
Em 7 de junho de 2021, a espaçonave Juno voou mais perto da lua incrustada de gelo de Júpiter, Ganimedes, do que qualquer espaçonave em mais de duas décadas. Menos de um dia depois, a Juno fez seu 34º sobrevoo por Júpiter.

Em 7 de junho de 2021, a espaçonave Juno voou mais perto da lua incrustada de gelo de Júpiter, Ganimedes, do que qualquer espaçonave em mais de duas décadas. Menos de um dia depois, a Juno fez seu 34º sobrevoo por Júpiter.

O Cairo é estranho. Estranho e misterioso como o próprio Egito como um todo. Tendo hoje mais de 21 milhões de habitantes, o Cairo tem uma população não-residente muito maior graças ao turismo. E como não pensar em ir lá? É fantástico saber que ali viveram poderosos reis que governavam uma das maiores civilizações da Antiguidade, muito antes sequer de existir Roma. Lembramos das pirâmides, cujas fotos as fazem parecer ainda no deserto inóspito, mas é coladinho à cidade do Cairo, e a foto acima prova isso. Não é photoshop, você realmente pode ver as pirâmides e o tamanho monumental delas ajuda na vista. Obrigado Quéops, Quéfrem e Miquerinos.

Você acha que só porque foi pego no meio de uma chuva sem guarda-chuva e pisou numa poça o pior dia de sua vida. Olha, não duvido, mas a verdade é que você tem sorte. Imagine se sua cidade simplesmente desaparecesse que nem num filme de terror. Bem, foi isso que aconteceu em Dunhuang, China, engolida por uma gigantesca parede de areia com mais de 100 metros de altura.

Buracos negros são aqueles corpos celestes tão foda que a gente pode chamá-lo de Gojira (prefiro o nome original japa. Me processe) das galáxias. Já estrelas de nêutrons são estrelas extremamente densas. Uma colher de material de uma estrela de nêutrons chega a pesar muitos e muitos quilos. É praticamente um King Kong estelar, não que eu esteja chamando o King Kong de gordo, veja bem.
Já pensou quando um buraco negro pega uma estrela de nêutrons? Pois é. Não vai ter nenhum Gojira robótico de tamanho absurdamente grande, então, sai um pega pra capar, com o buraco negro ganhando, obviamente. Continuar lendo “Kaijus galácticos se enfrentam e foram pegos em vídeo… ou quase”

Chegamos ao final da semana. Ufa! Começou o meu recesso do trabalho e poderei descansar por duas semanas. EEEEEE!!!! Ainda passarei aqui para postar artigos, não se preocupe. Só não garanto que seja todos os dias. Fazer o que? Eu também mereço um descanso, né? Eu até postei artigo hoje, porque achei suculento demais para deixar para amanhã. Sim, jornaleiros acham que morcegos são aves. Putz!
Sem mais delongas, os artigos da semana!

Ah, pelo menos esta semana eu consegui postar artigos todos os dias. É um alívio. Me sinto muito melhor assim. Dessa forma, vocês têm conteúdo, nem que seja incríveis imagens de um vulcão ou um passeio por uma nebulosa, além de informações e notícias deste nosso mundo louco.
Vamos aos artigos?

Como seria dar um rolé pela Nebulosa de Orion? A emocionante animação abaixo é baseada em dados astronômicos reais e técnicas adequadas de renderização de filmes. A representação modelada digitalmente é baseada em dados infravermelhos do Telescópio Espacial Spitzer, mostrando as maravilhas da nebulosa que possui cerca de 40 anos-luz de diâmetro e está localizada no mesmo braço espiral de nossa Galáxia que o Sol.

Na Península de Reykjanes, na Islândia, o terreno é extremamente instável. De um lado temos o vulcão Fagradalsfjall, cujo cume mais alto é Langhóll de 385 m. Ao sul temos Geldingadalir outro vulcão, cuja erupção começou em 19 de março deste ano e está lá até agora cuspindo lava. Continuar lendo “Geldingadalir, o vulcão estrelinha”

Como as primeiras estrelas se formaram? Para ajudar a descobrir, a simulação de computador SPHINX da formação de estrelas no início do universo foi criada, alguns resultados dos quais são mostrados no vídeo apresentado. Além da radiação de fundo, o universo estava escuro. Logo, pequenos aglomerados de matéria ricos em gás hidrogênio começam a se aglutinar nas primeiras estrelas.

Como as estrelas se formam? A maioria se forma em nuvens moleculares gigantes localizadas no disco central de uma galáxia. O processo é iniciado, influenciado e limitado pelos ventos estelares, jatos, luz estelar de alta energia e explosões de supernova de estrelas anteriormente existentes.