
Algumas pesquisas são fascinantes. De minha parte, parte dessa fascinação nem é tanto pelo alvo da pesquisa, mas sim pelo ferramental usado. Foi isso que me chamou a atenção na pesquisa que irei relatar neste artigo. Um bando de cientistas japoneses, provavelmente vestidos de Pikachu e de Mário (vai, pergunta!), resolveu simular o interior da Terra, mais especificamente seu núcleo de ferro fundido, que só não está mal-pago porque tem ouro lá embaixo, o que não adianta nada se não tem shopping também.
Teve de tudo na pesquisa: prensa de diamante, raios-X… só faltou ter Hefesto e seu martelão do mal para dar umas marteladas nos corpos de prova.

A ressonância magnética foi um dos grandes achados em termos de tecnologia de medicina diagnóstica. Desde a década de 1970, a ressonância magnética ajudou milhões de pessoas a saberem o que anda rolando dentro delas. O problema é que é um aparelho muito, mas muito grande. Tudo bem que conheço casos em que algumas senhoras um tanto avantajadas não couberam em aparelhos de ressonância magnética convencionais e acabaram tendo que ir no Jockey Club para usar aquele aparelhão gigantão que examina cavalos. (não estou inventando)
Você pode pensar que as explosões colossais no Sol e sua ejeção de massa coronal são sempre a mesma coisa, mas não são. Elas são bem reconhecidas e caracterizadas mediante suas características, bem reconhecidas pelos astrofísicos e astrônomos. Ainda assim, o Sol sempre nos surpreende, como é o caso da Reconexão Magnética Forçada.
O Wide Field Infrared Survey Telescope (WFIRST) é um observatório espacial que opera no espectro do infravermelho próximo, com uma câmera absurda de 288 megapixels, e se você falar que seu Xiaomi tem uma resolução maior, vai levar uma porrada!
Hoje é aquele dia especial. O dia da Vitória, em que ele veio para fazer a diferença e acabar com o vício, a maldade e o pecado, livrando-nos das pessoas más. Obrigado John McClane. Mas não é só isso, é um dia que revemos nossos parentes, enquanto algumas criaturas retardadas cismam de arrumar problema no dia mais importante do ano (qualquer dia em que você pode sentar e comer até o botão da calça estourar e seu estômago te xingar é um dia importante).
Chegando a época das férias e você aí querendo dar um rolé por um Buraco Negro? Calma lá, amiguinho! Você tem umas coisinhas que precisa saber antes de picar a mula espacial para lá. Mete a mão no passaporte intergaláctico que vamos aprender um pouquinho sobre estas coisinhas lindamente mortais, que são os Buracos Negros.
Nossos ancestrais sempre estavam acompanhando os astros. A falta de Netflix, internet, TV aberta etc. acarretou este tipo d distração, além de outro tipo, daquelas que faz neném. Sempre ficaram maravilhados com as conjunções de estrelas e planetas, mesmo sem saber bem a diferença de um pro outro. Era tudo uma questão de geometria e óptica, mas eles não sabiam disso. Hoje, mesmo sabendo que é uma questão de referencial, ainda nos maravilhamos com essas ocorrências.
Em 1976, em um armazém no Texas, um camarada chamado Jimmie Loocke comprou duas toneladas de equipamentos descartados da NASA. Anos depois, ele percebeu que incluía um computador de um módulo lunar do projeto Apollo, idêntico ao que foi usado para guiar o módulo de pouso até a superfície Lunar durante na missão Apollo 11.
Uma pessoa traz em si as marcas de sua vida, de sua história. Algumas ficam bem visíveis, no rosto crestado de rugas; em outras, as marcas são internas, e bem mais profundas.As marcas de vida de uma senhora podem estar visíveis, mas ela ainda guarda elegância, charme e altivez.Suas marcas estão lá, mas se estradas têm histórias, algumas marcas são uma vida inteira, como é o caso da Lua e suas crateras.
Eu vi duas coisas legais. Fiquei pensando que poderia ser duas postagens diferentes, mas nah! Acho que cabem muito bem em uma simples postagem. São duas coisinhas que eu vi e achei legal, e queria compartilhar. Eu coloco coisas no Twitter, mas – que Diabo! – de vez em quanto precisamos rechear o site (Wink! Wink!)