O caçador africano que humilhou o filósofo grego


Soninho…

As migrações dos pássaros provavelmente foram um dos primeiros fenômenos naturais a atrair a atenção e despertar a imaginação do homem. As observações registradas sobre o assunto datam de quase 3.000 anos, indo lá para os tempos de Hesíodo, Homero, Heródoto, Aristóteles e outros. Aristóteles foi um dos primeiros a discutir o assunto da migração de pássaros. Ele notou que grous (pássaros que abrangem catorze espécies distribuídas pela América do Norte, Europa e Ásia, África e o norte da Austrália) viajavam das estepes da Cítia aos pântanos nas cabeceiras do Nilo, bem como pelicanos, gansos, cisnes, trilhos, pombas e muitos outros pássaros também passavam para regiões mais quentes para passar o inverno. Continuar lendo “O caçador africano que humilhou o filósofo grego”

Bactéria encontrada em múmia da pistas sobre migrações humanas

Lá pelas bandas de 1991, turistas alemães estavam dando um rolé a 3210 m de altitude, no monte Fineilspitze. Acabaram, sem querer, dando de cara com uma múmia, cuja idade acabou sendo estimada em 5300 anos. Era Otzi, o Homem do Gelo. Desde então, vários cientistas têm estudado Otzi para saber mais sobre ele, sua cultura, como vivia, de onde veio e coisas nesse sentido.

A EURAC (European Academy of Bozen/Bolzano) é um instituto de pesquisa que fica em Bolzano, Itália. É nele que se localiza o Instituto de Múmias e do Homem de Gelo, onde Otzi ajuda a Humanidade a saber sobre ela mesma. E uma das descobertas foi uma bactéria escondida nas entranhas do Homem do Gelo.

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Encontradas pegadas de humanos (que não eram humanos) com 800 mil anos

Eu pensei em começar este artigo com alguma piadinha tipo "Yo momma…", mas não seria possível, pois yo momma não podia estar perambulando por aí, pois ela é tão gorda que acarretou a quebra de Pangea.

Pesquisadores ingleses encontraram vestígios de nossos parentes afastados em rochas em uma praia em Happisburgh, sudeste da Inglaterra.

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Olha o passo do elefantinho e veja como ele é antiguinho

Um dos conceitos mais difundido de forma errada é o de fósseis. As pessoas pensam em fósseis como um bando de ossos encontrados em algum buraco numa terra inóspita, esquecido por todos os seres vivos que pisam lá todos os dias. Se isso fosse verdade, teríamos perdido bilhões (sim, bilhões) de anos de evidências. Não teríamos nem mesmo registros de insetos (grande revelação: insetos não possuem ossos. OHHHHH). Registros fósseis de ossos são minoria, e se você quiser "fazer" seu próprio fóssil junto com crianças, pegue massinha de modelar, e "imprima" nelas algumas conchas, pés de galinha ou peixes de plástico. Ao tirar as peças, teremos uma evidência que ali tinha um ser "vivo"; pois fósseis são evidências que um ser vivo deixou para trás.

Até mesmo pegadas são consideradas como registros fósseis, e várias delas foram achadas no deserto árabe, registrando uma trilha de antigos elefantes que viviam na região.

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