Zoológico Criacionista inglês tenta refutar a Evolução

Ao contrário do que as Ovelhinhas do Senhor podem pensar (elas vivem pensando em mim, na maioria das vezes coisas impublicáveis), eu sou um cara excelente, honesto, trabalhador e bom pai de família. A irmã de nosso espião sabe disso melhor do que ninguém. Assim, eu sempre me preocupo com o próximo e com o distante. Não quero mais ter que ler tosqueiras idiocráticas, nem insanidades espalhadas pelo mundo afora. Assim, eu com fervor peço:

– In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti! Senhor Jesus, por favor, faça com que não apareça nenhuma tosqueira. É de vossa palavra que seu servo em Cristo Mateus nos veio dizer que tudo que vo-lo pedirmos, vós atendereis. Peço que o mundo fique normal e que não ocorra nada de esquisito, tosco e completamento louco no mundo, além de prover alimentos aos que têm fome e conforto aos desconsolados, amém!

Infelizmente, o sinhô G-zuis anda com muita cera o ouvido e não me atendeu (nevermind, eu já esperava por isso). Ele prefere orações do tipo:

– Sinhô Deus Noçu Pai! Fassa cum qui a disgramada da Waldirene deixe o meu Erdimilço, modiquê ele vorte pra mi. Ajuda eu, sinhô! Já deichei o dismo cum pastô.

Assim, o que temos? Uma mais uma notícia que deixará vocês, nobres leitores, com uma sensação que o mundo conspira para que a idiotice governe o mundo (e não, não é coisa do Skynet), como é o caso de um Zoológico Britânico que defende o criaBURRIcionismo, achando que com isso está refutando Teoria da Evolução. Bem-vindos à SEXTA INSANA!! Continuar lendo “Zoológico Criacionista inglês tenta refutar a Evolução” →

Métodos agrícolas das primeiras civilizações podem ter alterado o clima global

Não é de hoje que seres humanos queimam florestas para poderem usar a terra, seja como pasto ou como área de cultivo, isso já acontecia há milhares de anos, e isso pode ter influenciado no clima do planeta, por ter aumentado a concentração de dióxido de carbono (CO2). Pesquisadores da Universidade da Virgínia e da Universidade de Maryland, EUA, afirmam que as 6 bilhões de pessoas de hoje usam cerca de 90% a menos de terra por pessoa para produção de alimento do que era usado por populações menores no início do desenvolvimento das civilizações. Essas primeiras sociedades provavelmente se basearam num processo de corte-queima para limpar grandes extensões de terras, afim de produzirem alimentos em níveis relativamente pequenos. O estudo foi publicado na Quaternary Science Reviews. Continuar lendo “Métodos agrícolas das primeiras civilizações podem ter alterado o clima global” →

A chave da evolução humana repousa em ferramentas construídas por outros primatas

Julio Mercader é arqueólogo da Universidade de Calgary. Por sinal, ele é um dos poucos pesquisadores no mundo a estudar a cultura material dos parentes vivos mais próximos dos seres humanos: os grandes símios. O Dr. Mercader está reunindo os seus colegas para criar uma nova disciplina dedicada à história da utilização de ferramentas por todas as espécies de primatas espécies, a fim de compreender melhor a evolução humana.

Mercader é co-autor de um novo trabalho intitulado “Arqueologia Primata”, publicado recentemente na revista Nature. Mercader é um dos 18 co-autores que argumentam que as recentes descobertas de ferramentas utilizadas por uma grande variedade de primatas selvagens – bem como evidências arqueológicas de chimpanzés usando ferramentas de pedra de milhares de anos – está forçando os especialistas a repensar a tradicional linha divisória entre os seres humanos e outras espécies de primatas, assim como a crença que o emprego de ferramentas é domínio exclusivo do gênero Homo (em latim: homens, como humanidade; e não, não tem nada a ver com homossexuais diretamente). Continuar lendo “A chave da evolução humana repousa em ferramentas construídas por outros primatas” →

População humana expandiu-se durante o Pleistoceno Tardio

Uma grande pergunta, e até agora não respondida, no decorrer da evolução humana é quando os humanos modernos começaram a se expandir pelo mundo. O crescimento demográfico estava associado com a invenção de determinadas tecnologias em particular? Ou as inovações comportamentais por caçadores-coletores no último Pleistoceno, com o início da agricultura durante o Neolítico?

Bem, pelo visto, os dados vindos das 3 populações não-africanas sobreviventes (bascos franceses, os chineses Han e os melanésios) são inconsistentes com o modelo de crescimento simplificado, presumivelmente porque eles refletem histórias demográficas mais complexas. Em contraste, os dados vindos das 4 populações sub-saarianas na África concordam com as duas fases do modelo de crescimento populacional. As análises suportam a teoria em que o crescimento populacional teve um desempenho significativo na evolução das culturas humanas no Pleistoceno Tardio. Continuar lendo “População humana expandiu-se durante o Pleistoceno Tardio” →

Descoberto um fóssil de nova espécie de roedor

Uma equipe de cientistas descobriu um fóssil de um roedor, cuja espécie está extinta. Os restos fósseis de um dente encontrados em Alborache, Valência, pertencem ao Eomyops noeliae, pertencente à família Eomyidae, e representa o mais antigo registro deste gênero no mundo. Obviamente, toscos ignorarão análises de DNA, bem como sua estrutura morfológica, dizendo que trata-se apenas de um dente. Ou que, de repente, pertencia à alguém da família de Noé. Continuar lendo “Descoberto um fóssil de nova espécie de roedor” →

Dinossauro chinês compatibiliza dados sobre evolução desse grupo

por Alexander Kellner

Imaginem a seguinte cena: num dia ensolarado e de temperatura elevada, dois dinossauros famintos e com um calor tremendo ouvem um urro longínquo. Há dias sem comer, os répteis, à beira da fadiga, caminham apressadamente para o local. Lá chegando, se enchem de esperança: um terceiro dinossauro agoniza na lama. O infortunado estava com sede e não resistiu a avançar para a pequena poça de água no centro de um grande lamaçal, mesmo quando suas patas afundavam perigosamente. Acabou preso, sem poder sair. Mais que depressa, os dois novos visitantes avançam sobre o animal, que julgam ferido, na ânsia de saciar a sua fome. Outros que se enganaram e também não conseguiram mais sair do lamaçal! Mesmo fracos, se debatiam bastante, mas acabaram por perecer no local.

Ficção? Pode ser. No entanto, essa é a interpretação dada por pesquisadores para um dos mais interessantes achados dos últimos anos na paleontologia: um verdadeiro “bolo” de dinossauros! Continuar lendo “Dinossauro chinês compatibiliza dados sobre evolução desse grupo” →

Fóssil encontrado em São Paulo tem características de crocodilo e de tatu

Crocodilo-tatu. Esse nome, que parece saído de um conto de fadas, é a denominação do novo réptil pré-histórico brasileiro, o Armadillosuchus arrudai. O animal pertence ao grupo dos crocodilomorfos, parentes dos crocodilos atuais, mas apresenta características nunca antes encontradas nesses espécimes, como uma couraça similar à do tatu e a capacidade de mastigar alimentos, o que sugere uma versão diferente para o clima no fim do Cretáceo, há 90 milhões de anos, quando ele viveu. Continuar lendo “Fóssil encontrado em São Paulo tem características de crocodilo e de tatu” →

Santo Sudário pode ser foto de Da Vinci

Um estudo das características faciais sugere a imagem da relíquia da Vinci é, na realidade, o próprio rosto que poderia ter sido projetado sobre o pano. O Sudário, cujo tema já abordamos aqui, foi considerado por gerações de fiéis que o rosto de Jesus crucificado, que foi o embrulhado, mas a datação por carbono-14 feita pelos cientistas aponta para a sua criação na Idade Média.

A hipótese foi levantada pela artista americana Lilian Schwartz, consultora gráfica da Escola de Artes Visuais de Nova York e famosa por ter associado, na década de 1980, o rosto de Mona Lisa ao autorretrato de Da Vinci. “Estou empolgada com isso”, disse Lilian, segundo reportagem do jornal The Daily Telegraph. “Não há dúvida, na minha cabeça, de que as proporções sobre as quais Leonardo escreveu foram usadas na criação do rosto nesse Sudário”. Continuar lendo “Santo Sudário pode ser foto de Da Vinci” →

Novos fósseis primatas sugerem antepassado asiático dos humanos

Segundo a nova pesquisa na revista Proceedings of the Royal Society B, em 01/06, um novo fóssil de primata encontrado em Miamar (antigamente conhecido como Birmânia, e mais anteriormente do Rambo colocar os pés lá) sugere que o ancestral comum dos seres humanos, macacos e símios evoluíram a partir de primatas na Ásia, na África não como muitos pesquisadores acreditam. Obviamente, este é o ponto onde os débeis mentais começam sua ladainha escrota sobre o homem ter vindo do macaco, que nossa tia é a Chita ou qualquer outra idiotice vinda de gente que acredita em unicórnios, insetos que possuem quatro patas e morcegos são aves. E macacos são a designação genérica para 200 espécies de primatas. Os seres humanos descendem de um ancestral comum com os primatas. Nao do macaco, como dizem os religiosos.

Primeiramente, Quem veio do que? Homens e macacos vêm do mesmo tronco evolutivo, cada um se desviando para “galhos” diferentes. Homens são primatas simiiformes, ou seja, somos SÍMIOS (APE, em inglês). Símios, caros apedeutas de livro-de-suvaco, são quaisquer membros que pertençam à superfamília dos Hominidae; de uma forma leiga, podemos dizer que são macacos antropomorfos, numa clara alusão à semelhança corporal com os seres humanos (Hominidae => Homem, sacou?). Em outras palavras, é como dizer que qualquer macaco se se pareça com um ser humano (até nas atitudes, se bem que muitas pessoas fazem mais “macaquices” que os macacos em si). Como exemplo, podemos citar o próprio ser humano, gorilas e chímpanzés. Notou algo que eles tê em comum? Olhe pra trás de você e você saberá… Continuar lendo “Novos fósseis primatas sugerem antepassado asiático dos humanos” →

Patriarca da Etiópia diz ter visto a Arca da Aliança (mais uma vez)

Este seria um artigo para ter o tema de John Williams, pois mais parece filme do Indiana Jones. O patriarca copta ortodoxo da Etiópia, Abuna Paulos, garantiu em Roma ter visto a Arca da Aliança, e que o objeto sagrado encontra-se “em bom estado de conservação”. MEU ZEEEEEEEEEEEEEUS! Agora sim, está definitivamente provada a existência da Arca da Aliança, que Javé mandou o Moisés fazer só para carregar 2 pedaços de pedra, todinha feita de ouro (escravo tinha direito a ouro?). Só tem um pequeno detalhezinho: o Sith-Patriarca disse que não pode dizer onde está a arca, mas que era capaz de garantir que já a havia visto e que ela corresponde à descrição dada na Bíblia. Boa essa, não é mesmo? Continuar lendo “Patriarca da Etiópia diz ter visto a Arca da Aliança (mais uma vez)” →