nefertiti: Rainha, Poder e Mistério”

O vídeo desta postagem é magnífico, e como todo timelapse deu trabalho. Foi composto por mais de 5.000 fotografias, tiradas em diferentes lugares, animadas para criar um lapso de tempo incrível. Não basta juntar as fotos, precisam ser tratadas e o vídeo editado, com uma musiquinha de fundo, porque ninguém é de ferro.

Tem um experimento muito interessante, criado pelo professor Lorne Whitehead e ficou conhecido como Domino Chain Reaction (reação em cadeia de dominó), publicado no American Journal of Physics, em 1983. Ele estipulava que ao se colocar peças pequenas de dominó enfileiradas, em que o primeiro dominó tivesse 5 mm, o último seria capaz de seria capaz de derrubar um prédio. Mas seria mesmo?
Este é mais um Livro dos Porquês. Continuar lendo “O dominó que derrubou o arranha-céu”

Eu estava vendo para postar outra coisa, mas dei de cara com este vídeo no Tubo. Raramente ele me sugere algo que eu realmente queira ver, mas eu achei este ótimo. É exatamente o que o título diz: meia hora inteirinha de diferentes timelapses para todos os gostos.

O homem de uniforme azul para, em meio ao sol escaldante. Tira o chapéu e enxuga o suor naquele lugar que ele desdenhava por achar ser um recanto miserável, inculto, esquecido por Deus e o mundo. Aquele não era o seu conceito de civilização, ele queria ir para casa. Ele acompanha os seus soldados para mais um dia de serviço por ordem do Imperador. Ao chegar no ponto que tinha que estar e preparar para destruir tudo, ele viu algo inusitado. Uma pedra. Um pedregulhão, mas não era uma pedra comum. Era algo… diferente. Uma rocha trabalhada, um granito escuro que serviria para mudar o mundo, mas ninguém sabia. Para o homem, ainda era uma pedra, mesmo assim, mas o homem era curioso e o que ele viu quando chegou mais perto.

Dizem que tamanho não é documento. Quem fala isso ou é grandão ou anda armado, porque a realidade sabemos muito bem qual é, e isso vale para foguetes. Não vai ser aquela biribinha da Agência Espacial Brasileira que vai chegar na Lua. Não está chegando nem na Estação Espacial Internacional que é “ali na esquina” em termos de viagens espaciais.
Continuar lendo “Conheça o tamanho das coisas cilíndricas que te fazem ver estrelas”

Esta semana foi de emoções, com o Brasil indo, indo, indo e não acabou “fondo”, com o Tite conseguindo fazer mais besteiras que o Neymar. Não tem escapatória, todo mundo no trabalho normal na próxima terça-feira. O que se pode fazer? Acho que aproveitar o dia de hoje para ler o que foi postado na semana.

Todo mundo gosta de brincar de Deus de vez em quando. Seja criando um terrário, montando uma fazenda de formigas ou jogando SimCity. Claro, a melhor parte de SimCity, depois que está tudo funcionando, é você tentar destruí-la e ver os serviços de emergência. Ou então, jogar The Sims, mandar todo mundo pra dentro de um quarto e tirar as portas e janelas, ou colocar uma piscina e depois que está cheia, tira a escada.
Sim, eu acho que tenho problemas, mas você já fez isso que eu sei. Então você vai adorar esta simulação: jogar um pedregulhão em algum lugar do mundo.

O Irlandês levantou cedo, como era de seu costume. Tomou um modesto café da manhã, embora estivesse acostumado a boas refeições, ergueu seu corpanzil, ajeitou a tira de couro trançado em seu braço – um símbolo de status que lhe era digno – e saiu de casa; para fazer o que, ninguém sabe, mas saiu. Saiu e era aguardado. Sorrateiramente aguardado.
O Irlandês foi atacado. De surpresa! Ele tenta se defender, se machuca até que uma facada em seu peito é fatal e ele cai, vencido. Seus algozes não terminaram aí. Cortam-lhe fora a cabeça, como se por ordem da Rainha de Copas, partem seu corpo ao meio e jogam o corpo do Irlandês vencido no pântano. O motivo do crime? Ninguém sabe. O Irlandês lá ficará por anos, décadas, séculos, milênios… até ser descoberto. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: o Homem Velho de Croghan”