Cientistas da Universidade de Cambridge, Inglaterra, afirmam que a obesidade infantil pode ser causada por uma mutação genética. Os resultados de sua pesquisa mostram pela primeira vez que a condição pode ser genética, e não o resultado puramente com relação à alimentação.
O estudo pode cair como uma bomba em cima dos serviços sociais, já que ele mostra que não é uma questão simplesmente de comer no McDonald’s que você ficará balofo. Isso pode ser ruim pois poderá estimular os jovens a continuar comendo aquela tosqueira que chamam de sanduíche. Continuar lendo “Obesidade infantil é ligada a mutação genética”

Imaginem a cena: Um cara chega em seu escritório e diz “Luzes”. As lâmpadas se acendem. Depois, ele chega perto do computador e diz “Liga, pô”. E o micro se inicia. Em seguida, ele começa a redigir um texto, bastando somente pensar nele. Um belo exemplo de ficção científica, certo? Bem, não exatamente, pois pesquisadores estão desenvolvendo um software que permite que os utilizadores possam escrever letras e números em uma tela, apenas pensando sobre elas.
Se você é daqueles que aprecia o sabor suculento de uma deliciosa picanha, mas fica com dor de consciência por estar comendo uma vaca (no sentido carnívoro da coisa), pode relaxar um pouco, pois segundo algumas pesquisas, cientistas conseguiram fazer crescer uma forma de carne em laboratório pela primeira vez!
O aumento de gás carbônico (CO2) na atmosfera não causa apenas intensificação do efeito estufa (não confunda efeito estufa com aquecimento global). O aumento da concentração de CO2 afeta a química dos oceanos também, produzindo maior quantidade de ácido carbônico (H2CO3) e, de quebra, pode fazer com que alguns crustáceos se tornem maiores e mais fortes, conforme sugere pesquisa da Universidade de North Carolina em Chapel Hill.
Eu já estava preocupado… Como assim um stormtrouper da ICAR fica tanto tempo sem falar besteira? Será que os Siths estão se tornando pessoas decentes? Será que os seguidores de Palpatine XVI resolveram tomar vergonha na cara e pararam de falar merda?
Quarta-feira de Sol, pássaros cantando, a primavera está no ar, o verão se aproxima, o astro-rei faz seu percurso de horizonte a horizonte (eu SEI que é a Terra que gira ao redor do Sol. É uma licença poética, pombas!). Um dia lindo e primoroso, menos para dois SAFADOS que terão que ver o astro-rei nascer quadradinho (ou não).
Nós, homens, temos muitos problemas. Em relação às mulheres, temos muitas desvantagens, como por exemplo, ninguém dar lugar pra gente no ônibus, mesmo que estejamos com uma mala do tamanho de um Boeing, enquanto que mulheres de bolsinha são prontamente instadas a sentarem, senão isso, há quem ofereça para segurar suas minúsculas bolsas. Obviamente, eu nunca seguraria mochila de marmanjo também.
Uma equipe de Cracóvia, na Polônia, utilizou imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) para avaliar a atividade do cérebro de 40 voluntários ao serem mostradas várias imagens. De acordo com o estudo, os cientistas determinaram o óbvio: Homens e mulheres possuem mais uma diferença (fora aquela). Homens e mulheres respondem de forma diferente ao perigo, e isso é fácil de perceber apenas colocando uma barata no ambiente.
O mundo continua girando. Gira e volta e vem e vai. Todos respeitam as ideias dos demais, mas só quando essas ideias são iguais. É como se fosse um Voltaire às avessas: “Podes dizer tudo o que pensas, desde que concordes comigo”. As religiões não são diferentes, como sempre. Sempre querem liberdade religiosa e de comportamento; DESDE QUE, a religião e a prática seja a da religião do “defensor”. Um exemplo que ilustra bem isso é a inauguração de um hospital em La Paz, Bolívia, que é financiado pelo governo iraniano. Lá, as funcionárias foram vistas usando hijabs, o véu muçulmano.
Essa doeu em mim, apesar de não ter motivos para preocupação (mas vai saber mais pro futuro, com meus 80 anos?). Um estudo realizado em Israel e apresentado em um congresso de medicina sexual em Lyon, na França, indica que a impotência pode ser tratada com… choques elétricos no pênis.