O processo de refino de petróleo é complicado, caro e nada legal pro meio ambiente ou pro ambiente todo, conforme redações do ENEM que nunca foram escritas. O processo visa tirar as impurezas presentes, pois nem tudo é tão útil assim, ou até é útil, mas não naquela mistura. Os materiais envolvidos são caros, mas engenheiros desenvolveram da Universidade do Texas pesquisam uma nova membrana de separação de gás que poderia fazer as impurezas presentes desde a extração do petróleo e gases naturais mais fácil e com custo menor, o que é exatamente este segundo que interessa às companhias, é claro.
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A onda agora nem é mais mecânica quântica, e sim sua filhota: a nanociência. Tudo agora é nanociência, nanotecnologia, nanopartículas etc. Mas aqui é um blog de divulgação científica e não podemos deixar de noticiar que nanotecnologia existe até mesmo na produção de biocombustíveis. Pesquisadores estão desenvolvendo tecnologias para o refino de biocombustíveis, de forma mais eficiente e, caro, mais barata, pois ciência é legal, mas ter dinheiro para pagar as contas é melhor ainda.
Em 1979, estreou um seriado chamado Salvage 1 (em português ficou como Operação Resgate). O seriado – que só teve 20 episódios – era sobre um dono de ferro-velho que teve a magnífica ideia de construir um foguete e mandá-lo à Lua para recolher o lixo espacial de lá, trazê-lo para a Terra e vendê-lo. Para isso, ele contratou um ex-astronauta e uma cientista especializada em combustíveis.
Não-fumantes têm uma aversão toda especial pelo tabaco. Além de causar câncer, impotência e vários tipos de doenças, aquilo fede que dói. Entretanto, pesquisadores da Fundação Laboratórios de Biotecnologia da Universidade Thomas Jefferson descobriram um modo de fazer com que a planta do tabaco (Nicotiana tabacum) sirva para algo realmente útil: biocombustível.
O abacateiro pode ser uma nova alternativa para a produção de biodiesel, de acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Segundo eles, o abacate apresenta vantagem em relação a outras oleaginosas estudadas ou usadas para a produção de biocombustível, como a soja. O motivo é que do mesmo fruto é possível extrair as duas principais matérias-primas do biodiesel: óleo (da polpa) e álcool etílico (do caroço).