Os Típicos Erros Criacionistas

Refutar criaBURRIcionista às vezes é divertido, mas tem hora que enche o saco ficar repetindo sempre a mesma coisa, ainda mais que esse pessoal parece que evoluiu de certos ofídios, já que são surdos e não enxergam muito bem, só movimentos (dos braços de pastor, balançando a Bíblia).

Não temos a mínima pretensão de fazer esse pessoal aprender algo, ainda mais quando persistem na ignorância, afirmando que “redondeza” e “esfera” são a mesma coisa.

No artigo Evolução vs. Criacionismo expusemos as bases de cada um, com uma abordagem clara, desde o que é Ciência até refutações sobre algumas barbaridades que criaBURRIcionistas costumam dizer.

Mas é tanta idiotice que esse pessoal fala que se fez necessário organizar uma listagem com as Típicos Erros Criacionistas, pra ver se param de encher o saco e ficar melhor de refutar (sua besteira é a TEC nº X. Taqui a refutação: LINK).

Continuem lendo AQUI.

Termelétricas terão de plantar árvore para compensar a emissão de CO2

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou nesta segunda-feira (13/04) que as usinas termelétricas movidas a carvão e óleo terão que plantar árvores para compensar a emissão de dióxido de carbono (CO2) durante o processo de geração de energia elétrica.

As novas regras devem ser publicadas na edição de quarta-feira (15/04) do Diário Oficial da União. Segundo Minc, uma usina com capacidade para produzir 100 MW de energia (o suficiente para abastecer uma cidade de 200 mil habitantes) terá de plantar em média 600 mil árvores em uma área de 3 mil hectares, caso ela funcione três meses por ano. A norma, no entanto, só entrará em validade no momento da renovação da licença ambiental da usina. Continuar lendo “Termelétricas terão de plantar árvore para compensar a emissão de CO2”

Substância promete fazer astronautas hibernarem em viagens longas

Não conheço um autor de ficção científica que não use o método de hibernação para astronautas em suas histórias. Desde Alien – o 8º Passageiro até Eclipse Mortal, passando pelo Fim da Infância, de Arthur Clarke, entre muitas outras obras, usam esse artifício. Mas por quê?

O Universo é vasto, muito vasto. Uma nave espacial não teria como cruzá-lo. Buracos de Verme são apenas uma suposição, ou seja, aqueles “atalhos” que ligam diferentes partes do Universo. Naves, como nós concebemos HOJE (frisem bem esse “hoje”), não podem viajar em velocidade Warp me Einstein é implacável nisso: NADA pode viajar à velocidade da luz, a não ser a própria luz. Sendo assim, para uma possível colonização espacial, a Ciência caminha lado-a-lado com a Ficção (ou será vice-versa?).

Cientistas estão testando se seria possível colocar astronautas em animação suspensa, de modo que “acordem” quando chegarem ao seu destino. Maluquice? Pode er. Assim como um navio andando debaixo d’água era algo inconcebíbel no tempo de Leonardo DaVinci ou o homem sair da Terra, caminhar na lua e voltar para contar a história… Continuar lendo “Substância promete fazer astronautas hibernarem em viagens longas”

Agora Ceticismo.net possui seu próprio Twitter

Bem pessoal, temos mais uma novidade. Para os desocupados as pessoas que não largam a internet, Ceticismo.net entra no mundo do Twitter, postando lá as últimas notícias do Blog e algum evento louco, escatológico, inútil, assombroso e incrível que acontece pelo mundo afora, além de um contato direto com os visitantes, para trocar idéias (só as repetidas, senão ficamos sem), sugestões de novos artigos etc.

O nosso endereço é http://twitter.com/ceticismo

Se você é um ser humano normal não é geek e sequer sabe o que significa a palavra “Geek”, daremos uma explicação básica. Continuar lendo “Agora Ceticismo.net possui seu próprio Twitter”

O novo visual da Estação Espacial Internacional

O Espaço, a Fronteira Final. Aqui estamos nós, pobres mortais, navegando pelos éons do espaço-tempo, a bordo da maior “nave” jamais vista: nosso planeta.

A pesquisa do Cosmos não começou com a corrida espacial. Não começou com a observação do afastamento das galáxias e nem mesmo quando Galileu apontou seu telescópio para as estrelas. Ela começou quando o homem parou de acreditar em entidades mí(s)ticas e se questionou do que eram feitas as estrelas e ele, o primeiro cientista, fez a pergunta-chave: “Por quê?”

Nesse momento surgiu a Ciência, quando seres humanos pararam de aceitar qualquer abobrinha como resposta absoluta e buscou explicações que satisfizessem. A Estação Espacial Internacional (ISS) – depois de finalizada a missão STS-119, do ônibus espacial Discovery, quando foi instalado o seu último segmento central e o quarto conjunto de painéis solares – mostra-se bela e resplandescente, viajando por sobre o pálido ponto azul. Continuar lendo “O novo visual da Estação Espacial Internacional”

Poeira do aquecimento

poeira_atlanticoA recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.

Desde 1980, a temperatura no Atlântico Norte tem aumentado em média 0,25 ºC por década. O número pode parecer pequeno, mas tem grande impacto em furacões, que preferem águas mais quentes. Um exemplo: 2005 teve recorde no número de furacões, enquanto em 1994 foram poucos eventos, mas a diferença na temperatura oceânica entre os dois anos foi de apenas 1 ºC.

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“Gelo inflamável” promete energia limpa contra o aquecimento global

clatratoO gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.

Às vezes, eles são erroneamente chamados de “hidratos”, mas considerando que as respectivas moléculas e/ou átomos estão dispostos no interior do retículo formado pela molécula de água, tal terminologia é considerada errônea, posto que hidratos são substâncias que contém água, não que estão presas nela. Sendo assim, eles serão referidos aqui unicamente como “clatratos”.

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Poeira do aquecimento

A recente tendência de aquecimento observada no Oceano Atlântico se deve em grande parte a reduções nas quantidades de poeira e de emissões vulcânicas nos últimos 30 anos, segundo estudo publicado no site da revista Science.

Desde 1980, a temperatura no Atlântico Norte tem aumentado em média 0,25 ºC por década. O número pode parecer pequeno, mas tem grande impacto em furacões, que preferem águas mais quentes. Um exemplo: 2005 teve recorde no número de furacões, enquanto em 1994 foram poucos eventos, mas a diferença na temperatura oceânica entre os dois anos foi de apenas 1 ºC. Continuar lendo “Poeira do aquecimento”

“Gelo inflamável” promete energia limpa contra o aquecimento global

O gás natural encerrado no retículo cristalino de moléculas de água pode ser uma fonte de grandes quantidades de energia, além de ser livre de emissões poluentes também. Essa “mistura” é chamada de “clatrato” e trata-se de uma molécula pequena ou átomo grande, como metano, xenônio, óxido nitroso que ficam presos em cavidades de cristais quando a solução é resfriada e um dos componentes se cristaliza.

Às vezes, eles são erroneamente chamados de “hidratos”, mas considerando que as respectivas moléculas e/ou átomos estão dispostos no interior do retículo formado pela molécula de água, tal terminologia é considerada errônea, posto que hidratos são substâncias que contém água, não que estão presas nela. Sendo assim, eles serão referidos aqui unicamente como “clatratos”. Continuar lendo ““Gelo inflamável” promete energia limpa contra o aquecimento global”

Combustível verde pode substituir petróleo em aviões

Engenheiros químicos americanos transformaram com sucesso óleo de plantas – canola, coco e soja – em combustível para aeronaves, indistinguível dos combustíveis convencionais, de acordo com testes feitos pelo governo americano.

Trabalhando com a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada para Defesa (DARPA, na sigla em inglês) do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, cientistas do Centro de Pesquisa de Energia e Meio Ambiente (EERC, na sigla em inglês) da University of North Dakota converteram o óleo derivado dessas plantas em combustível com densidade, conteúdo energético e, até ponto de congelamento, similares aos derivados de petróleo. Continuar lendo “Combustível verde pode substituir petróleo em aviões”