Cachaça indiana manda um monte pra vala

Em fins da década de 1990, foi muito noticiado que uma aguardente – daquelas que passarinho não bebe – causou a morte de 35 pessoas em dez cidades do sudoeste da Bahia. Amostras analisadas mostraram que elas continham entre 2,85% a 24,84% de metanol. Sabem quanto deveria ter? Zero!

Claro, você pensa que só em rincões de Deus me livre, povoado com gente extremamente estúpida aconteceria isso. Bem, isso aconteceu num rincão de Shiva me livre na Índia e… bem, aconteceu num rincão de Shiva me livre na Índia. Continuar lendo “Cachaça indiana manda um monte pra vala”

Um vinho velho, marcante com notas distintas e de 8 mil anos

Encher a fuça de álcool não é novidade alguma desde a antiguidade. Mas quando falo “Antiguidade”, eu falo Antiguidade MESMO! Eu até citaria os relatos bíblicos, mas eles são muito recentes (par fins históricos), já que a redação final do Velho Testamento (a Tanakh hebraica) ficou lá pelo século 6AEC. Pessoal já enchia a cara antes disso, apesar de muitos crentes dizerem que o vinho da Bíblia era praticamente suco de uva, sem álcool, enquanto Noé dançou pelado, totalmente bêbado, e as filhas de Lot encachaçaram o pai para conhecê-lo melhor, em termos bíblicos.

Mas qual e o mais antigo exemplar de vinho já encontrado? Continuar lendo “Um vinho velho, marcante com notas distintas e de 8 mil anos”

A ciência de tomar uma cachaça

Ciência é algo tão ao nosso redor que nem sempre nos tocamos disso. Alguns hábitos que temos têm detalhes científicos escondidos, ainda que não percebamos. Isso acontece até mesmo no simples provar de uma cachacinha marota. Não, a parte de mandar uma pro santo não tem fundamento científico. Estou falando de prender a respiração, mesmo, enquanto prova a mardita. É isso que você aprenderá com a volta do LIVRO DOS PORQUÊS. Continuar lendo “A ciência de tomar uma cachaça”