A luta contra segregação sexual nas universidades britânicas

Eu francamente não entendo certas coisas na política, apesar de entendê-la muito bem para que ela serve (servir de lugar para políticos existirem e retroalimentar-se). No Reino Unido não é diferente e se alguém aqui é ingênuo em pensar que governos e governantes (seja em qual esfera for) estão preocupados com o povo, sugiro que pense duas vezes. No caso, a notícia que a Inglaterra está travando uma guerra silenciosa internamente. Por quê? Por causa do elevado número de muçulmanos idiotas que insistem na discriminação de gêneros, onde alguns defendem que homens e mulheres deveriam se manter separados durante as aulas, palestras etc.

Curiosamente, parece que o governo finge não se importar, afinal é aquela velha baboseira que todos têm direito a uma opinião.

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Quando se aborta a racionalidade em prol da política

Eu poderia começar a escrever contando uma pequena e brevíssima história sobre a Política. Isso demandaria meses ou anos e não estou com saco para tal. Platão, Aristóteles, Epicuro, Cícero, Tácito e tantos outros desocupados filósofos se empreenderam a tal. O melhor, ao meu ver, é o Commentariolum petitionis consulatus, de Quintus Tullius Cicero, o qual você poderá ler na boa flor do Lácio AQUI. Como eu sei que ler em latim é um saco, demanda conhecimento, tempo e perde-se algumas nuances se não prestar bem atenção, você poderá baixar a versão em espanhol (não encontrei em português e não tenho tempo para traduzir).

Um dos trechos é: “Você deve constituir amizades de todos os tipos: nomes ilustres, os quais conferem prestígio ao candidato; magistrados, para garantir a proteção da lei. (…) Isso requer conhecer as pessoas de nome, usar de certa bajulação.”. Você já ouviu isso antes? Quem sabe durante o horário eleitoral gratuito? Pois, é, algumas coisas não mudam com o passar dos séculos, e isso estamos vendo agora, quando da disputa presidencial, o foco dos ataques é algo tão idiota que serve para distrair o populacho para algo totalmente irrelevante; como o aborto, por exemplo.

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