
O ASIM é escrito assim mesmo. Trata-se do acrônimo do Monitor de Interações Atmosfera-Espaço (Atmosphere-Space Interactions Monitor). Este aparato é uma instalação de observação da Terra da ESA (a Agência Espacial Europeia) para o estudo de tempestades severas e qual o papel que elas têm na atmosfera e no clima de nosso planeta.
Mas quando se fala em “tempestades severas”, estamos se referindo a tempestades de alta altitude, em que esses raios atmosféricos superiores são chamados de “eventos luminosos transitórios”, ocorrendo bem acima das altitudes de raios normais e nuvens de tempestade, com um processo de descarga de elétrons em fuga sendo sugerido como o principal mecanismo.

Muitos de vocês devem imaginar que grandes descobertas científicas no campo da Astronomia é feita em imensos laboratórios, telescópios avançadíssimos ou com um monte de Zé Mané que nem sabe geografia de Ensino Fundamental e critica a “ciência gringa” enquanto faz o seu trabalho (cof… cof…) com os dados do Hubble. Você estaria certo, exceto pela última parte, mas não é só isso. Alguns astrônomos amadores já descobriram cometas
Aproveitando o quebra-quebra aí? No Brasil, pessoal saindo na porrada e eu com pipoca e guaraná torcendo para eles se matarem, enquanto estão no meio de uma pandemia, ajudando a dar aquela alavancadinha gostosa nas estatísticas de contaminados. Eu estou no aconchego d meu lar e vocês? Aproveitem e leia os artigos da semana.
Chegou o sabadão. Claro, estamos na quarentena (alguns) e meio que sem ter o que fazer. Bem, que tal passar o tempo montando um satélite? Quando eu era garoto, montava muitos modelos de papel (não existia smartphones nem internet na época). Era um passatempo muito legal e eu me recrimino até hoje por não ter dado o devido valor. Mas você não precisa ser idiota como eu era. Monte seu próprio telescópio espacial!
Este panorama mostra “Glen Torridon”, uma região ao lado do Monte Sharp que o Curiosity está explorando. O panorama foi tirado entre 24 de novembro e 1º de dezembro de 2019, quando a equipe do Curiosity estava de folga no feriado de Ação de Graças.
O que você veria se pudesse voar para o Recife Cósmico? A nuvem nebulosa NGC 2014 parece um recife oceânico que reside no céu, especificamente no LMC, a maior galáxia satélite da nossa Via Láctea. Uma imagem detalhada desta nebulosa distante foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble para ajudar a comemorar 30 anos de investigação do cosmos. Dados e imagens deste recife cósmico foram combinados no modelo tridimensional apresentado no vídeo a seguir.
Marte tem uns problemas para sua exploração: sua atmosfera é fina. Como sabemos, o que mantém um avião no ar é o próprio ar. Sendo assim, fica difícil ter aeronaves voando por sobre o planeta vermelho. Mas e se tivéssemos robôs com formato de abelhas com longas asas? Así sim ficaria mais fácil, certo?
Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje
Eu gosto de timelapses do céu noturno. Na verdade, eu gosto de todos os timelapses, mas os do céu à noite são especiais, pois mostra um céu que eu não consigo ver de casa. Um céu cm estrelas e a espinha dorsal da Via Láctea se movendo pelo céu (sim, eu sei).É uma impressão mágica, tão mágico quanto tudo o que está fora do nosso campo de visão.
A índia é um lugar fascinante. Sua sociedade é paradoxal ao ponto de ter ciência avançada a ponto de mandar uma sonda para orbitar Marte e acertar a órbita de primeira (se bem que eles inventaram a aritmética e até os números), mas em contrapartida ainda vivem em castas, como desde antes da Idade Média. Parte disso é explicado pelo seu índice demográfico com 1,353 bilhão de habitantes, a tendência a uma ampla diversidade cultural é altíssima. Isso vai das pessoas mais atrasadas até as que têm maior acesso à educação.