Eu canso de dizer que tecnologia não é computador, não é acessar internet ou usar smartphone pra baixar joguinho. Os homens da Antiguidade já dispunham de tecnologia. Que diabo! Uma alavanca é ferramenta tecnológica! Mas algumas obra são fenomenais e mostram a engenhosidade dos “tempos de antigamente”, Eu nem menciono as pirâmides, que é arroz de festa. No Oriente podemos ver coisas que faz de nossos índios… bem, índios: pessoas que mal saíram da Idade da Pedra e nem sabiam o que era fogo até Bartolomeu Bueno da Silva ganhar o apelido “Anhanguera” (não sabe do que estou falando? Livros: leia-os!).
Na cidade de Delhi, Índia, há um pilar. Ele é conhecido por Pilar de Delhi, mas sua fama não é pela originalidade do nome e sim por ele ser o que é: uma maravilha em termos de arte e técnica. Um pilar de mais de mil anos, feito de ferro e em melhor estado que muito “aço inox” vendido por aí.
Queiram, por gentileza, pegar o LIVRO DOS PORQUÊS, capítulo “Civilizações”, subdivisão “Índia”

E depois das loucuras de fim de ano, sorrateiramente o fanatismo religioso tenta abocanhar escolas mais uma vez. Isso porque uma vereadora de Recife, Pernambuco, cismou que toda escola e biblioteca pública da respectiva cidade. Afinal, né, a Bíblia é legal e blábláblá.
Eu gosto de tecnologia de informação. Até trabalho com isso (se bem que o tiozão semi-analfabeto do SERPRO que fica digitado número de CPF e sabe toda a sua vida também trabalha). Uma das piores pragas são vírus, malwares e coisas similares. É muito ruim ser contaminado e quando nossa vida digital fica comprometida, temos que tomar medidas drásticas!
No início de 2013, eu (sim, preguiça) coloquei uma relação de artigos publicados anteriormente. São tantos artigos que até nos perdemos. Assim, vou criar uma tradição, agora. Sempre no início do ano eu colocarei uma espécie de Vale a Pena Ler de Novo. Para quem já leu, terá a memória refrescada. Quem não leu, poderá conhecer melhor o nosso trabalho.
O mundo está cada vez mais tecnológico, desde que o primeiro macacão badass resolveu usar ossos como armas para caçar ou mandar seus desafetos pra vala. Automatizamos carros, aviões, navios, celulares, computadores, video-games etc. Seria justo pensar em, quem sabe um dia, termos máquinas que pudessem fazer intervenções cirúrgicas; verdadeiros robôs a serviço da causa médica. Mas será que estamos preparados? E os riscos?
Sim, eu sei que parece maluquice, mas essa é a realidade, que está se lixando pro que possamos pensar. A verdade é o que muitos têm cansando de falar há décadas, mas os imediatistas fingem não escutar: não basta dar comida para as pessoas. Mas, então, o que está acontecendo com o mundo?
Em 2007, eu postei um artigo de brincadeira, chamado
365 dias se passaram neste ano. Ano bom, para falar a verdade. Não sou daqueles que vivem se lamentando, vivem reclamando, vivem dizendo que o ano foi ruim, que o ano foi péssimo, que esperam que o ano seguinte seja melhor. Eu não tenho estes problemas, pois acho que reclamar – mesmo que tivesse algo errado – é perda de tempo.