A Arqueologia não é unicamente encontrar um monte de velharia perdida no tempo, em algum rincão remoto. O nome disso é explorar a casa do meu irmão. Os artefatos que são encontrados contam histórias, tais quais as estradas de Stephen King. Conhecemos o modus vivendi de pessoas há muito tempo mortas, conseguimos ver, com fabuloso Óculos da Ciência, como os apetrechos eram usados e como era a sua relação com seus donos. Um perfeito exemplo disso foi um sapato encontrado numa caverna da Armênia, com idade estimada de 5500 anos.
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Sinceramente, eu não sei qual é a ligação freudiana que os fundamentalistas cristãos t~em com a Arca de Noé, um dos maiores mitos bíblicos. Podem ver que o artigo sobre o Dilúvio é bem mais concorrido do que s que falam de Jesus. Deve ser porque eles estão prestes a mudar de deus, não se importando se o Jóquei de Jegue tenha existido ou não. Bem, os céticos já sabiam a resposta há muito tempo, da mesma forma como sabem a resposta sobre a Arca: besteira!
Uma equipe de arqueólogos italianos da Universidade de Roma estudam móveis encontrados em uma das grutas existentes no deserto de Neguev. Os artefatos, descobertos por acidente depois que um míssil do Hamas abriu uma fenda na montanha de Rosh Azazel, despertaram curiosidade na região e nos centros acadêmicos. O Vaticano, recentemente enviou arqueólogos de diversas universidades europeias para analisar as peças e, ao que parece, teriam sido os móveis feitos por Jesus de Nazaré, antes de ele começar o seu ministério.
Muito provavelmente, você já deve ter ouvido falar de Stonehenge, um monumental círculo de pedras localizado no condado Wiltshire, na Inglaterra, datando pelo final do Neolítico e início da Era do Bronze. Um lugar incrível, onde idiotas criaram toda espécie de mito, como uso para balizamento por OVNI’s, que possuem uma tecnologia tão avançada que os faz ter que usar recursos visuais para poder pousar. Entretanto, a imagem de abertura do artigo (mais abaixo tem uma ampliação) não é “O” Stonehenge, mas o que chamam de “Stonehenge Brasileiro”, localizado cidade de Calçoene, no interior do Amapá. Acreditem, é tão interessante quanto o seu irmãozinho inglês.
Algumas pessoas acreditam em milagres. Feitos ditos como impossíveis e atribuídos a entidades mágicas. Mas a Ciência é a arte de fazer o impossível tornar-se possível. Se antes não sabíamos o que era responsável por cada uma das características dos seres vivos, hoje sabemos que é o DNA. Se antes não sabíamos como ordenar este DNA, hoje sabemos. Se antes não tínhamos como extrair o DNA de criaturas mortas há séculos ou mesmo milênios, hoje já podemos.
Imaginem-se, meus perclaros, na sua condição atual. Sentados em seus sofás, apreciando o mundo 

Me lembro bem de uma frase do filme Jurassic Park: “A vida sempre encontra um jeito”. A sobrevivência de alguns seres vivos é estupenda, ainda mais quando são seres vivos simples, pois a menor especialização faz com que suas necessidades de sobrevivência sejam poucas também. Um perfeito exemplo disso são os micróbios descobertos pelo microbiólogo Brian Schubert, da Universidade do Havaí. Algumas pessoas acham que micróbios são apenas micróbios e pronto. Normalmente, eu não teria como censurá-los, mas deve-se levar em consideração uma coisa muito importante: os queridíssimos micróbios estavam encerrados em um cristal de sal e conseguiram a façanha de sobreviver por 30 mil anos, alimentando-se apenas de restos de algas que estavam presos junto a eles. Este é o exemplo mais convincente até então para estipular a sobrevivência a longo prazo. Vai continuar dizendo que micróbios são todos iguais?
Então, chegamos a mais um fim-de-ano. Aquela época maravilhosa, com show do Roberto Carlos, retrospectivas sobre coisas que acontecem todo ano, falsidades, shows pirotécnicos e um monte de doces criaturas do sexo feminino ligeiramente embriagadas, a ponto de toparem qualquer enlace mais íntimo, mesmo que seja com você, meu caro loser.