Twitter do Ceticismo apagado. Ó o Ceticismo de volta aí!

Se você me segue no Twitter, é capaz de não ter percebido, já que isso dependerá da frequência que você acessa. Bem, o Twitter volta e meia me sacaneia suspendendo a minha conta. Na última vez, eu fiquei puto e criei uma conta de backup.O problema é que não pode dizer que pessoal lacrador está errado e que índios saem caçando a torto e a direito, inclusive causando extinção de espécies.

O curioso do Twitter é que ele mesmo já falou que o viés dele é mais pro lado esquerdista. E não se pode questionar índio, mesmo quando o “índio” é o pessoal com arqui8nho e flechinha no perfil, mas é branco que mora na cidade e pede comida pelo iFood. Moral da história, tomei ban de vez, e o ban da conta de backup que eu não usava.

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Devemos ser intolerantes com a intolerância? (LEIA ANTES DE COMENTAR)

Com toda a onda de maníacos saindo em passeada divulgando ideias neo-nazistas pelas ruas de Charlottesville, cantando hinos, tremulando bandeiras e fazendo Sieg Heil, questionou-se por que permitiram fazer isso. A questão é que a Primeira Emenda da Constituição dos EUA permite qualquer manifestação de pensamento, resguardada pela lei dos Direitos Civis, que não tem nenhuma ressalva sobre o que você pode exprimir, diferente do Brasil, que tem lei federal que proíbe expressamente divulgação de ideologia nazista.

Daí, alguns espertões de Wikipédia resgataram um trecho de um livro do filósofo Karl Popper, o qual estabelecia um argumento do porque não tolerarmos a intolerância alheia, e a isso ficou conhecido como Paradoxo da Intolerância, que como toda proposição filosófica tem probleminhas se você não pesquisa nem pára para pensar (*construção frasal ruim, mas estou com preguiça).

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A democrática ditadura do Brasil

É bem inusitado que quase todas as ditaduras tenham a partícula "Democrática" ou "Popular" em seus nomes oficiais. É uma ironia nefasta! Mas há coisa pior: o Brasil, terra do povo mais amigo e cordial do mundo (SQN), mostra a sua cara; ou melhor: o brasileiro mostra a sua cara.

E tudo o que vemos são as formas mais monstruosas, capazes de fazer Stephen King se esconder debaixo da cama e H. P. Lovecraft ter pesadelos horríveis. E tudo por causa de um processo que é democrático no nome, mas que encerra a genuína vocação do brasileiro médio em voltar para uma ditadura.

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Parlamento holandês edita lei que proíbe o uso da burca

O medo é algo intrínseco a todos os seres vivos com um sistema nervoso decente. Quando aplicado em larga escala, o medo acaba virando paranoia. Paranoia em larga escala pode acarretar em coisas lindas como perseguição, ódio e guerra (além de achar que todas as mulheres de seu trabalho estão tendo um caso com você). Qualquer foco do medo, junto a agitação política, não tem bons históricos de finais felizes. E isso é o que parece se desenhar na Holanda, onde nesta sexta-feira foi promulgada uma lei proibindo terminantemente o uso das burcas, niqabs e outras vestimentas características das mulheres muçulmanas.

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