
Aeronaves mais ambientalmente sustentáveis podem dar uma virada nas noções de engenharia aérea. “Eu quero acabar com a imagem de cilindros com asas”, disse Etnel Straatsma da Delft University of Technology na Holanda.
O avião do futuro é um disco voador. Ele emitiria 50% menos dióxido de carbono por passageiro por milha do que os aviões atuais. Ele também reduziria outros poluentes e ruído. Continuar lendo “Avião em formato de disco é mais ecológico”


Poucos assuntos criam mais controvérsia e geram mais curiosidade do que a maconha, talvez porque se trate da droga ilícita que as pessoas comuns têm mais chance de conhecer ao longo da vida – estima-se que até 4% da população mundial já a tenha consumido. Mesmo assim, uma cortina de fumaça de desinformação ainda cerca a planta e seu uso. Respondemos abaixo às dúvidas mais comuns sobre a maconha, utilizando as últimas descobertas de médicos e cientistas para esclarecer quais são os perigos e o potencial da droga.
Computadores, aparelhos de televisão, rádios e celulares carregam muito mais que utilidades e facilidades: quase todos os metais da tabela periódica podem ser encontrados em placas de circuito impresso que compõem equipamentos eletroeletrônicos em geral. Preocupado em impedir que esses metais retornem ao meio ambiente de forma inadequada, o engenheiro Hugo Marcelo Veit desenvolveu um processo inédito para reciclar sucatas eletrônicas, que envolve métodos mecânicos (magnéticos e eletrostáticos) e eletroquímicos. O trabalho foi realizado dentro do programa de pós-graduação em ciência dos materiais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Uma fábrica de laticínios alemã vai aproveitar restos de queijo para produzir etanol. A empresa Müllermilch apresenta nesta quarta-feira as instalações de onde, a partir do fim do ano, deverão sair litros e mais litros de um derivado do leite até agora inusitado. O combustível será feito de sobras de produção que antes eram jogadas fora.
Um dos principais problemas associados ao uso de pneus é a poluição causada por seu descarte no meio ambiente. Agora, um material de base nanotecnológica desenvolvido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) a partir do látex da borracha natural pode ser a chave para que, no futuro, sejam fabricados pneus recicláveis com qualidade semelhante à dos atuais e custo de produção menor.
Para entender como a evolução produziu a biodiversidade, é preciso estudar dois fatores: a) como as espécies mudam através do tempo e b) como uma espécie se torna duas ou mais. O primeiro deles é bastante estudado, como o desenvolvimento dos bicos dos tordos estudados por Darwin, a resistência de insetos a pesticidas, etc. Entretanto, alguns críticos da teoria da evolução argumentam que ela não explica de forma convincente a origem de novas espécies. Dizem que membros de uma espécie não podem se tornar tão diferentes de outros indivíduos através da variação natural a ponto de se tornarem duas espécies não intercruzantes.
O sonho de descrever por inteiro o genoma de espécies extintas como o homem de Neandertal ou o mamute está mais perto de se tornar uma realidade. Uma equipe internacional descreveu um método capaz de apontar onde e como as amostras de DNA conservadas em fósseis foram degradadas ao longo do tempo, permitindo restabelecer a seqüência correta de bases químicas que formavam essa molécula.
O fóssil de um animal parecido com um musaranho, descoberto há uma década no Deserto de Gobi (Mongólia) deu origem a uma das pesquisas mais abrangentes sobre a origem dos mamíferos placentários, a grande maioria dos mamíferos de hoje (com exceção de marsupiais e animais que botam ovos, como o ornitorrinco).
Um novo processo pode fazer com que as plantas se tornem a base de produtos químicos, plásticos e combustíveis – e substituam o petróleo.