A alguns anos atrás, pesquisadores das universidades de Harvard e Berkeley publicaram um estudo interessante sobre phishing (armadilha virtual que tem como propósito enganar pessoas pelas Internet para obter senhas e outros dados.) Depois de aplicarem um estudo de usabilidade para ver quão bem as pessoas conseguem perceber tentativas de phishing, eles chegaram a esse resultado:
- 23% dos participantes do estudo não olham para barra de endereço do navegador, para a barra de status ou para os indicadores de segurança.
- 68% clicavam sem hesitar em janelas que informavam que os certificados de segurança dos sites eram fraudulentos.
- Educação, idade, sexo, experiência anterior, ou horas de uso de computadores não mostraram qualquer correlação estatisticamente significante com a possibilidade de cair numa armadilha. Continuar lendo “Enganar trouxas nunca foi tão fácil”


Ai, ai… O amor cristão. Aquele amor que respeita as diferenças e que nos dá pleno direito de escolher segundo nosso melhor julgamento… Bem, ao menos é o que as religiões pregam. Só que esqueceram de avisar isso aos imbecis da Igreja Burrólica Apostólica Romana, o Império do Mal.
Um joelho computadorizado resistente à água e que pode ser regulado pelo próprio usuário. A tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos e lançada em maio na Alemanha, será apresentada pela primeira vez na América do Sul no 3º Encontro Brasileiro de Amputados, que iniciou quinta-feira e termna amanhã em Itapema, Santa Catarina.
É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.
É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.
Bem pessoal, chegamos ao Réloin! O dia dos demônios, bruxas, fantasmas e da conta do meu cartão de crédito que toda vez me aterroriza.
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Quando a gente perde as esperanças no gênero humano, eis que uma luz no horizonte acena nas trevas da estupidez: As pessoas se tocaram que esta besteirada de operações espirituais é palhaçada! A notícia a seguir nos foi mandada pela
Adoro as quartas-feira. Além da notícia sobre o