Em 1859, as ciências biológicas mudaram radicalmente. Pode-se dizer que a começou o E.D.: Era Darwin, quando o naturalista britânico publicou sua opus maxima, cujo título completo é Sobre a Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida. Bem, se as pessoas já se assustam com um parágrafo de blog hoje, um título quilométrico desse é capaz de fazer muitas pessoas saírem correndo gritando, ou tascar logo um TL;DR. Antigamente não era muito diferente, o que se perpetuou até hoje, quando um bando de apedeutas ainda insiste em dizer que Darwin falou que a) O Homem veio do macaco (examinando alguns comentários que aparecem aqui, acho que alguns vieram das antas) e b) A Natureza seleciona o mais forte.
A obra de Darwin não tinha o que poderíamos chamar de apelo estético. Nada de fontes muito caprichadas ou diagramações supimpas, o que separa homens de meninos. Se por um lado tivemos o "feio" livro da "Origem das Espécies" sem nenhum fru-fru, pelo outro temos o festival de dizáine daquela bosta de "O Segredo". Agora, uma artista especializada em História Natural resolveu dar uma contribuição ao tio Darwin, preparando belíssimas ilustrações para uma edição da obra de Darwin.

Essa é para aqueles que acham que entrar para uma religião é o mesmo que entrar numa fria (eu estou humor macabro e torturarei vocês com minhas piadas sem graça até o fim do artigo). Um casal de de crentes idiotas/interesseiros (não sei oque vem antes, mas deixarei assim antes que esfrie) estavam para ter filhos. A Natureza é sábia e a mão invisível da Seleção Natural fez de tudo para impedir que os genes da imbecilidade fosse passado adiante. Como resultado, os dois tiveram a brilhante ideia de adotar um embrião congelado, antes que o preço subisse muito.
Ai, Hades, quosque tandem? Bem, pelo visto tais insanidades continuarão aparecendo por aqui. Não que isso seja de todo o mal, mas o sentimento pio da moral e candura cristã não deixam de darem o ar de suas graças, a ponto da bizarra sanha da tosqueira humana não parar com suas toscas loucuras. Quanto a mim? Eu quero mais que eles continuem escrevendo este monte de besteiras, pois isso ajuda a trazer deleite aos meus leitores quando bebem leite em seus leitos.
Eu sempre admirei a história do império romano, na mesma medida que gosto da história egípcia. Creio que quase todos nós sonhamos, quando crianças, ver as maravilhas que eram as pirâmides (não que maravilhas tenham deixado de ser), visitar o Circo Romano e presenciar os triunfos. A civilização romana moldou o que os pedantes chamam de "cultura ocidental", ainda mais se levarmos em conta que o sistema jurídico do Brasil segue os preceitos do Direito Romano. Mesmo com tanta importância que teve a civilização romana, pouco sabemos sobre as pessoas comuns. Não os patrícios, mas povo comum, mesmo. Agora, pesquisadores analisam o povão e estas pessoas simples têm muita história pra contar.
Eu já disse que gosto da técnica de time lapse (ou lapso de tempo). Muitos efeitos bonitos podem ser obtidos com fotografias sequenciais.
Até mesmo o cérebro dos normais é meio louco (ou será que o cérebro dos loucos é que são normais?). Uma coisa das mais interessantes são as chamadas "Ilusões de Óptica". Eu, volta e meia, sempre posto algumas aqui. Nossos olhos se desenvolveram meio que de qualquer jeito,
Uma dica rápida. Dando uma olhada neste mundo hadeano internético, encontrei o
Eu sempre quis ter uma coisa, mas nunca tive quando pequeno: um kit de pequeno cientista. Era uma coisa tão mágica para mim que devia ser a verdade suprema trazida por Moisés (na época que acreditava em Moisés, Noé e outros contos de fada). Não ganhei um kit daqueles, mas ganhei um Falcon. Eu matei muitos exércitos inimigos com meu Falcon, antes que psicopedarretardadas decidirem que isso poderia me transformar num psicopata. Não transformou. Virei um psicopata por outros motivos. Tempo passou e acabei me esquecendo daquilo. A gente entra naquele período em que alcança a Sabedoria Suprema e acha que sabe tudo – período que chamam de "adolescência". Na faculdade eu vi como a Química ensinada no Ensino Médio era a coisa mais ridiculamente inútil, chata, incômoda e totalmente sem o menor sentido. Não tinha percebido que a Química poderia ser muito mais, já que eu não tinha brincado com kits de Química (meus kits eram improvisados com xampus, cremes, detergente, óleo etc, tendo meu cachorro como cobaia. Me divertia um bocado antes de ganhar minha merecida surra).