
Desde que os humanos inventaram a beleza como competição, inventaram também a trapaça. Os gregos já ungiam os atletas com azeite para parecerem mais imponentes nas olimpíadas. Os medievais modelavam as armaduras para parecer mais musculosos. Os concursos de miss do século XX produziram décadas de cirurgia plástica negada com um sorriso e uma faixa no peito. Portanto, não há absolutamente nada de surpreendente no fato de que, em 2026, alguém tenha decidido injetar ácido hialurônico nos lábios de um camelo para ganhar um concurso de beleza. A humanidade é consistente, pelo menos nisso.
Péra… CAMELO????
Corcoveando pelas fraudes em concursos, esta é a sua SEXTA INSANA!
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Saltos ecoam pausadamente no chão. O alvo traje bem ajeitado sobre o corpo delineia bem, mas não tanto para se divisar o que se tem dentro. Não é importante. Os cabelos lindos, macios e sedosos rebrilham nas luzes e a bancada está à sua frente. Luvas postas nas mãos. Óculos de segurança como manda a norma. Um leve batom, mas vaidade não é impedida no meio científico.
Os italianos estão mestres em trazer inúmeras pérolas. Pelo visto, acharam pouco terem