Uma espécie de minhoca de 30 cm de comprimento, que vivia no fundo do mar, pode ter sido o primeiro ser vivo a praticar sexo, há pelo menos 565 milhões de anos, segundo descoberta da paleontóloga Mary Droser, da Universidade da Califórnia Riverside. A paleontóloga e sua equipe argumentam que o ecossistema da Terra já era complexo muito antes do que se pensava, ainda na Era Neoproterozóica, quando começaram a aparecer os primeiros organismos multicelulares.
Até hoje acreditava-se que os primeiros organismos multicelulares eram simples, e que as estratégias atuais usadas pelos animais para sobreviver, se reproduzir e crescer em números só teriam aparecido bem depois, por causa de uma série de fatores, que incluiriam pressões evolucionárias e ecológicas, impostas por predadores e pela competição por alimentos e outros recursos.
Mas a paleontóloga encontrou fósseis da Funisia dorothea no deserto do sul da Austrália, que demonstram que o organismo tubular tinha vários meios de crescer e se reproduzir – similares às estratégias usadas pela maioria dos organismos invertebrados para propagação atualmente. Continuar lendo “Fóssil mostra primeiro animal a fazer sexo”

É com muito pesar que Ceticismo, Ciência & Tecnologia vê o falecimento de Sir Arthur Clarke, aos 90 anos de idade.
Por Isaac Asimov
As projeções reveladas pelos estudos do IPCC mostram que o aquecimento poderá variar de região para região, sendo acompanhado por aumentos e diminuições na precipitação (chuvas). Além disso, poderão ocorrer alterações na variabilidade do clima e na freqüência e intensidade de alguns fenômenos climáticos extremos.
Uma das maiores preocupações do mundo diz respeito à produção de alimentos. O principal problema, depois da água, é a ausência de solo cultivável em todos os recantos do planeta. Mas, as pessoas precisam ser alimentadas; o que fazer? A saída seria uma técnica de plantio sem a necessidade de se empregar o solo. Isso é possível? Sim, é. A hidroponia (cujo significado literal é “trabalho em água”) é uma técnica de plantio onde o solo é dispensável; voltada principalmente para o cultivo de verduras, frutos e até mesmo flores.
Malditos cientistas! Olha só o que arrumaram desta vez: descobriram que morcegos nem sempre tiveram a capacidade de usar seu sonar, porque a sua morfologia (a forma de seu corpo) impedia tal coisa. Tal descoberta foi feita graças ao achado de um fóssil de um morcego primitivo, que por sinal, deve estar fazendo muito criaburricionista se rasgar de raiva.
Cheguei à conclusão que os crentes adoram o nosso blog. E o leitor contumaz dele é o Papa! Sim, ele mesmo: o Nazi-Pontíficie ama nossas postagens. De outra maneira, como explicar sua vontade louca de aparecer aqui propagandeando bobagens sem-limites?
Botânicos anunciaram a descoberta em Madagascar de uma espécie de palmeira gigante “suicida”, que se autodestrói. A planta é tão grande que pode ser vista em fotos tiradas por satélite.
A maior parte dos principais grupos de animais complexos passou a ter registros fósseis durante a explosão do período Cambriano, quando, em um período relativamente breve (de cerca de 542 milhões a 520 milhões de anos atrás), houve um intenso aumento na biodiversidade do planeta.
A análise de fósseis encontrados na Índia lança uma nova hipótese para o surgimento dos cetáceos. Esse grupo de mamíferos marinhos, do qual fazem parte as baleias e os golfinhos, teve como ancestral mais próximo um animal terrestre herbívoro do tamanho aproximado de um quati, que viveu há 48 milhões de anos e passava grande parte de seu tempo na água, provavelmente para fugir de situações de perigo.