Como exoesqueletos realmente funcionam quando presos às pernas

Eu não preciso falar de exoesqueletos. Além de ser eugenia, como alguns idiotas falam, eles são um passo para o futuro, em busca de um mundo melhor. Estou falando de exoesqueletos, não de inúteis formados em Filosofia. Claro, nada é tão bom que não possa ser melhorado e, convenhamos, exoesqueletos ainda têm muito o que melhorar, mas cientistas estão fazendo a sua parte.

Uma recente pesquisa mostra como um sistema de rastreamento óptico (OTS, na sigla em inglês) – similar aos equipamentos empregado nas técnicas de captura de movimento usadas no cinema – ajuda a fazer modelagem computacional com o os procedimentos e forças envolvidas no uso de um exoesqueleto.

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Exoesqueleto é bom e tetraplégico gosta. Taqui mais um

Você ligou o “Disque Paraplégico” e foi redirecionado pra cá? Sim, porque se quis falar com Nosso Senhor Jesus, perdeu tempo, ele não liga pra essas coisas. Tentou falar com alguém de Humanas? Eles devem ter lhe dito que qualquer coisa a fim de mudar a condição de alguém impossibilitado de andar era eugenia. Se você realmente quis saber como poderíamos resolver, caiu no lugar certo, pois, só a Ciência pode resolver este tipo de questão.

Vai um exoesqueleto aí?

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Terror da Filosofia: Amputados ensinam braços robóticos a serem mais eficientes

O mundo é estranho. Enquanto Deus do Impossível, em sua bondosa e misericordiosa presença odeia amputados a ponto de não fazer crescer membros de volta (“é impossível”, disse Deus), pessoal felózofo não só adora amputados, como acham que não nenhum amputado deve ficar nas mãos de eugenistas que tentam criar próteses e exoesqueletos. Se é amputado, tem que ficar largado num canto como qualquer amputado.

Enquanto isso, pesquisadores acham que quanto mais membros robóticos melhor (não necessariamente esse aí que você pensou, mas… por que não? Um dia, que sabe?). Um exemplo disso é o pessoal da Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça. Você é amputado e quer uma mão robótica? Pois segura essa aí!

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Pesquisa procura melhorar desempenho de exoesqueletos

Os modernos exoesqueletos modernos são algo que há 20 anos seria considerado ficção científica. Seus circuitos eletrônicos de ponta e mecânica avançada chegam a impressionar, mas, ainda assim, ainda são difíceis de serem usados. Não só fisicamente, mas na parte cognitiva também. E nem estou me referindo às pesquisas de retroalimentação, quando o exoesqueleto retorna informação sensorial à pessoa.

Pesquisadores da Draper testaram como diferentes fatores podem afetar a usabilidade de exoesqueletos. Eles identificaram parâmetros que precisam ser avaliados e otimizados.

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