Falar de dia e noite quando se está no Espaço é algo que soa estranho. O Sol está ali, assim como todas as estrelas e a Lua. O mundo gira embaixo de nós e nós giramos em volta de um mundo que gira ao redor de outros mundos e mundos e estrelas giram ao redor do entro da Via Láctea que gira pelo Universo afora. Nada fica parado. O movimento é a ordem constante, mas nosso modo limitado de ver a coisa nos impede de apreciar maravilhas que acontecem a passos muito lentos.
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Behold my country house, mortals!
O bom de viver no futuro de um antigo presente (ou presente do que foi futuro um dia) é poder ver coisas fantásticas. Claro que ainda há gente vivendo hoje num passado que há muito tempo já passou. Não é para eles o que tenho para mostrar. SENHORES! Contemplem 40 séculos de História que pouco se importa com sua ridícula existência e frugal tempo de vida. Eu vos dou… as Pirâmides!
O novo visual da Estação Espacial Internacional
O Espaço, a Fronteira Final. Aqui estamos nós, pobres mortais, navegando pelos éons do espaço-tempo, a bordo da maior “nave” jamais vista: nosso planeta.
A pesquisa do Cosmos não começou com a corrida espacial. Não começou com a observação do afastamento das galáxias e nem mesmo quando Galileu apontou seu telescópio para as estrelas. Ela começou quando o homem parou de acreditar em entidades mí(s)ticas e se questionou do que eram feitas as estrelas e ele, o primeiro cientista, fez a pergunta-chave: “Por quê?”
Nesse momento surgiu a Ciência, quando seres humanos pararam de aceitar qualquer abobrinha como resposta absoluta e buscou explicações que satisfizessem. A Estação Espacial Internacional (ISS) – depois de finalizada a missão STS-119, do ônibus espacial Discovery, quando foi instalado o seu último segmento central e o quarto conjunto de painéis solares – mostra-se bela e resplandescente, viajando por sobre o pálido ponto azul. Continuar lendo “O novo visual da Estação Espacial Internacional”
