Ciência é, por si só, um dos maiores tesouros da humanidade, mas alguns acham que isso é pouco. Não são muitas as descobertas que levam a riquezas no modo comum de se ver isso. A busca por metais preciosos acompanham o Homem desde que o mundo é mundo, mas nem sempre se consegue isso. Cientistas estudam agora um meteorito que foi recuperado 22 de abril de 2012 AAM (Antes do Apocalipse Maia) em Sutter Mill, local onde começou a Corrida do Ouro na Califórnia, em 1849 California.
Para a Ciência, um meteorito (aquilo que vocês chamam de “pedra que caiu do Espaço”) é tão precioso quanto o elemento de número atômico 79.
Continuar lendo “Pesquisadores encontram um tesouro em meteoritos”

Eu sempre digo que a Ciência os tirou da barbárie. Ela não só estuda os fenômenos da Natureza, como tenta entendê-los e reproduzi-los. Para tanto, a observação é essencial. Nossos antepassados contemplavam o céu e astrônomos do passado tentaram entendê-lo e explicá-lo, mediante a tecnologia que dispunham na época. Hoje, desfrutamos esse mesmo deslumbramento com nossa atual tecnologia, que astrônomos do futuro balançarão a cabeça e se perguntarão como conseguimos ver algo no céu.
Há uma ideia extremamente idiota, estúpida, burra e totalmente fora de propósito que o Universo é bonzinho. Não é. Só alguém de visão limitada acha que vivemos em um universo harmônico e perfeito. Não vivemos. Planetas explodem, cometas se chocam com o que tiver pela frente e estrelas explodem em supernovas, levando tudo consigo. Agora, cientistas têm evidências do aniquilamento de um planeta, sordidamente devorado por uma estrela.
Já falamos de todas estas baboseiras de fim-do-mundo. Tem mané, inclusive, que estocou alimentos e comprou um carro. Não entendi para que ele vai querer um carro depois que o mundo for pro saco, mas não é problema meu. Ainda hoje escutei que amanhã planetas irão se alinhar e outras bobagens semelhantes., como coisa que mecânica celeste é assim. As pessoas procuram tanto o fantástico aí fora que não têm tempo para ver o que temos de maravilhoso aqui mesmo, na Terra. E muitas dessas maravilhas vêm de fora da Terra, mas não de planetas e sim da tecnologia desenvolvida pelo próprio Homem.
Eu sempre tive um desejo secreto: ver um eclipse total ao vivo e a cores. Nada de ver pela TV. Infelizmente, a posição geográfica aqui não ajuda muito e sempre acabamos com eclipses meia-boca. Mas, ainda que me pareça pouco, ainda temos vídeos e fotógrafos que registram estes momentos, como foi o caso de Collin Legg, que registrou fotos de diversas maneiras em 14 de novembro deste ano, na Austrália. Juntou as fotos isoladas e montou um time lapse muito legal.
Olhamos para o passado mediante pistas que existem hoje, no presente. Sabemos de seres vivos que já não existem mais mediante seu registro fóssil, que pode ser desde um dente até uma pegada. Sabemos de como era a superfície do planeta mediante rochas e como era a atmosfera com a análise de amostras de gelo retiradas da Antártida. Agora, sabemos mais ainda sobre como era a atmosfera em tempos há muito esquecidos por meio de uma coisa tão simples que mal nos damos conta quando cai, a não ser se seu maravilhoso penteado foi feito à base de chapinha: a chuva.
A noite é escura.
Desde que começamos a nos aventurar pelo Espaço, levamos o melhor e mais abundante que podemos produzir: lixo. Desde uma ferramenta até restos de foguetes e satélites, vários corpos estão orbitando a Terra, além da Lua e a ISS. É o chamado “lixo espacial”. Você pode achar que um parafuso não é nada demais, mas quando ele está sendo acelerado a velocidades de milhares de quilômetros por hora, vemos que ali não é um lugar muito legal para dar mole, nem pros astronautas, nem pros satélites artificiais. Ali é um grande estande de tiro, mas a solução parece estar vindo, pontual e certeira como um relógio.
Tanta coisa acontecendo no mundo e parece que jornalistas são as pessoas mais desinformadas. Assim, acabam requentando notícias velhas. Parece algo coo o editor chegando na redação e gritando "Vambora, Ambrósio, tu ainda não entregou a matéria". Então, o jornaleiro, digo, jornalista acaba redigindo qualquer besteira ou, então, tasca qualquer notícia velha para preencher o espaço e sai pra tomar café", como foi o caso da notícia em que o Observatório Vaticano disse que não descarta a possibilidade da existência de extraterrestres-telefone-minha-casa.