
Algumas coisas parecem óbvias demais, mas de tão óbvias são descartadas. A análise de dados brutos leva a pensamentos toscos e erros grosseiros, mesmo achando que faz muito sentido. Nem sempre faz. Por exemplo, a piada contumaz é que se você se candidata a governador no Rio de Janeiro, seu destino será ir pra cadeia. Bem, o raciocínio é divertido, mas saindo do exagero, é extremamente burro. mesmo porque, se foi preso foi porque cometeu crimes. Que bom que quem comete crimes vai pra cadeia, não?
De novo, a análise grosseira leva achar que se você prende criminosos, você está errado.
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A Psicohistória, de acordo com a magnífica obra Fundação, de Isaac Asimov, é o ápice de todas as ciências sociais levada ao máximo da matematização. Longe da desculpas tipo “Não sei, sou de Humanas”, a Psicohistória, através de inúmeras equações matemáticas seria capaz de prever o desenrolar de eventos futuros, tomados em grande escala. Ou seja, ela não pode prever o que um indivíduo fará, mas pode descrever como uma sociedade reagirá mediante certos eventos.
Carregar informações sempre é trabalhoso. Eu me lembro quando estava na faculdade e tinha que levar cadernos, livros, tabelas, régua, calculadora (sim, já existiam e a minha era uma Cassio FX 82D, que tenho até hoje e funciona) etc. Hoje seria muito mais simples, bastando levar um iPad ou mesmo um smartphone, se bem que ler livros nele é uma porcaria. Informação ocupa espaço, pesa e se você faz backup de tudo o que você tem (e que deveria fazer sempre), sabe a como as coisas vão se acumulando.
Meu primeiro computador era um 586 — 133MHz, com 8MB de memória e HD de 1 GB. Veio junto um monitor CRT de 14 polegadas (aspas são símbolos normatizados para