Ceres é um planeta-anão que fica localizado no cinturão de asteroides, junto com outros pedregulhos, entre Marte e Júpiter. A bem da verdade, é o maior daqueles asteroides. Ele foi enquadrado como planeta-anão junto com Plutão, ou seja, Plutão não tem do que reclamar, já que ele não é o único, e Ceres ainda tem a vantagem de ser mais arredondado que ele.
A missão Dawn, da NASA, busca estudar Ceres e suas peculiaridade, e qual não foi a surpresa ao descobrir que Ceres tem o que parece ser um vulcão. Só que ele não é um vulcão que faz KABOOOOOOM. É um vulcão congelado, um criovulcão. Mas o que isso significa?

CATS é acrônimo de Cloud-Aerosol Transport System (Sistema de Transporte de Nuvem-Aerossóis). Este sistema foi projetado para detecção e de varredura de luz utilizando um LiDAR. Sua missão é medir a localização, composição e distribuição de poluição, poeira, fumaça, aerossóis e outras partículas na atmosfera. O CATS é usado para estudar os constituintes atmosféricos que impactam o clima global.
O rover MER-B, mais conhecido como Opportunity foi lançado em 7 de julho de 2003 e pousou em Marte em 25 de janeiro de 2004 no Meridiani Planum. São 13 anos de pesquisas, análises e descobertas e Oppy, como é carinhosamente chamada (toda nave, navio e rover é chamado de “ela”), ainda estrá lá, firme e forte, apesar da duração de sua missão ter sido planejada para 90 dias marcianos (cada dia tem, em média, 24 horas 39 minutos e 35 segundos).
Dafne é a ninfa filha do rei Peneu. Éros, o deusinho espírito-de-porco dá uma flechada em Apolo e acaba se apaixonando pela ninfa. Como bom FDP que Éros era (dsclp), este dá uma flechada com uma ponta de chumbo em Dafne e esta acha que Apolo era o cacete e rejeita o sujeito. Apolo não queria largar da garota e Dafne caindo fora pois não curtia stalker; daí acabou pedindo para papai a livrar daquilo, e este a transforma num loureiro. Apolo desolado diz que se ela não podia ser sua esposa, que se tornasse, então, sua árvore sagrada, levando consigo sempre um ramo de louros. Bernini imortalizou a cena.
A Lua é fascinante, pois além se ser o único mundo que os seres humanos puseram os pés além da Terra, ainda tem a vantagem de iluminar mais que o Sol, já que o Sol só brilha de dia e a Lua brilha de noite (não ria. Aprendi essas coisas com a Bíblia, que diz que a Lua é um luzeiro e que ela e o Sol apareceram depois do dia ser separado da noite).
O Telescópio Espacial Hubble é lindo. Lançado em 24 de abril de 1990, os 2,5 bilhões de dólares são uma ninharia para as toneladas de dados e informações que ele nos trouxe. Uma pena que políticos e a população não veja assim. De qualquer forma, sendo responsável por 3 prêmios Nobel, zilhões de informações e belíssimas imagens, o Hubble é a nossa janela para a mais fascinante das fronteiras: O Espaço.
Já catalogamos vários exoplanetas. Mas à medida que nossa tecnologia avança, estamos a cada dia descobrindo mais e mais novos mundos. Mundos que antes estavam escondidos dada a distância, mas com iniciativas como o MOA II, podemos ter um vislumbre do que temos lá fora.
Produzindo tanta tecnologia, dados e informações, agências como o Jet Propulsion Laboratory (JPL) acabam com toneladas de informações que invariavelmente acabam se extraviando, se perdendo e acabando por ficarem esquecidas.
A missão
Toda máquina precisa de uma fonte de energia, e naves espaciais não são uma exceção. seu carro funciona com gasolina, álcool ou gás natural, mas fica um pouco difícil levar isso tudo lá pra cima e reabastecimento é algo praticamente impossível mediante nossa atual tecnologia. Assim, naves como o Curiosity da NASA, perambulando por Marte, precisam de alguma forma de fonte de energia.