Muitos de vocês devem imaginar que grandes descobertas científicas no campo da Astronomia é feita em imensos laboratórios, telescópios avançadíssimos ou com um monte de Zé Mané que nem sabe geografia de Ensino Fundamental e critica a “ciência gringa” enquanto faz o seu trabalho (cof… cof…) com os dados do Hubble. Você estaria certo, exceto pela última parte, mas não é só isso. Alguns astrônomos amadores já descobriram cometas e até uma galáxia. Legal, né? Imagine quando eu disser para você que um astrônomo amador estava de boas fazendo suas observações até que viu um OVNI.
Mas como assim? Bom, se é um objeto, se ele voa (ou “voa”) e não se consegue identificar, é um OVNI, pois não? Era um batedor de Nosso Senhor Ashtar Sheran? Aliens voltando para saber quantas andam as pirâmides? Quidiabéissu?
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O que você veria se pudesse voar para o Recife Cósmico? A nuvem nebulosa NGC 2014 parece um recife oceânico que reside no céu, especificamente no LMC, a maior galáxia satélite da nossa Via Láctea. Uma imagem detalhada desta nebulosa distante foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble para ajudar a comemorar 30 anos de investigação do cosmos. Dados e imagens deste recife cósmico foram combinados no modelo tridimensional apresentado no vídeo a seguir.
Marte tem uns problemas para sua exploração: sua atmosfera é fina. Como sabemos, o que mantém um avião no ar é o próprio ar. Sendo assim, fica difícil ter aeronaves voando por sobre o planeta vermelho. Mas e se tivéssemos robôs com formato de abelhas com longas asas? Así sim ficaria mais fácil, certo?
Nossa história mescla-se com a história do Universo, porque fazemos parte do Universo. Começamos quando havia a singularidade e tudo começou a expandir, formando estrelas, sistemas, galáxias, mais planetas, mais estrelas, mais planetas e o nosso Sistema Solar, com os planetas e a nossa Terra, passando pelos éons do espaço-tempo, começando o surgimento da Vida, passando por dinossauros e até chegar em nós, quando começou a Aventura Humana e chegou nos dias de hoje
Eu gosto de timelapses do céu noturno. Na verdade, eu gosto de todos os timelapses, mas os do céu à noite são especiais, pois mostra um céu que eu não consigo ver de casa. Um céu cm estrelas e a espinha dorsal da Via Láctea se movendo pelo céu (sim, eu sei).É uma impressão mágica, tão mágico quanto tudo o que está fora do nosso campo de visão.
Saturno está um tantinho longe. Do Sol até lá são cerca de 1.429.400.000 km ou 11.911.666.666 campos de futebol, ou uma hora de viagem numa Uno com escada. Por estar muito longe, você pensa que lá é muito frio. E é, mas as camadas superiores na atmosfera de Saturno e outros gigantes gasosos são quentes, assim como as da Terra. Claro, tem um pequeno diferencial: exatamente a distância; logo, não deveria ser tão quente assim. Então por que é?
O Spitzer é um telescópio espacial, cuja missão é fornecer uma visão única do Universo usando a invisível radiação infravermelha. Com ele, é possível observar regiões do espaço ocultas dos telescópios ópticos, já que o Spitzer vê, basicamente, calor dos corpos.
Você conhece muito bem o tipo: aquele que tem as melhores soluções pra tudo, indo desde sobre como fritar batata até conserto de ônibus espacial. Já que seu cunhado é tão ótimo assim e vive lhe dando lições, apresente pra ele o desafio do JPL, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Eles estão com um projeto sob a forma de desafio de forma a dar um help no desenvolvimento de um rover para perambular por Vênus.