Nada como ter animaizinhos de estimação. É legal ter a companhia de uma criaturinha doce, delicada e… MAU-CARÁTER! Sim, elas são pérfidas e manipuladoras, e o melhor exemplo são os gatos.
A bem da verdade, você não é dono de um gato. Ele é que é SEU dono. Acha que é exagero meu? Mas não é, como ficou comprovado por um estudo feito na universidade britânica de Sussex, que demonstra que os famigerados felinos usam um ronronar específico para influenciar e manipular humanos. E sim, isso tem a ver com Seleção Natural também. Continuar lendo “Gatos usam ronronar para manipular humanos”

The Inner Life of a Cell (A vida interior de uma célula) é uma animação de três minutos criada pelos estudantes de biologia da Universidade Harvard, usando os softwares Newtek Lightwave 3D e o Adobe After Effects. Não é o que se pode chamar de uma obra capaz de concorrer a um Oscar com filmes de animação como os que são produzidos pela Pixar ou a Dreamworks, se bem que, ao meu ver, ganha em disparado deles. Vejam o filme e depois me digam se eu não tenho razão.
Eu pensei com meus botões: “Sol brilhando, ainda que uma frente fria está chegando, mudando o tempo. Logo, nada de muito maluco vai acontecer nesse iniciozinho de semana. Certo?”
Dois estudos independentes dão passos importantes rumo ao desenvolvimento de terapias que retardem o envelhecimento em seres humanos – e assim nos aproximem da tão desejada longevidade. Uma substância derivada de bactérias se mostrou eficiente no prolongamento da vida de camundongos, e o mesmo resultado foi alcançado em macacos submetidos a uma dieta de restrição calórica.
Vinte genes envolvidos no controle dos níveis de colesterol foram identificados por um grupo de cientistas do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e da Universidade de Heidelberg (Alemanha). A descoberta representa um importante passo na busca pelo entendimento dos mecanismos por meio dos quais o balanço do colesterol é mantido.
Eu pensei que o mundo estava ficando mais normal, por não ter achado nada bizarramente louco que merecesse uma Sexta Insana. Me enganei. Uma família da Arábia Saudita está processando judicialmente um “gênio” (é, que nem aquele do Aladin ou o Shazan) por roubos e ameaças, segundo informações do jornal Al Watan; chegando até mesmo ao ponto de acusar o “espírito” de jogar pedras neles e roubar telefones celulares. Senhoras e senhores, este é um SÁBADO INSANO!
O que significa a expressão “todos são iguais perante à lei”? Ao meu ver, seria de esperar que um Estado proveria condições iguais a todos os seus cidadãos. Não é o caso do Brasil, onde há inúmeros favorecimentos a diversos grupos de pessoas, em detrimento de outras. Mas se os direitos são iguais, por força de lei, então temos algo que não deveria haver num sistema de leis: contradições.
Imaginem a seguinte cena: num dia ensolarado e de temperatura elevada, dois dinossauros famintos e com um calor tremendo ouvem um urro longínquo. Há dias sem comer, os répteis, à beira da fadiga, caminham apressadamente para o local. Lá chegando, se enchem de esperança: um terceiro dinossauro agoniza na lama. O infortunado estava com sede e não resistiu a avançar para a pequena poça de água no centro de um grande lamaçal, mesmo quando suas patas afundavam perigosamente. Acabou preso, sem poder sair. Mais que depressa, os dois novos visitantes avançam sobre o animal, que julgam ferido, na ânsia de saciar a sua fome. Outros que se enganaram e também não conseguiram mais sair do lamaçal! Mesmo fracos, se debatiam bastante, mas acabaram por perecer no local.
Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
Crocodilo-tatu. Esse nome, que parece saído de um conto de fadas, é a denominação do novo réptil pré-histórico brasileiro, o Armadillosuchus arrudai. O animal pertence ao grupo dos crocodilomorfos, parentes dos crocodilos atuais, mas apresenta características nunca antes encontradas nesses espécimes, como uma couraça similar à do tatu e a capacidade de mastigar alimentos, o que sugere uma versão diferente para o clima no fim do Cretáceo, há 90 milhões de anos, quando ele viveu.