Extinções em massa vs Genética

Os sinais geológicos de extinções em massa são muito distintos: a foto ao lado mostra a marcação geológica que ilustra o período onde ocorreu a famosa extinção Cretáceo-Terciária, também chamada Extinção KT, onde a letra “K” é a inicial da palavra alemã “Kreide” que significa “giz”, e descreve a camada sedimentária de calcário proveniente daquela época, enquanto que a letra “T” representa “terciário”, o período geológico seguinte.

A Extinção K-T ocorreu há aproximadamente 65 milhões de anos e aniquilou cerca de 70% das espécies na Terra, incluindo nossos amigos dinossauros. Esta foi a última extinção em massa, e seus efeitos sobre a vida da Terra é muito clara e dramática. Mamíferos têm evoluído e se propagado (“irradiado” é o termo usado em biologia evolutiva), ocupando muitos dos nichos ecológicos que outrora pertenceram aos dinos. Os dinossauros que restaram evoluíram até se tornarem nossas aves (O que não faltam são artigos sobre isso aqui), enquanto um grupo mamíferos – mais especificamente os primatas – evoluíram e desenvolveram inteligência, a qual foi responsável pela criação de telefones celulares, computadores e o Ceticismo.net. As marcas da Extinção KT são, portanto, encontradas em toda parte: em fósseis, em registros geológicos e de vida existente (não só animais, como vegetais também). Continuar lendo “Extinções em massa vs Genética”

Altas taxas de testosterona causam morte de neurônios

Se você é daqueles que passa o dia todo malhando na academia e – como todo bom idiota – acha que a natureza lhe deu menos que você merecia e passou a injetar testosterona para ficar mais “machão”, eu tenho uma notícia desagradável: Você está ficando burro (mais ainda do que já é).

Uma pesquisa publicada no periódico Journal of Biological Chemistry relata que indivíduos que abusam do uso de esteróides, como o hormônio testosterona, costumam apresentar alterações no comportamento, já que ocorre morte de neurônios, o que poderia provocar agressividade e tendências suicidas. Mas, claro, você nunca ouviu falar que marmanjos bombadinhos são agressivos, e eu quero que os alunos das academias de Jiu-Jitso te cubram de porrada se eu estiver mentindo. Continuar lendo “Altas taxas de testosterona causam morte de neurônios”

Algas podem ser a chave para a produção de hidrogênio

Na busca de tornar o hidrogênio como fonte alternativa e limpa de combustível, os pesquisadores têm tido problemas sobre como criar hidrogênio utilizável, cuja combustão seria o ideal, já que não se produziria CO2, mas apenas água. Não se chegou a um modo eficaz de produzir grandes quantidades de hidrogênio, sem que se gasta uma grande quantidade de energia; mesmo porque, motos contínuos só existem na ficção e as Leis da Termodinâmica são invioláveis, mas contornáveis.

Isso não significa dizer que possa gerar energia do nada, mas pode-se otimizar processos, de modo a se obter fontes de energia usando outros tipos de fontes como a luz do Sol.

Novas descobertas de uma equipe de cientistas da Universidade do Tennessee, em Knoxville (preciso dizer o Estado?), e Oak Ridge National Laboratory, no entanto, mostram que a fotossíntese – processo pelo qual as plantas fabricam seus nutrientes – podem funcionar como fonte limpa e sustentável de hidrogênio. Continuar lendo “Algas podem ser a chave para a produção de hidrogênio”

Mal-humorados lidam melhor com dificuldades

Uma pesquisa de uma equipe australiana indica o que todos já deveriam saber: Nós, mal-humorados, costumamos ser mais inteligentes e capazes de resolver problemas com mais eficiência. Lamento, senhores que acham que o mundo é belo, fazem limonadas com limões da vida ou alguma outra metáfora idiota que tenta esconder que o mundo é uma bosta, a fim de não moverem uma pá para mudar. A verdade é que nós, grandiosos, enigmáticos e detentores de um humor sardônico, sarcástico e estupendamente mal-humorados, somos muito mais capazes e eficientes que todo o restante da humanidade.

E, como diria Nelson Rodrigues: “A modéstia é a desculpa do incompetente”. Continuar lendo “Mal-humorados lidam melhor com dificuldades”

Cianobactérias: a origem do oxigênio na Terra

As principais formas de vida no planeta Terra – não necessariamente na cidade de Tóquio – necessitam de oxigênio livre para respirar, exceto alguns fungos e bactérias, que respiram e se alimentam através de fermentação. Erroneamente se pensa que as plantas respiram gas carbônico. O CO2, o vilão do momento, é usado unicamente para fotossíntese. Logo, em presença de luz, as plantas sintetizam seu alimento E respiram. Na ausência de luz (mais acertadamente, de emissões ultravioleta), as plantas somente respiram. Assim, esqueça aquela bobagem que plantas respiram CO2 de dia e O2 e noite.

Há cerca de 3,8 bilhões de anos, no período Arqueano, ainda não haviam plantas. Nessa época, no entanto, surgiram as primeiras estruturas fotossintetizantes: os ancestrais das algas azuis, também chamadas cianofíceas ou cianobactérias. Ainda hoje, estes seres são os responsáveis pela produção de oxigênio no planeta. Logo, esqueça também aquela bobagem que a Floresta Amazônica é o “pulmão do mundo”. Nunca foi e duvido muito que algum dia o seja. Continuar lendo “Cianobactérias: a origem do oxigênio na Terra”

Pesquisa afirma que dinossauros tinham sangue quente

Dinossauros sempre atraíram a atenção das pessoas. Se formos parar para pensar, realmente deveriam ser algo ímpar de se ver, tirando o fato que um T-Rex com fome não seria algo tão legal de se ter por perto. Ainda assim, foram criaturas maravilhosas, quase saída de um livro de contos-de-fadas, que nem unicórnios, dragões voadores, monstros marinhos, áspides e baleias capazes de engolir gente.

O biólogo inglês Richard Owen trabalhou com anatomia comparada e paleontologia, e foi ganhador de várias medalhas e comendas por seus trabalhos. Foi ele quem cunhou o termo “dinossauro”, para indicar os repteis de ossos gigantes que encontrara no sul da Inglaterra. Tal termo significa “lagarto terrível”; mas, infelizmente, Owen cometeu um pequeno erro aqui, posto que os dinossauros não tinham muito a ver com lagartos e sim com aves e mamíferos, como pôde comprovar uma pesquisa recente, demonstrando que dinos tinham sangue quente, ou seja, eram endotérmicos e não ectotérmicos. Continuar lendo “Pesquisa afirma que dinossauros tinham sangue quente”

Religião e medicina: Pode haver entrosamento entre elas?

Uma pesquisa da psicóloga Wendy Cadge, da Universidade Brandeis, estudou a relação entre a medicina e a religião em casos de crianças cancerosas. Muitos acham que a religião é um empecilho ao tratamento, enquanto outros acham que é necessária para que a família possa lidar com a dor causada, mediante a fatalidade de um diagnóstico de morte iminente. Alguns médicos veem isso de forma pragmática, analisando que a religiosidade da família não ajudará muito na cura da doença, enquanto outros observam como necessário no suporte e consolo para a família. Continuar lendo “Religião e medicina: Pode haver entrosamento entre elas?”

Paleoecologistas estudam como alterações climáticas afetarão organismos no futuro

Um artigo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, em setembro dete ano, escrito por uma equipe de ecologistas, incluindo Robert Booth, professor adjunto de Ciências Ambientais na Universidade de Lehigh, examina alguns dos possíveis problemas com os métodos de previsão atual, e solicita a utilização de uma vasta gama de abordagens para predizer o impacto da mudança climática sobre os organismos.

Segundo Booth e seus colegas, um dos maiores desafios que os ecologistas possuem hoje é tentar prever como a mudança climática terá impacto sobre a distribuição dos organismos no futuro. Continuar lendo “Paleoecologistas estudam como alterações climáticas afetarão organismos no futuro”

Pesquisa mostra conflito de biólogos evangélicos

Fé e Ciência. Duas proposições que muitos alegam ser excludentes mutuamente. Pessoas com baixa capacidade cognitiva (aka idiotas) acham que a crença numa religião faz com que tudo o que aprendemos até hoje não passa de mentiras, ainda mais se isso vai de encontro à sua religião. Alguns religiosos, quando ingressam numa faculdade, são apresentados a um mundo novo. Obviamente, estou me referindo a cursos universitários de verdade e não tosqueiras como Teatro, Dança ou Filosofia. assim, quando um religioso presta vestibular pro curso de Biologia, ele vai de encontro ao que sua crença diz. O que acontece então?

Um pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF) mostra os conflitos vividos por estudantes evangélicos que querem se tornar professores de ciências. A maioria deles duvida da veracidade da teoria da evolução, de Charles Darwin, mas garante que não vai ensinar nas escolas que Deus criou o homem e o mundo. Sinceramente, eu considero isso como hipocrisia. Vejamos: o cara vai ensinar uma coisa que foi provada milhares de vezes, mas ele não acredita. Torna-se professor de algo que ele duvida, mas não consegue (nem nunca conseguirá) provar que é falso, mediante a simples dogmas que ele crê que sejam verdadeiros, mas que a Ciência provou serem falsos). Seria mais honesto alguém assim seguir profissão de pastor, o que é muito mais rentável. Continuar lendo “Pesquisa mostra conflito de biólogos evangélicos”

Homens gays preferem parceiros com aparência bem masculina

Olha, ao ver esta notícia, eu me lembrei que o governo americano quer dar uma refreada em pesquisas com pouca importância (aka idiotas). Eu acho que deveria ser incluído as pesquisas preparadas pelo Cap. Óbvio. Porque, pelo amor de Ártemis, o que esperavam? Que homens homossexuais preferissem alguém com a cara da Juliana Paes? O estudo comandado por Aaron Glassenberg, pesquisador da Universidade de Harvard ainda complementou a pérola afirmando que homens heterossexuais preferem parceiras com rosto mais feminino .

CHEGA! Pelos poderes a mim conferidos, eu declaro que esta notícia pertence à SEXTA INSANA! Continuar lendo “Homens gays preferem parceiros com aparência bem masculina”