Catherine Susan Genovese, mais conhecida como Kitty Genovese vinha para casa na noite de 13 de março de 1964. Ela foi ataaca, tentou fugir, mas não conseguiu. Foi esfaqueada até a morte próximo de sua casa em Kew Gardens, no Queens, Nova York. Ninguém a ajudou, apesar dos gritos por socorro.
O efeito espectador (ou bystander effect) é uma ocorrência em que uma determinada pessoa se sente inibida de agir em alguma ocorrência séria quando há mais pessoas presentes. Isso começou a ser estudado quando saiu uma reportagem do New York Times apontou que Kitty gritou por muito tempo por socorro e 38 pessoas ouviram, e nada fizeram.

O Efeito Dunning-Kruger pode ser resumido como quando um rematado ignorante em determinado tema se acha muito culto e tem maior convicção que sabe mais do que os especialistas no referido tema. É a vitória da arrogância sobre o conhecimento. Eles não querem aprender nada, pois estão certos que podem ensinar, mesmo quando falam altas sandices, sem nenhuma prova ou sustentação, mas exigindo que os outros pesquisem, de preferência nas “fontes” que eles usam, de forma a ter a mesma opinião profunda como um pires que eles têm.
A má compreensão sobre a Ciência leva a pensamentos tolos e mesquinhos. As pessoas, na verdade, não passam de hipócritas, pois usam computadores, notebooks, tablets e celulares para dizer que Ciência não serve para nada. A Big Pharma é um câncer e o que é bom mesmo é ir na sua igreja ou qualquer outro templo religioso, mas na hora que o calo aperta, correm para a primeira farmácia. A pura hipocrisia.Este tipo de pessoa adora os presentes que a Ciência dá, mas não das perguntas que a Ciência faz. Perguntas demandam pensar e responder, e essa tosqueirada não quer pensar, mas acreditar.
Astrobiologia é um ramo… interessante. Ele estuda algo que não se sabe se existe: vida em outros planetas, em outros sistemas, em algum lugar da galáxia. Sim, eu sei que parece coisa de maluco, mas há de se começar a pesquisa de alguma forma, e isso é feito achando lugares esquisitões aqui na Terra que sejam semelhantes a outros lugares em outros planetas. É aquele pensamento: “se encontrarmos algo vivo aqui, em Marte será fichinha”. Alguns desses lugares pesquisados são lagos vulcânicos, que são quentes, fedidos e tóxicos (não necessariamente nesta ordem).
Uma das mais divertidas falácias do mundo religioso é que tudo é lindo e perfeitinho, e isso prova que Deus existe. Mas aí mostramos as má-formações, os tumores, as doenças degenerativas e toda sorte de ocorrências que nada é 100% bonitinho, nada é 100% fofinho. Há muita coisa feia no mundo e, claro, religiosos começam a inventar mil desculpas, mesmo quando não há desculpas, pulando num pé só, tentando justificar a genialidade divina, mesmo quando não há nada de genial.
O que faz com que as pessoas vivam mais? Claro, dinheiro no bolso é um fator principal, pois ajuda na hora de comprar remédios. Entretanto, alguns estudos inferem que não basta ter desenvolvimento econômico, mas sim que a Educação pode ter um papel mais importante neste cenário, o que pode direcionar as políticas de saúde pública.
O Ministério da Saúde devia trocar de nome para Ministério da Pseudociência. Ao invés de investir em hospitais e postos de saúde, em melhoria de equipamentos e treinamento de pessoal, o que fazem? Enganam a população com bobagens de constelação familiar e toques mágicos.
É público e notório que estamos com uma juventude fraca, desinteressada, birrenta e criadora de problemas, principalmente onde não há problemas. Simplesmente inventam, têm chiliques nas redes sociais, se preocupando com preocupações que não são em nada preocupantes, mas como não têm problemas maiores, acabam inventando alguns.
Na década de 60, Muzafer Sherif resolveu testar a Teoria do Conflito Realístico, em que grupos isolados concorrendo por recursos acabaria partindo pra selvageria. Ele testou isso num acampamento de escoteiros, separando dois grupos de jovens, que tinham excelente entrosamento entre si, mas passaram a hostilizar o outro grupo, porque perdiam as disputas e os brindes, quase chegando nas vias de fato.
Dissonância cognitiva é um termo criado pelo psicólogo comportamental Leon Festinger. A teoria da Dissonância Cognitiva procura explicar como a mente humana lida com situações de comportamento contraditório, e como nossa mente tenta apaziguar os dois princípios que se contradizem, de forma a nos deixar em paz conosco mesmo. O cérebro costuma buscar maneiras de encontrar coerência entre suas cognições. O indivíduo passa por um conflito no seu processo de tomada de decisão com situações que precisam ser tomadas ao mesmo tempo, mas são mutuamente contraditórias. Quando os elementos dissonantes são de igual relevância ou importantes para o indivíduo, o número de cognições inconsistentes determinará o tamanho da dissonância.