Os melhores artigos de 2017 parte 1

Todo ano eu coloco uma seleção daqueles que eu considero os melhores artigos. Claro, muitos eu tenho que deixar de fora. Gosto de todos eles. A seleção é na base de “hummm, esse, esse não, aquele sim, esse outro…”. É praticamente a minha opinião de como eu me lembro do artigo e como eu o escrevi.

Esta é a parte um desta seleção (serão duas partes, no total). Que tal vocês colocarem a seleção de vocês nos comentários?

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O monge milionário que está sob investigação

Ser budista faz com que as pessoas aprendam que ficar presas aos bens materiais não é lá o que se chamaria de boa ideia. Esse negócio de ter muito dinheiro, mulheres, mansões, mulheres, automóveis, mulheres, iates, mulheres, Nirvana, mulheres não é bem o que Buda tinha em mente, muito menos pros monges.

Agora, um monge chamado Wirapol Sukpol está sob investigação, já que ele tem mais dinheiro que se esperaria de um monge budista (qualquer coisa acima de 5 centavos)

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O caso do Sheik chilicando por causa de futebol

O clérigo Mohammed Alarefe é um tosquinho sem-noção e attention whore, fazendo de tudo para aparecer. Como ele não tem muito o que fazer, resolveu que implicar com o Ocidente é muito mainstream, Alarefe teve ataque de pelanca querendo que a Fifa proibisse os jogadores de fazer o sinal da cruz, porque ele fica ofendido. Tadinho!

Assim, ele bateu os pézinhos no chão, estrebuchou e disse que a Fifa tinha que proibir. Claro que a FIFA não deu bola. O resultado? Bem, o resultado foi este vídeo que eu fiz :D

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Os melhores artigos de 2016 parte 2

Mais uma seleção de artigos que eu gostei de ter escrito, mas me senti al. Eu não queria ter escolhido. Eu queria que vocês lessem e relessem todos eles. é como me sentir que estava traindo os demais, dizendo que eles não têm tanta importância. Sim, eu sei que são apenas letras escritas e não pessoas com sentimentos. A pessoa sou eu, o sentimento de abandono é todo meu, porque cada texto sou eu ali falando, conversando com vocês, explicando algo ou trazendo novidades.

Bem, vamos enxugar as lágrimas da nostalgia. Acho que se vocês gostarem de pelo menos um desses artigos, talvez sintam vontade de ler os que não estão aqui nessa lista. Não sei. Obrigado a todos que estiveram aqui comigo em 2016 e a todos os novos leitores do blog. Temos muitos artigos e eu imagino que haverá aqui algo que vocês gostem muito.Vamos à lista?

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Os melhores artigos de 2016 parte 1

Parte 1? Sim, parte 1. Foi um ano legal, apesar do Zé Maria ceifando geral e eu ainda estou aqui checando as minhas partes para saber se 1) Ainda tenho todas. 2) Não estou do outro lado da vida, pois passar a Eternidade ouvindo Unchained Melody é um saco.

Todo ano eu reservo esta data para desejar um Feliz Ano Novo a todos vocês. Estou em férias e, claro, o ritmo vai dar uma amainada. Porque… férias, né? Também sempre coloco uma lista com (ao meu ver) os melhores artigos publicados. Deu uma listinha grande e não quis colocar ninguém de fora dessa lista. O que fazer? Bem, eu dividi em duas partes. Vocês poderão ler algum que passou desapercebido ou relembrar os temas abordados. Vamos começar?

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O Maléfico YouTube e os mimizentos de plantão

Todo mundo reclamando do algoritmo malvadão do YouTube. Choro e ranger de dentes. Um deles é um youtubeiro zuão da Suécia chamado Pewdiepie, que alegou ter perdido assinantes e ter sofrido uma queda de visualizações no seu canal de bobagens. A desculpa que ele encontrou é que estão discriminando-o por ser branco.

PewPew subiu um vídeo com ataque de pelanca, dizendo que se ele chegasse aos 50 milhões de assinantes, que ele apagaria o canal (ele já passou dessa marca e não apagou). Um monte de gente também postou vídeo falando, reclamando, tendo ataque de piti e chilicando geral por causa das mudanças de como o YouTube trabalha.

E o que o André tem a dizer?

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Sobre a nova reforma educacional

Temos uma nova Reforma Educacional. Menos disciplinas obrigatória, maior tempo na escola, horário integral, desobrigatoriedade de aulas de Educação Artística, Filosofia, Sociologia e Educação Física. Alunos podendo escolher as disciplinas, pessoal reclamando.

Isso não vem de agora, mas o que podemos inferir disso tudo? Que o ensino tá uma bosta, o que é comprovado pelo IDEB. Mas o que isso tudo significa? Sim, mais um vídeo. Vê aí, ô!

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Folclore e Religião. Será que tem diferença?

Diz Joseph Campbel, mitologista, que mito é como se define a religião dos outros Muitas histórias são contadas de pais para filhos, ao longo dos anos. Sacis, cucas, boitatás, iaras etc. Será que tem tanta diferença assim de pregadores com poderes mágicos, como andar sobre a água, curar pessoas e multiplicar peixes?

Se você ainda não viu o vídeo que foi ao ar´sábado, taqui a sua chance de ver. Se você quer acompanhar assim que for publicado, assine nosso canal. Não esqueça de nos recomendar. Tupã está de olho!

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Os melhores artigos de 2014

Recordar é viver, já diz o ditado. Mas também tem o caso de simplesmente as pessoas não terem lido meus artigos. Foram 412 artigos. Mesmo quando sei que estarei fora, deixo alguns para publicação automática, que é o que aconteceu por estes dias. Dessa forma, quem não leu, terá oportunidade de ver uma amostra do que andei postando. Se você leu, relembre. Não há um critério sobre a escolha. Fui me lembrando, dei uma olhada ou outra e fiz esta relação com o que me chamou a atenção. Vocês podem escolher os melhores artigos. Que tal colocar nos comentários os dez melhores?

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Quando é hora de dizer adeus… Para sempre!

Ontem o pessoal teve a triste notícia do passamento do ator e comediante Robin Williams. Vítima de severa depressão, Robin, ao que tudo indica até agora, suicidou-se enforcando-se com um cinto no pescoço, e tendo cortes superficiais nas partes internas do pulso esquerdo. O ator resolveu dar fim ao seu sofrimento, sua enorme tristeza, com sua vida e todos nós lamentamos muito.

Todo mundo começou a compartilhar que depressão é uma doença séria e precisa ser encarada com essa seriedade. Não é uma questão "tô tristinhu!". Grupos de ajuda foram divulgados etc. Mas Robin ainda está morto e ninguém fala por ele. Digo ELE, ele mesmo. A questão é: Podemos realmente dizer que ele não podia se suicidar? Temos mesmo que forçá-lo a fazer o que não quer (a saber: continuar vivendo)?

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