A última canção de um império: o Epitáfio de Seikilos

Há uma sala no Museu Nacional da Dinamarca onde a luz entra devagar, como se meros fótons tivessem consciência da importância do local. Caminhando por corredores silenciosos, chega-se perante uma pequena coluna de mármore. Ao redor, o silêncio educado e um pouco solene que só existe em museus e em velórios. Ali é o Departamento de Antiguidades, e a coluna está cercada de outros fragmentos gregos e romanos que também sobreviveram por acaso ou por teimosia. Vasos que perderam a alça. Estátuas que perderam o nariz. Moedas que perderam o brilho mas não o perfil do imperador. É uma sala de sobreviventes, uma espécie de sala de espera na qual cacos do passado aguardam, pacientemente, que alguém pare, incline a cabeça e leia… e escute.

A coluna ali presente canta silenciosamente por meio de letras gregas entalhadas há muito tempo, junto aos símbolos que indicam a melodia. Uma voz que atravessou o tempo que traz a sensação de que a pedra sussurra, baixinho, para quem se debruça sobre o vidro. Aquela coluna é o Epitáfio de Seikilos. Continuar lendo “A última canção de um império: o Epitáfio de Seikilos” →

Bebê-Diabo aparece na Inglaterra

Hoje é dia de Cosme e Damião. Eu pensei que vocês iam me mandar algum docinho sob a forma de PIX, mas não, né, seus ateus? Isso não é legal, isso não é nem um pouco legal. Sabem outra coisa que não é legal? Péssimos escultores que acabam fazendo monstruosidades que estão além dos seus piores medos. Dá para entender o surgimento da literatura gótica, ainda mais na Inglaterra, já que lá é afeito a umas coisas horrendas, como castelos mal-assombrados (existe lugar bem-assombrado?), o Príncipe Charles (foda-se que virou rei. Continuo chamando de príncipe, mesmo) e bebês monstros gigantes expostos à visitação pública.

Lhe aterrorizando com algo pior que a Isabelle, digo, Danielle, Chandelle, digo, Anabelle, esta é a sua Sexta Insana! Continuar lendo “Bebê-Diabo aparece na Inglaterra” →

As diferentes estátuas e seus tamanhos

Entre as maravilhas da arte e da engenharia, as estátuas se destacam como monumentos imponentes que impressionam e inspiram pela sua grandiosidade. Desde tempos imemoriais, a humanidade tem se esforçado para imortalizar sua existência e conquistas através da criação de estátuas. Estas obras de arte, esculpidas em pedra, metal ou outros materiais, são mais do que meros objetos; são testemunhos tangíveis da rica tapeçaria da história humana.

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A belíssima Venus Italica

Eu acho fascinantes as esculturas, ainda mais esculturas de verdade, não aquelas nojeiras de “arte moderna” quando apresentam fios emaranhados e chamam de “arte”. Um escultor que pouco se fala na mídia de uma maneira geral é Antônio Canova, um escultor italiano nascido em 1º de novembro de 1757, considerado como o maior dos artistas neoclássicos. Uma das suas obras de arte é a Venus Italica, cuja primeira versão foi terminada em 1802, mas Canova fez outras variações.

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Querendo fazer suas próprias esculturas? Há um robô pra isso

Esta notícia vem direto de Carrara, Itália. Sim, é daí que vem o tal mármore, cuja sabedoria popular corrompeu o ditado para que os filhos fossem cuspidos e escarrados. E se você olha triste para suas mãos achando que nunca será um Miquelângelo, você tem toda razão, nunca será; mas não é por causa disso que você não poderá ser um escultor. É tudo uma questão do principal mote da engenharia: nada é impossível tendo tempo e dinheiro, ainda mais tendo o primeiro.

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A torneira que emporcalha tudo

Todo ano, há sempre grandes discussões entre vários países sobre a polui;ção por plástico. Obviamente, nunca leva a nada, já que ninguém quer ficar sem os plásticos, uma alternativa barata e eficiente de ser produzida. Ok, é poluente, mas qual alternativa tão barata quanto?

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Afinal, o vidro é líquido ou sólido?

Você deve ter ouvido esta história: a prova que vidros são líquidos altamente viscosos é que os vitrais das catedrais são mais grossos embaixo do que em cima; e a única explicação para isso é que o vidro vai escorrendo muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito lentamente ao longo dos anos, décadas e séculos.

É uma explicação simplista para mentes simplistas.

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Michelângelo: A Mente do Mestre

Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni. Não apenas um artista, mas pintor, escultor, arquiteto, desenhista e gênio. Um dfos grandes nomes da Renascença.

Um dos mais fantásticos artistas entre os mais criativos, magníficos e influentes da história da arte ocidental. Usou desenhos para criar, explorar e se preparar para algumas de suas obras de arte mais famosas. Com os desenhos, aperfeiçoou a forma em termos de beleza e movimento.

Este vídeo é uma pequena mostra do seu gênio, ainda que curtinho, mas mesmo assim um tributo à sua genialidade;

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O brilhantismo prateado de uma taça romana

Os antigos artesãos eram hábeis e faziam maravilhas, mesmo sendo vistos hoje com cara de “Ué?”. As ferramentas eram limitadas, então, contavam com a sua genialidade. Muitos dos processos ainda são usados hoje, mas com ferramentas modernas.

Este vídeo mostra como uma taça romana de 2 mil anos foi feita, mesmo conservando ainda hoje sua beleza.

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