Um passeio noturno pela Terra

A Terra é fascinante. Mesmo na escuridão do Espaço, fora da esfuziante luz Solar. Ainda assim a Terra é mágica, pois ela traz a marca de nossa civilização, a marca de nossas pegadas, a marca de nossa história. As luzes de nossas cidades, nossas construções, daquela lampadazinha que ilumina a rua pela qual andamos para voltarmos em segurança é uma marca que nós estamos aqui.

O vídeo a seguir demonstra isso. Mostra como é a nossa maravilhosa Terra no negrume da noite, com luzes iluminando nossa existência.

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Sonda Juno capta imagens chocantes de Júpiter

Júpiter é um mundo fascinante. Como todo planeta gasoso, ele é praticamente formado por gases (surpreendente, não?). qualquer um com um mínimo conhecimento de Física sabe que haverá a tendência de aparecer eletricidade estática, mas uma descarga elétrica inesperada, surgida em meio a nuvens com uma mistura amônia-água, chamou a atenção. Um dos motivos é pela composição das nuvens serem de amônia. Mas calma que tem mais: não é apenas um raiozinho, mas uma tempestade elétrica violenta do tipo Thor dizendo pra Iansã “pega leve, tia!”

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As rotações dos planetas

Chamamos de rotação o movimento em que um corpo celeste dá uma volta completa em torno de si mesmo. Como é de se esperar, este movimento não é igual para todos eles, independente do tamanho o formato, esses movimentos nem sempre são o que esperamos que fosse.

O vídeo a seguir mostra o pôr do sol em diferentes planetas e um deles é especial, a “Terra Enevoada”, quando há mais de 2,4 bilhões de anos, a atmosfera da Terra era inóspita, cheia de gases tóxicos que provocavam variações de temperatura na superfície; mas isso fica para outro dia.

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O corpo safado que fez a Terra levar ferro

Estrelas (entre elas o nosso Sol), são basicamente formadas por hidrogênio e hélio. Naquela imensa fornalha termonuclear, núcleos se fundem produzindo elementos cada vez mais pesados. Dependendo do tamanho da estrela, elas podem explodir sob a forma de supernovas, espalhando todo o seu material estelar. Quanto maior a estrela, mais núcleos pesados são formados. Hidrogênio se funde em hélio, que podem se fundir formando lítio, boro e carbono. Estrelas de massa realmente alta (para padrões de estrelas, e nosso Sol nem é tão grande assim) irão iniciar a queima de núcleos de carbono e estender mais a sua existência. As de massa ainda maior irão também fundir neônio depois de usar o carbono e assim por diante. Isso até produzir ferro, então, tudo muda. A síntese de núcleos mais pesados a partir do ferro absorve ao invés de liberar energia, e a estrela começa a esfriar. Com o tempo, este nucleozão de ferro comporá asteroides. Estes asteroides são capturados pela gravidade terrestre e cruzam os céus; então, recebem o nome de meteoros. Quando caem no chão, a rocha formada é chamada de “meteorito”.

Pronto, resumi bem a origem do ferro no planeta. Já posso abrir uma cerveja porque meu trabalho está feito, certo?

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Como fazer um relógio de Sol?

Os antigos faziam relógios de Sol. Eles são fantásticos e funcionam lindamente (ok, precisa do Sol. E daí?). A arte da gravação sobre o latão ainda é cultivada por um monte de gente. É um trabalho laborioso, demorado, mas quem o faz não tem do que reclamar. É uma obra de are digna dos artesãos antigos.

Angus McFadyen é um artesão. Ele resgata tecnologia antiga e se tornou um ourives. No vídeo a seguir ele fala um pouco sobre a feitura de um relógio de sol

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HiRISE mostra detalhes de sistemas fluviais de Marte

Há anos se busca água líquida em Marte. Um dos motivos é a possibilidade de haver vida lá. Se não tem hoje, quem sabe, tenha havido no passado. Com a evolução de nossa tecnologia, os instrumentos de observação ficaram mais precisos, captando imagens de maior resolução, trazendo mais evidências da existências de antigos rios, lagos e até oceanos planeta-guerreiro.

Um desses incríveis equipamentos é o HiRISE ou High Resolution Imaging Science Experiment (Experimento Científico de Imageamento de Alta Resolução ou Câmera Fodona pra Cacete, como tenho certeza que alguém quis batia. Eu iria querer). As imagens do HiRISE estão entre “Boçal” e “Isso é Feitiçaria”, e agora trouxe imagens detalhadas de um penhasco marciano rochoso que não ficariam feias em nenhum quadro na parede da sala.

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Aventura Humana correndo e voando rumo ao nosso vizinho

Nesta última quinta-feira, 30 de julho, a Aventura Humana deu mais um passo. Um foguete Atlas decolou de Cabo Canaveral rumo ao Espaço. Mas isso vários foguetes fazem praticamente todos os dias. Esse é diferente. ele leva o rover Perseverance, e seu pouso (o do Perseverance, não o foguete)  está programado para acontecer na Cratera Jezero, em Marte, que deve ocorrer em fevereiro de 2021. O rover leva consigo o Ingenuity Mars Helicopter, um helicóptero marciano que não é de Marte, mas vai para Marte, com a missão de dar aquele rolé aéreo pelo Planeta Guerreiro.

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O Trânsito de Vênus

Toda vez que Vênus passa pela Terra, mostra a mesma face, da mesma forma que a nossa querida Lua, mas só se sabe disso a mais ou menos 50 anos, desde que os radiotelescópios foram capazes de espiar por baixo das nuvens espessas de Vênus e rastrear sua superfície de rotação lenta.

O vídeo traz uma animação em destaque mostra as posições do Sol, Vênus e Terra entre 2010-2023, com base nos dados baixados pela NASA, enquanto um falso ‘braço’ amarelo foi fixado no chão em Vênus para indicar rotação.

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Astronautas instalam puxadinho espacial na Estação Espacial Internacional

Todo mundo tem problema de espaço. No Espaço não seria diferente, já que o espaço lá só é vasto do lado de fora da Estação Espacial Internacional, lá no Espaço. Espaço que não está no Espaço é limitado, já que espaço não é infinito nem no Espaço. Estamos sempre interpretando indevidamente as dimensões das coisas. Por exemplo, lemos que a estação espacial é do tamanho de um campo de futebol, mas sua área útil é muito menor que isso; mesmo porque, a ISS nem é retangular!

Assim como nós guardamos nossas tranqueiras num armário, astronautas também precisam de um lugar para guardar as traquitanas. Em 5 de dezembro de 2019, uma unidade de armazenamento protetora para ferramentas robóticas chamada RiTS (Robotic Tool Stowage) estava entre os itens lançados para a estação como parte da 19ª missão de serviços de reabastecimento comercial da SpaceX para a NASA.

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O cometa dando marcha ré

O cometa C / 2020 F3 (também chamado de NEOWISE) agora é modinha. Tudo mundo quer falar dele. Óbvio, eu vou na modinha também! O vídeo a seguir detalha o cometa NEOWISE visto da Itália subindo sobre o mar Adriático. Se o bando de retardados que acreditam que a Terra é chata feito pizza e não gira ao redor de nada, deve ser interessante ver o NEOWISE dar marcha ré. Eu sei, eu sei, vão falar que é um vídeo ao contrário. Deixemos estes imbecis com seus retardos.

O vídeo em time-lapse combina mais de 240 imagens tiradas em 30 minutos. O cometa é visto subindo através de um primeiro plano de nuvens noctilucentes brilhantes e ondulantes, e diante de um fundo de estrelas distantes. Podia ter colocado uma musiquinha de fundo, né? Bem, vamos ao vídeo, chiquitito, pero cumplidor.

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