Lingodroids: A Era dos Robôs Fofoqueiros

Uma das melhores sequências do Exterminador do Futuro 2 é quando um John Connor meio grandinho para quem tem 10 anos tem um, digamos, debate ético com o Schwarza sobre não matar pessoas, em que a máquina dos infernos fica com aquela expressão inexpressiva (mas hein?) perguntando "Why?". Acima dos problemas filosóficos envolvidos, há o problema da linguagem, em que a máquina possui problemas na compreensão da linguagem humana. Isso, não obstante, não é só um problema da relação homem-máquina, mas no modo que máquinas se comunicam entre si.

Você deve estar imaginando porque a sua TV deveria  conversar com seu reprodutor de Blu-Ray (apesar que o meu não se reproduz. Devem tê-lo castrado na loja. Raios!), mas a questão seria em termos de máquinas robóticas, que atualmente nada mais são que meros "paus-mandados" que fazem (ou deveriam fazer) o que se programara previamente. Assim, quando você chega perto daqueles robozinhos meigos que sussurram de noite "morte aos humanos, morte aos humanos", pode ter certeza que ele não está planejando um levante com outros robozinhos assassinos.

Pelo menos, não era assim antes da chegada dos lingodroids…

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Robôs do futuro poderão ter o formato de baratas

Essa notícia agradará às mulheres de uma maneira fenomenal. Que o diga John Schmitt, um engenheiro mecânico da Universidade Estadual do Oregon, que está se baseando em modelos de insetos para projetar robôs que possam se locomover com desenvoltura em terrenos acidentados. Os atuais modelos, segundo o pesquisador, possuem problemas pois não são tão estáveis e o consumo de energia é, comparativamente, maior que o projeto do robô baseado em baratas que “podem correr rapidamente, ocupar o volume de um centavo, movem-se facilmente sobre terreno acidentado, e reagem a perturbações mais rápido do que um impulso nervoso pode viajar”, segundo Schmitt.

Além de serem nojentas, as baratas não se movimentam na base do pensamento ou reflexo, e sim por instinto, e Schmitt está trabalhando na elaboração de pernas do robô que pode fazer o mesmo. A pesquisa foi publicada no periódico Bioinspiration & Biomimedics.

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O leão mecânico de Leonardo da Vinci

Da Vinci era um gênio! Além de ser engenheiro, alquimista, físico, mecânico, pintor, escultor, inventor, poeta, músico etc. (e põe etc. nisso), ele criou um leão autômato. Algo que seria o precursor do Sr. Data (infelizmente, Da Vinci não dispunha de um cérebro positrônico em seu estúdio).

Li uma notícia da BBC Brasil sobre a exposição de uma réplica desse leão (o original não existe mais) no museu localizado no castelo de Clos Luce, na localidade francesa de Amboise, no vale do Loire. Lá, o pintor da Mona Lisa viveu por três anos, falecendo em 1519. Só que eu, na medida do possível, sempre faço uma pesquisa complementar e foi, digamos, interessante o que encontrei. Continuar lendo “O leão mecânico de Leonardo da Vinci”

Abertas inscrições para Olimpíada Brasileira de Robótica

Estão abertas as inscrições, até 31 de julho, para a terceira edição da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), iniciativa pública sem fins lucrativos dedicada às escolas, professores e jovens brasileiros vinculados ao ensino fundamental, médio ou técnico.

A participação no evento, que espera envolver 50 mil alunos de todo o Brasil, é gratuita e as inscrições devem ser feitas pelo site da competição. Entre os objetivos está o de despertar e estimular o interesse pela robótica e áreas afins e promover a difusão de conhecimentos básicos sobre robótica de forma lúdica e cooperativa. Continuar lendo “Abertas inscrições para Olimpíada Brasileira de Robótica”

Pesquisadores estudam como fazer robôs com cérebros quase humanos

Os fãs de Ficção Científica sempre sonharam com robôs com processos cognitivos semelhantes aos humanos, como é o caso do Comandante Data, mas fica difícil de saber se estes robôs sonhariam com ovelhas eletrônicas. O complicado disso é entender o máximo possível como se processam as informações no cérebro, bem como a complexidade de processos químicos e físicos, oriundos de bilhões de anos de evolução biológica, sob os cruéis efeitos da Seleção Natural.

Ao que parece, as pesquisas estão promissoras e parecem estar chegando lá. Não sei se chegaremos ao um “cérebro positrônico”, mas com certeza já temos as chamadas redes neurais artificiais. O futuro já chegou faz tempo, pessoal. Que o diga dois cientistas que estão conseguindo bons resultados nesse campo. Continuar lendo “Pesquisadores estudam como fazer robôs com cérebros quase humanos”