Engenheiros americanos costumam usar a gíria “kluge” ao se referirem a soluções improvisadas para problemas em projetos. A falta de iluminação numa casa nova pode rapidamente ser resolvida, por exemplo, com um fio desencapado, uma lâmpada velha, uma extensão e esparadrapo. Esse tipo de gambiarra, diz o psicólogo Gary Marcus, da Universidade de Nova York, é também a melhor analogia para descrever a mente humana.
“Kluge” é o título do novo livro de Marcus, dedicado a mostrar como nossas faculdades mentais mais caras – consciência e raciocínio lógico – foram construídas pela evolução aproveitando estruturas cerebrais primitivas, na falta de algo melhor. Dá para o gasto, mas o preço que pagamos por não sermos fruto de um “projeto inteligente” é que nossa gambiarra cerebral freqüentemente entra em curto-circuito. Continuar lendo “Cérebro é uma gambiarra evolutiva”

Em mulheres grávidas, um grande número de células da mãe entra no corpo do feto e o sistema imunológico em desenvolvimento aprende a tolerar tais células, em vez de atacá-los da mesma forma como reagirá contra substâncias estranhas no futuro.
Panderichthys é largamente reconhecido como a forma transicional da evolução dos tetrápodes (sabe como é, né… aqueles fósseis transicionais que os criaBURRIcionistas alegam que não existe). Um belo espécime lindamente preservada para horror de toscos que ainda têm a esperança que o mundo apareceu do nada foi encontrado em 2005.
Pela primeira vez, pesquisadores encontraram uma forma de visualizar células-tronco em cérebros de animais vivos, incluindo os seres humanos. A descoberta, que permitirá aos cientistas acompanharem o processo da neurogênese – formação de novos neurônios – é anunciada meses após a confirmação de que essas células são geradas tanto em cérebros adultos quanto em cérebros em desenvolvimento.
Evitar um gene maléfico à descendência é a razão pela qual as moscas fêmeas preferem ter vários parceiros em vez de um só, e se você pensou que era por causa delas serem vagabundas desclassificadas, errou feio! A conclusão é de um estudo realizado por uma equipe internacional de cientistas, publicado pela revista “Science”.
Foram encontrados no sudoeste da China fósseis da tartaruga mais antiga de que se tem notícia, com 220 milhões de anos. O esqueleto achado na província de Guiyang chama a atenção por não possuir o resistente casco que protege e envolve quase todo o corpo das tartarugas modernas. Os paleontólogos que analisaram o fóssil acreditam que ele esclarecerá muitas dúvidas sobre a evolução dos quelônios e sobre o surgimento de seu casco.
Uma colombiana de 30 anos se tornou a primeira paciente na História a receber um transplante de um órgão criado em laboratório a partir de suas próprias células-tronco. Claudia Castillo ganhou uma nova parte da traquéia usando uma técnica apontada por especialistas como o marco de uma nova era da cirurgia, na qual uma parte do corpo danificada pode ser substituída por ela mesma, sem risco de rejeição ao transplante. Claudia não desenvolveu anticorpos e não tomou nenhum remédio imunossupressor para impedir reações do sistema imunológico ao procedimento, informou a equipe envolvida ao jornal médico britânico “Lancet”.
Este é um artigo em homenagem ao glorioso povo de Ipuaçu e Xanxerê, exceto os analfabetos funcionais que não sabem o significado das palavras Aborígene e Barnabé. Houaiss mandou lembrança, gente.
Já tivemos a presença do Sabino hoje, nada pode deixar a sexta-feira mais ridícula… Ou pode? A Fabi nos trouxe a resposta!