
Há dias em que a Realidade – aquela cansada de tentar ser minimamente plausível – resolve fazer esquete humorístico daqueles mucho locos, e hoje é um deles! O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no uso de suas atribuições (que é ter ideias idiotas em boa parte das vezes), prepara a revisão periódica do Sistema de Contas Nacionais, com os primeiros resultados previstos para 2028… não, você não leu errado: 2028, prazo em que o brasileiro médio ainda estará jurando que começa a dieta na segunda-feira.
Esta revisão prepara o relatório que vai estabelecer os números do Produto Interno Bruto (PIB); e para dar um UP, nas altas aventuras dos números, os crias do Pochmann (aquele que fez sua imensa contribuição virando o mapa-múndi de cabeça pra baixo… porque sim) resolveram que seria muito maneiro incluir uma estimativa sobre a comercialização de drogas ilícitas no Brasil.
Mas não pode falar em narcoestado, gente. Continuar lendo “IBGE quer por o tráfico no PIB e chamar de ciência”



A Psicohistória, de acordo com a magnífica obra Fundação, de Isaac Asimov, é o ápice de todas as ciências sociais levada ao máximo da matematização. Longe da desculpas tipo “Não sei, sou de Humanas”, a Psicohistória, através de inúmeras equações matemáticas seria capaz de prever o desenrolar de eventos futuros, tomados em grande escala. Ou seja, ela não pode prever o que um indivíduo fará, mas pode descrever como uma sociedade reagirá mediante certos eventos.
Em janeiro de 2014, eu institucionalizei o pires estendido, solicitando contribuições, doações, sacrifício de primogênitos e baldes de água em noite de lua cheia. Como é muito difícil dispor de primogênitos e água, o pessoal preferiu ajudar este que vos escreve com alguns caraminguás. Sendo assim, nada mais justo que eu preste contas do quanto foi doado e dizer onde enfiei o dinheiro. Quantos blogs dizem quanto faturam por aí? Bem, Eu sou eu. Que se dane os outros.