Claro que num site de divulgação científica, o único M16 digno de ser mencionado é a famosa nebulosa da Águia, também chamada de Pilares da Criação, por causa das imensas colunas de gases que se erguem, onde estrelas como o nosso Sol são formadas. Trata-se de um maravilhoso berçário, onde o choro é substituído pelo som inexistente de toneladas e mais toneladas de hidrogênio sofrendo fusão nuclear e gerando outros materiais.
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Falar de dia e noite quando se está no Espaço é algo que soa estranho. O Sol está ali, assim como todas as estrelas e a Lua. O mundo gira embaixo de nós e nós giramos em volta de um mundo que gira ao redor de outros mundos e mundos e estrelas giram ao redor do entro da Via Láctea que gira pelo Universo afora. Nada fica parado. O movimento é a ordem constante, mas nosso modo limitado de ver a coisa nos impede de apreciar maravilhas que acontecem a passos muito lentos.
As Ilhas Canárias formam um arquipélago pertencente à Espanha. Ele fica no oceano Atlântico, perto da costa do Marrocos. Além de ser um lugar bonito, as Ilhas Canárias abrigam o Instituto de Astrofísica das Canárias, que basicamente é um instituto localizado nas Ilhas Canárias que estuda astrofísica, e que fica na província de Tenerife.
Galileu Galilei é uma das mais memoráveis figuras da Ciência. Pode-se dizer que ele foi quem começou a Ciência Moderna e pai do Método Científico. Galileu era, sobretudo, um experimentalista, pouco se importando com as besteiras aristotélicas e platonianas de sentar a bunda numa cadeira e ficar apenas pensando no Universo, sem fazer nenhuma experiência para validar suas ideias. Muitas histórias acercam esta lendária figura, mas boa parte dela não é verdadeira.
Por muito tempo, o Sol foi a única estrela de real importância para nós. Depois que adquirimos membros, aprendemos a caminhar pela terra e depois resolvemos nos voltar para o mar, milhões de anos que nossos primos cetáceos, percebemos que era preciso algo que nos ajudasse a enfrentar o desconhecido, que nos guiasse por terras e mares inexplorados e, principalmente, algo que nos ajudasse a voltar para casa. ao olhar para terra ou mar, vimos que não adiantava muito, pois nada nos era familiar. Portanto, olhamos para cima e vimos algo que estaria sempre ali, para nos dar conforto e a chance a promessa de segurança e um retorno garantido.
Por: Verlyn Klinkenborg